28 de agosto de 2014

O tiro saiu pela culatra! Islamitas treinados pelos EUA se juntaram ao ISIS


O tiro saiu pela culatra! Islamitas treinados pelos EUA se juntaram ao ISIS

Base Secreta na Jordânia era o local de acobertamento para o apoio aos insurgentes que visavam derrubar Assad

Aaron Klein, correspondente do WND em Jerusalém
Comentário de Julio Severo: Este importante artigo do WND, traduzido por Dionei Vieira (que é tradutor que colabora traduzindo artigos que lhe indico como imprescindíveis), pois mostra como o governo dos EUA treinou muitos dos terroristas islâmicos que estão há meses torturando, estuprando e matando os cristãos no Iraque e na Síria. Há informação anterior do WND de que a CIA estava enviando armas para esses terroristas. O atual artigo do WND também revela que o ISIS (EIIL) recebeu muita ajuda de dois grandes aliados dos EUA no Oriente Médio: Turquia e Arábia Saudita. Todos colaborando, querendo ou não, para exterminar os cristãos da Síria e Iraque.
Treinadores do Exército dos EUA
JERUSALÉM, Israel — Rebeldes sírios que viriam a se juntar ao Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ou ISIS (EIIL), foram treinados em 2012 por instrutores dos Estados Unidos que trabalham em uma base secreta na Jordânia, de acordo com informações de autoridades jordanianas.
As autoridades disseram que dezenas de futuros membros do ISIS foram treinados na época como parte de um apoio secreto aos insurgentes que visava derrubar o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, na Síria. As autoridades disseram que o treinamento não tinha o objetivo de ser usado em qualquer campanha futura no Iraque.
As autoridades jordanianas disseram que todos os membros do ISIS que receberam treinamento dos Estados Unidos para lutarem na Síria foram primeiro examinados por quaisquer vínculos com grupos extremistas, como a Al-Qaeda.
Em fevereiro de 2012, o site WND foi o primeiro a dar a notícia de que os EUA, a Turquia e a Jordânia estavam operando uma base de treinamento para os rebeldes sírios na cidade jordaniana de Safawi na região desértica do norte do país.
Esse relatório já foi confirmado por vários outros relatos da mídia.
Em março passado, a revista alemã Der Spiegel relatou que os americanos estavam treinando rebeldes sírios na Jordânia.
Citando o que dizia era de que eram participantes sob treinamento e organizadores, Der Spiegel relatou que não estava claro se os americanos trabalhavam para empresas privadas ou se estavam com o Exército dos EUA, mas a revista disse que alguns organizadores usavam uniformes. O treinamento na Jordânia estaria focando no uso de armamentos anti-tanque.
A revista alemã relatou que cerca de 200 homens receberam o treinamento nos últimos três meses em meio aos planos dos EUA para treinar um total de 1.200 membros do Exército Livre da Síria [rebeldes islâmicos] em dois campos no sul e no leste da Jordânia.
O jornal britânico The Guardian também relatou, em março passado, que os instrutores dos EUA estavam ajudando os rebeldes sírios na Jordânia junto com instrutores britânicos e franceses.
A agência Reuters relatou que um porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA se recusou a comentar imediatamente sobre a reportagem da revista alemã. O Ministério das Relações Exteriores Francês e os Ministérios das Relações Exteriores e da Defesa da Grã-Bretanha também não quiseram comentar à agência Reuters.
As autoridades jordanianas falaram ao site WND em meio a preocupações de que a violência sectária no Iraque se espalharia para o seu próprio país, bem como para a Síria.
O ISIS anteriormente postou um vídeo no YouTube ameaçando passar pela Jordânia e “assassinar” o rei Abdullah, a quem eles vêem como um inimigo do Islã.
O site WND relatou na semana passada que, segundo fontes do regime da Jordânia e da Síria, a Arábia Saudita armou o ISIS e que os sauditas são uma força motriz no apoio ao grupo ligado à al-Qaeda.
O site WND relatou ainda que, de acordo com uma fonte xiita em contato com um alto oficial do governo do primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki, o governo do Obama tem conhecimento, há dois meses, de que o grupo inspirado na al-Qaeda tomou duas cidades iraquianas e que agora está ameaçando Bagdá também estava treinando combatentes na Turquia.
A fonte disse ao site WND que pelo menos um dos campos de treinamento do grupo no Iraque do Estado Islâmico do Iraque e da Síria, o ISIS, está nas proximidades da Base Aérea de Incirlik perto de Adana, na Turquia, onde o pessoal e equipamentos norte-americanos estão localizados.
Ele chamou Obama de “um cúmplice” nos ataques que ameaçam o governo de Maliki a quem os EUA ajudaram a estabelecer, através da guerra do Iraque.
A fonte disse que, após o treinamento na Turquia, milhares de combatentes do ISIS foram para o Iraque através da Síria para se juntar ao esforço para estabelecer um Califado Islâmico sujeito a uma rígida lei islâmica, ou Sharia.
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27 de agosto de 2014

Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente


Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

Evangelista processado por pregação bíblica vê cantora gospel lésbica como um prenúncio

Bob Unruh
Uma cantora gospel que vem exortando as igrejas para que mudem a doutrina sobre o comportamento homossexual desde o momento em que ela anunciou que é lésbica está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas, afirma o advogado evangélico, evangelista e ativista Scott Lively.
Vicky Beeching
Lively, presidente da Abiding Truth Ministries, disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA, ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes".
Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.
A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano.
Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele.
"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele.
O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz.
Beeching revelou que ela é lésbica em uma entrevista na semana passada ao jornal “Independent” de Londres.
"O que Jesus ensinou foi uma mensagem radical de acolhimento, inclusão e amor. Estou certa de que Deus me ama do jeito que eu sou e sinto que isso é um grande chamado que eu tenho para comunicar aos jovens," disse ela.
Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito".
Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.
"Nem uma única passagem bíblica retrata a homossexualidade de forma positiva", diz o folheto. "Jesus, de forma inequívoca, condenou todo pecado sexual, incluindo a homossexualidade, confirmando o paradigma de ‘uma só carne’ de Gênesis".
Ele afirma que " uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante".
"Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele.
"Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um pecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".
Na lista estão várias condenações bíblicas ao comportamento homossexual.
Ele disse que seu objetivo é colocar o folheto nas mãos de cada pastor e líder cristão dos EUA e de todo o mundo para que eles tenham uma explicação bíblica do porquê o comportamento homossexual é pecaminoso.
Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal."
"Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.
Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.
O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos.
O juiz federal dos Estados Unidos, Michael Posner, deixou prosseguir o caso trazido contra Lively por um grupo africano chamado Sexual Minorities Uganda (Minorias Sexuais de Uganda) ou SMUG.
O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.
Mas o advogado de Lively, Horatio Mihet do Liberty Counsel (Conselho de Liberdade), diz que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
"Acreditamos que as pretensões do SMUG estão firmemente encerradas, não só pelo direito da Primeira Emenda à liberdade de expressão, mas também pela recente decisão da Suprema Corte em Kiobel, que eliminou o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) para casos que teriam ocorrido em nações estrangeiras", disse ele.
No entanto, Posner levou quase 80 páginas para dizer que ele achava que as alegações do SMUG eram importantes e precisavam ser julgadas.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming
Outros artigos de Scott Lively:

26 de agosto de 2014

Marina Silva: a “nova direitista” que a esquerda escolheu para os conservadores do Brasil


Marina Silva: a “nova direitista” que a esquerda escolheu para os conservadores do Brasil

Julio Severo
Se depender de Emir Sader, a direita, ou os conservadores, já têm seu candidato: Marina Silva. Ele defendeu essa ideia no site esquerdista Carta Capital. Ora, para que ele tivesse um pingo de razão, ele teria de provar que:
1. Marina não militou durante mais de duas décadas no Partido dos Trabalhadores (PT).
2. Marina nunca foi uma ambientalista radical nem foi ministra do Meio-Ambiente no governo Lula.
3. Marina nunca ocupou papel de liderança na infame Central dos Trabalhadores (CUT).
4. Marina nunca teve papel de liderança na Rede Sustentabilidade, cujos fundadores são a favor do aborto, “casamento” gay e maconha e, além disso, opostos às campanhas evangélicas em defesa da família.
5. Marina nunca foi assessorada pelo maior católico progressista — Leonardo Boff — nem pelo maior protestante progressista — Caio Fábio.
Marina Silva e Leonardo Boff, da Teologia da Libertação
Se Emir Sader conseguir provar que Marina não tem esses envolvimentos, então ele pode começar a argumentar sobre uma possibilidade de Marina ser conservadora.
Contudo, esse não é o caso. Marina nunca foi conservadora. Pelo contrário, ela se queixou da “onda de conservadorismo” que quase derrotou Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010. A onda conservadora foi a expressão de fortes sentimentos cristãos contra o aborto e o homossexualismo. Em vez de se colocar frontalmente contra o histórico e posições patentemente abortistas e homossexualistas de Dilma e do PT, Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, criticou abertamente o que ela enxergou como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites.” (Fonte: http://bit.ly/11zFSqq)
O que Sader está fazendo — escolhendo uma esquerdista para os conservadores — não é novidade. Na última eleição presidencial americana, os eleitores americanos tinham uma candidata excelente: Michele Bachmann, que é contra o aborto, o “casamento” gay, a favor da educação escolar em casa, da liberdade dos pais vacinarem ou não os filhos, etc.
No entanto, a esquerda americana insistia em peso que o candidato ideal para a direita americana era o mórmon liberal Mitt Romney, que como governador do estado de Massachusetts legalizou o “casamento” gay. Massachusetts, sob Romney, foi o primeiro estado americano a legalizar essa abominação.
Romney era o candidato predileto da esquerda americana para a direita americana! Estamos num tempo tão difícil que agora, desde os EUA até o Brasil, quem escolhe candidatos para os conservadores são os próprios esquerdistas.
Pobre de nós, conservadores! Estamos tão incapacitados de fazer escolhas que os esquerdistas “bondosamente” indicam seus próprios aliados para nos representar. É a velha, desgastada e inútil estratégia de “votar no menos pior ajuda” — sim, sempre acaba ajudando a garantir a perpetuidade da esquerda no poder.
Michele Bachmann não é nada parecida com Romney, assim como Marina não é nada parecida com uma cristã conservadora. Michele é uma política cheia do Espírito Santo, não cheia de Teologia da Libertação. Veja as referências de Michele aqui:
Michele nunca se envergonhou nem atacou ondas conservadoras. Pelo contrário, ela apoiou todas, inclusive o Tea Party, que foi a maior onda conservadora nos EUA.
Agora compare a Michele cheia do Espírito Santo com a Marina cheia da Teologia da Libertação:
Essa é a Marina que Emir Sader e outros da esquerda brasileira escolheram para representar os conservadores do Brasil. Sader tem a coerência de mostrar que no passado a escolha para os conservadores foi o socialista Fernando Henrique Cardoso. Assim, ao mesmo tempo em que escolhem um Lula ou uma Dilma para si, a esquerda escolhe como “alternativa” para os conservadores um clone camuflado dessas criaturas socialistas.
E se Marina também sofrer um acidente de avião? Não tem problema: Sader & Cia não vão hesitar de nomear Aécio Neves pró-“casamento” gay como o legítimo representante dos conservadores.
Como cristão conservador, só tenho uma resposta: Vade retro, Satana!
A esquerda nos EUA e no Brasil está com tudo para escolher candidatos para si e para os conservadores.
Pena que não tenhamos nenhum candidato cheio do Espírito Santo, contra o aborto, o “casamento” gay, a favor da educação escolar em casa, da liberdade dos pais vacinarem ou não os filhos, etc.
Pena que não tenhamos nenhum candidato para condenar de forma clara e sem ambiguidade — parafraseando Marina — “a Teologia da Libertação renitente que coloniza a política e sacrifica a família e a vida em nome de uma igualdade marxista utópica e destrutiva.”
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25 de agosto de 2014

Ateísta diz que é “imoral” dar à luz bebês com síndrome de Down


Ateísta diz que é “imoral” dar à luz bebês com síndrome de Down

O biólogo Richard Dawkins levantou a polêmica ao dizer que mulher deve abortar a criança

Leiliane Roberta Lopes
Richard Dawkins é um biólogo inglês conhecido mundialmente por suas obras como “O Gene Egoísta” e também por ser um grande militante do ateísmo.
Essa semana o professor da Universidade de Oxford, no Reino Unido, virou notícia por conta de uma mensagem no Twitter dizendo que mulheres grávidas de crianças com síndrome de Down devem abortar.
“Aborte e tente de novo”, disse o biólogo ao ser questionado por uma usuária do microblog que queria saber o que fazer caso engravidasse e descobrisse que o bebê nasceria com a síndrome. “É imoral trazer ‘isso’ ao mundo se você tiver escolha.”
O comentário de Dawkins revoltou mães de crianças com a síndrome e algumas responderam dizendo que nunca desistiriam da gravidez. “Eu lutaria até meus últimos dias pela vida do meu filho”, postou uma internauta.
O biólogo respondeu as críticas dizendo que os bebês com síndrome de Down são “fetos diagnosticados com a doença antes de terem sentimentos”.
Na visão do ateísta uma criança com síndrome de Down tem todos os direitos inalienáveis à pessoa, mas não no caso do feto. “Um feto, sem um sistema nervoso desenvolvido, não tem”. Com informações Folha de SP
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Gays são 1 em 50, e não 1 em 4


Gays são 1 em 50, e não 1 em 4

Michael Brown
De acordo com uma pesquisa do Instituto Gallup de 2011, os americanos pensavam que 25 por cento da população era gay (ou seja, uma em cada quatro pessoas), enquanto que aqueles com idade entre 18-29 anos apresentavam um número de cerca de 30 por cento (ou seja, quase uma em cada três pessoas). A realidade é que menos de 2 por cento da população é gay (ou seja, menos de uma em 50 pessoas), e muitos líderes gays sabem que isso é verdade.
Povo dos EUA, vocês foram enganados.
Por muitos anos, foi dito aos americanos que “um em cada 10 americanos” era gay, um número com base em um estudo esmagadoramente falho de 1948 de Alfred Kinsey. (Kinsey, na verdade, se baseou em dados de presos do sexo masculino para chegar a suas estatísticas.)
Mesmo sabendo que essa estatística foi inflada, os ativistas gays a usaram como uma mentira conveniente, já que, como salientaram dois líderes estrategistas gays no final de 1980, “há força nas estatísticas.” Conforme expresso por um líder gay há poucos dias, “A verdade é, números importam, e importam para se ter influência política.”
Em outras palavras, se os americanos percebessem que menos de 2 por cento da população era gay, em vez de 10 por cento (e muito menos de 25 por cento), eles teriam tido uma visão muito diferente dos “direitos dos homossexuais.”
Para ficar claro, é errado intimidar ou oprimir ou maltratar alguém com base no sexo ou na etnia ou suas atrações românticas, de forma que não é essa a questão. Mesmo que os gays sejam 1 por cento da população, ou 90 por cento, eles não devem ser maltratados.
Mas você não precisa reformular o sistema jurídico, a ponto de atacar as liberdades de expressão, de consciência e religião baseado no desejo sexual e romântico de uma pequena porcentagem da população, nem tem cabimento alguém se envolver em um grande experimento social, como redefinir o casamento, por causa de um grupo de pessoas estatisticamente pequeno.
Em 2003, no breve relatório da decisão histórica da Suprema Corte dos EUA sobre o caso Lawrence versus Texas, uma grande coalizão de 31 gays e organizações pró-homossexualismo utilizou a estatística de 2,8 por cento da população masculina e 1,4 por cento da população feminina como pessoas que se identificam como gays, lésbicas ou bissexuais.
Isso significa que essas organizações de ativistas estavam plenamente conscientes de que o número de 10 por cento era completamente falso e ainda assim eles nunca protestaram quando esse número foi utilizado para fazer avançar a sua causa. Por que expor uma mentira tão útil?
Em 2011, o Instituto Williams da faculdade de direito da UCLA divulgou um estudo feito pelo Dr. Gary J. Gates, que está a serviço do Instituto Charles R. Williams como um Distinto Acadêmico da Williams sobre Orientação Sexual e Direito de Identidade de Gênero e Políticas Públicas. Sua biografia oficial afirma ainda que, “o Dr. Gates, co-autor da obra The Gay and Lesbian Atlas, é um reconhecido especialista em geografia e demografia de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros… Muitos meios de comunicação, nacionais e internacionais, regularmente exibem o seu trabalho.”
Segundo o Dr. Gates, apenas 1,7 por cento da população se identifica como gay, com aproximadamente o mesmo número para os que se identificam como bissexual.
Compare isso com uma pesquisa informal que realizei ao falar em uma conferência de jovens cristãos no mês passado, perguntando a esses jovens de compromisso qual a percentagem da população que era gay. (Algumas desses jovens foram educados em casa e pareciam conhecer pouco sobre os mais famosos programas de TV a cabo, então eles eram menos conhecedores do mundo do que os jovens comuns.) O primeiro adolescente respondeu: “Trinta por cento.” O segundo disse: “Quarenta por cento.”
Onde no mundo eles conseguiram números tão absurdos? Você pode agradecer à mídia por isso, ou seja, pelas séries de TV, as novelas e os filmes, juntamente com as principais agências de notícias.
Mas é aí que as coisas ficam muito interessantes. Durante anos, os ativistas gays trabalharam para introduzir uma questão sobre a orientação sexual na Pesquisa de Saúde Nacional (NHIS) do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), um documento de grande importância tanto na política do governo americano como na percepção pública.
Essa questão foi incluída na pesquisa de 2013, e os resultados, divulgados no mês passado, produziram manchetes chocantes: “1,6 por cento dos adultos se identificam como gays ou lésbicas e 0,7 por cento se consideram bissexuais.”
Esses números são próximos aos números usados por líderes conservadores durante anos, pelos quais fomos ridicularizados como sendo mentirosos e difamados como sendo inimigos. Agora, o governo confirmou o que sabíamos ser verdade.
Os líderes gays e lésbicas não estavam felizes com os resultados, com o Dr. Scout, diretor da organização sem fins lucrativos da Rede de Saúde LGBT do CenterLink, que afirmou: “Se realmente somos 2 por cento contra 4 por cento, isso significa que as pessoas vão dizer: ‘OK, eu só vou cuidar dessa metade com o mesmo empenho.’”
Que tal mudar isso para: “Se realmente somos 2 por cento contra 25 por cento, as pessoas vão dizer, ‘OK, eu só vou cuidar de um duodécimo com o mesmo empenho.’” E tome nota: o Dr. Scout apenas alegou que 4 por cento eram gays.
Os líderes bissexuais estavam preocupados também com Ellyn Ruthstrom, presidente do Centro de Recursos Bissexuais em Boston, que opinou: “Para uma pesquisa do NHIS de tão respeitada que é produzir um número tão pequeno, é um golpe.”
“Isso apenas vai tornar ainda mais difícil para nós quando sairmos e conversarmos com as pessoas sobre a população bissexual,” disse ela. “Nós já temos uma dificuldade real com as pessoas por não levarem a identidade bissexual a sério.”
Mas fica ainda mais interessante. Um artigo no Washington Post, intitulado “grupos de defesa dos homossexuais contestam a pesquisa federal do número estimado da população,” observa que a Pesquisa Nacional de Fumantes Adultos de 2013 veio com resultados que “mais lembrava o que os grupos de defesa dos direitos dos homossexuais tinham esperado. Descobriu-se que 3,5 por cento dos norte-americanos se consideravam gays, lésbicas ou bissexuais, com 1,9 por cento rotulando-se gay ou lésbica e 1,6 por cento se identificavam como bissexual.”
Isso significa que os grupos de defesa dos homossexuais sabiam muito bem que, ao invés de ser um em 10 pessoas, seus números eram mais perto de um em 50 pessoas, com menos de um em 60 pessoas que se identificam como bissexual.
A verdade é que se tem enganado e mentido para o povo americano, e os ativistas gays têm sido cúmplices nesse engano, isso se não lideraram ativamente as estratégias dessa fraude. Com a nova pesquisa, é hora de expor as mentiras.
A realidade é que menos de um em 50 americanos se identificam como gays, dos quais apenas uma minoria quer ser “casado.”
Que tolice, então, redefinir o casamento, restringir as liberdades de consciência, de expressão e de religião, e se envolver em um experimento social colossal com base em uma pequena porcentagem da população para tal.
Nós não seremos enganados novamente.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo da revista Charisma: Gays Are 1 in 50, Not 1 in 4
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24 de agosto de 2014

Ariovaldo Ramos contra o cessacionismo: Os dons só cessam quando morremos


Ariovaldo Ramos contra o cessacionismo: Os dons só cessam quando morremos

Ariovaldo Ramos
Comentário de Julio Severo: Considerando que Ariovaldo Ramos circula muito nos meios calvinistas, um terreno onde abunda a aridez da heresia cessacionista (que nega que o Espírito Santo dá hoje dons sobrenaturais como profecia e outros), sua postura de defender que hoje, enquanto somos imperfeitos, precisaremos dos dons sobrenaturais é louvável. Muito inteligente também é sua atitude de colocar Calvino como não como cessacionista. Mas mesmo que Calvino fosse cessacionista, a Palavra de Deus é maior do que ele e suas palavras. No entanto, não é só o cessacionsimo que abunda nos meios calvinistas. Nas denominações calvinistas, tanto no Brasil quanto nos EUA, o liberalismo teológico — na figura da Teologia da Missão Integral (TMI) e Evangelho Social — tem trazido contaminações marxistas. Eu acho que a Palavra de Deus é suficiente para evitarmos a TMI e suas contaminações marxistas. Não fico surpreso em saber que calvinistas e protestantes semelhantes sejam pioneiros na TMI. Mas fico surpreso que Ariovaldo, ao abraçar muito do estilo de vida calvinista, tenha se deixado contaminar pela TMI, ainda mais crendo em dons como profecia. O que ele dirá depois ao Senhor? “Eu não sabia que a TMI era errada”? Resposta do Senhor: “Você tinha Minha Palavra. Qualquer dúvida adicional, você tinha Meus dons revelatórios, para alertá-lo mais…” Até onde sei, antes de ser tornar relativamente “reformado,” Ariovaldo era um homem que subia os montes para orar e ouvir a Deus. Depois, foi influenciado por Caio Fábio e ficou deslumbrado com o mundo teológico dos calvinistas. Nesse mundo arriscado, ele conseguiu evitar a heresia cessacionista, mas não as outras. Por que a TMI, a maçonaria e o cessacionismo abundam há décadas entre presbiterianos (calvinistas)? Isso não deveria fazer parte da vida de um seguidor de Jesus que realmente crê na Palavra e nos dons sobrenaturais do Espírito Santo. A mesma Bíblia que não apoia em momento algum a heresia cessacionista também não apoia nenhum tipo de marxismo, seja Teologia da Libertação ou sua irmã evangélica, a Teologia da Missão Integral. É de chocar que Ariovaldo consiga ver uma verdade, mas seja incapaz de ver a outra. Que Deus possa remover esse desequilíbrio da vida dela. Eis o artigo de Ariovaldo em que ele acerta em cheio sobre a heresia cessacionista. Que ele ainda venha a ter o mesmo acerto sobre a outra heresia:
Cessacionismo ou Espírito Santo?
“O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.” 1Co 13.8-10
Paulo nos diz que um dia não precisaremos mais de profecias, nem de dons, nem de conhecimento. Porque estas possibilidades compõem o que ele chama de “o que é em parte”. Na chegada do perfeito, o que é em parte será aniquilado.
Por que em parte conhecemos? Segundo João Calvino “a intenção de Paulo é mostrar que o fato de recebermos conhecimento e profecia é precisamente uma prova de que somos imperfeitos. Portanto ‘em parte’ significa que não fomos ainda aperfeiçoados. Conhecimento e profecia, portanto, terão lugar em nossas vidas enquanto a imperfeição fizer parte de nossa existência terrena, pois eles nos assessoram até que plenitude nos atinja.” (Comentário à Sagrada Escritura, Exposição de 1Coríntios, 1ª Edição em Português, São Paulo, 1996, Edições Paracletos, pg. 402)
Os dons durarão até chegar o que é perfeito. Quando chegará o que é perfeito? O que Paulo está dizendo? Segundo João Calvino “ele está dizendo: ‘Quando a perfeição chegar, tudo o quanto nos auxiliou em nossas imperfeições será abolido.’ Mas, quando tal perfeição virá? Em verdade, ela começa com a morte, quando nos despirmos das inúmeras fraquezas juntamente com o corpo; porém, ela não será plenamente estabelecida até que chegue o dia do juízo final.” (op. cit., pg. 403)
Então, enquanto vivermos precisaremos dos dons, do conhecimento e da profecia. É claro que “o benefício oriundo dos dons só é eficaz enquanto estivermos nos movendo para o alvo” (op. cit. Pg 402), isto é, os dons são os acessórios necessários para vivermos conforme a nossa vocação. “Paulo poderia ter posto nestes termos: ‘Quando tivermos alcançado o ponto de chegada, então as coisas que nos ajudaram no percurso deixarão de existir.’” (op. cit. Pg. 403) Só com a morte a gente deixa de precisar dos dons, do conhecimento e da profecia, não que a morte seja o que é perfeito, o que é perfeito vem com o juízo final: a nossa ressurreição!
Cessacionismo é liberalismo teológico e Determinismo é paganismo; não há nada de estranho no fato de andarem juntos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

23 de agosto de 2014

Carta aberta de Dilma Rousseff aos evangélicos


Carta aberta de Dilma Rousseff aos evangélicos

Thiago Cortês
*ESTA É UMA CARTA FICTÍCIA
Primeiramente, bom dia a todos vocês!
Mas não sei quando vocês vão ler a minha carta. Então é um bom dia, mas também pode ser uma boa tarde. E, é claro, a gente sabe que pode ser também uma boa noite. Uma dessas coisas.
E vocês recebam meu carinho em qualquer época do dia em que estiverem.
É um orgulho falar com vocês. Porque, é assim, vocês são gente. Nossa gente. E é aquilo. Tem que gostar. Político gosta ou não vai gostar nunca. E eu gosto. Do que? De gente.
E tem essa coisa bonita de vocês. A gente olha vocês e fica vendo e admirando…
É uma coisa bonita. Vocês orando e lendo a Bíblia, né, que é o livro que Jesus escreveu antes de morrer e deixou na Ilha de Patmos, para a mãe dele traduzir, a Nossa Senhora. Que é a deusa dos católicos.
Vocês acham que ela não é a mãe de Jesus e eu respeito isso, porque sou muito cristã.
E isso que estou fazendo nesse momento é uma coisa que, vocês entendam, é muito simbólica. O que? Eu escrever uma carta pra vocês. Tem essa coisa aí da simbologia. Que é a carta. Muito simbolismo, nisso.
Porque isso quer dizer uma coisa. Porque a gente, com esse gesto, está fazendo uma coisa que é buscar, agora, nesse momento, demonstrar, do nosso jeito, essa vontade, de se aproximar, de vocês que são o que? A sociedade das pessoas cristãs, que se dizem evangélicas.
Porque temos um carinho com os crentes. Chamo de crentes porque tenho essa intimidade, essa coisa de empatia, porque vocês sabem, isso é uma coisa, eu rezo muito quando entro no avião. E dou presentes ao menino Jesus no fim do ano quando pulo no mar, as ondas.
Sou a presidenta de todo mundo. Mas, pessoalmente, no meu particular, que é meu e não tem essa participação presidenta, do governo, tenho que dizer, que sou muito cristã. A presidenta é neutra, de todo mundo, reza, se benze e recebe espírito. Mas a Dilma é cristã.
Muita gente faz essa controvérsia, mas amo muito a Bíblia.
No que se refere a essa coisa da Bíblia, gosto muito do Sermão de Moisés, o profeta que fala da vinda de Jesus e que deu tudo para os pobres. E fico emocionada quando Martinho Lutero aparece pra matar os soldados e Jesus começa a escrever na areia: “Para com isso”. 
Falo isso porque quero mostrar que o pastor, e por que não dizer a pastora?, nós, do governo, temos que valorizar. E também tenho que dizer que a sociedade precisa parar com essa coisa, que eu acho deselegante, eu não aprovo, como Dilma, a pessoa, que sou eu, não aprovo, que é falar mal de evangélico.
Eu até me pareço muito com Jesus Cristo. Porque sempre sou traída por alguém. O Bonner me traiu, vocês viram.
O Bonner é jornalista e deveria saber que, enquanto presidenta, não posso comentar casos de corrupção do meu governo. E nem posso falar mal do meu partido. Só do partido dos outros.
Ele me lembra Judas, que traiu Jesus no Jardim do Éden. E por falar em traidor…
O Malafaia fala muito mal de mim. Não sei donde ele tira os dados.
Eu respeito, claro. A gente tem que ter essa postura. Porque hoje o mundo está globalizado na democracia e o Brasil está dentro desse mundo. Vocês não pensem que o Brasil está fora, não!
A gente fica na América e os jesuítas vieram aqui. Os índios existiam. Os jesuítas, não. Daí que começou essa coisa bonita, que veio lá atrás, e a gente conquistou, que foi a democracia.
E o Malafaia tem liberdade de falar. Mas é claro, a gente precisa explicar.
Gente, tem a Polícia Federal, a Receita Federal, e quem manda sou eu. Federal, sou eu. É a federação. É o PT.
Ponho a PF na cola do Romeu Tuma e a Receita atrás do Malafaia. É constitucional, essa coisa.
Porque é da democracia. Não é minha culpa. Veio isso lá, do mundo novo, com os jesuítas, por isso se Malafaia fala mal de mim, tem essa coisa natural, que é isso, eu investigo. É democrático. É da vida.
Eu respeito  a Constituição quando trata da questão do aborto. Isso não é uma questão subjetiva. Mas tem que ser objetiva? Não sei.
Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não essas acusações de alguns pastores. Mas tenho minha posição, enquanto Dilma. Sou contra o aborto, como Dilma, no meu particular.
Então, essa posição. Eu tenho. Porque é triste, quando eu penso. O aborto é uma morte que tira a vida.
Aqui eu fico…assim, eu fico olhando, por quê? Primeiro, porque eu vejo as coisas. E eu gosto de ver. E vejo. De longe, olho muito. E eu adoro criança. Fico feliz.
E as crianças são alegres. Porque vocês sabem, toda foto com criança, tem um sujeito oculto. Que é um cachorro. E eu fico emocionada. Porque sou cristã, né, vocês sabem.
E jamais acharia bonito o aborto. Isso é uma coisa terrível. Ficaria apenas o cachorro, na foto.
Daí muita gente me acusa: “Dilma, você botou a ministra”. “O que tem?”, eu pergunto. Daí vocês me dizem: “Ela é abortista”. Mas ela está aposentada dessa coisa, gente, faz tempo, que aposentou, dessa vida de cometer abortos. E hoje é uma senhora linda e cristã.
Eu sempre serei contra o aborto. Porque a morte acaba com a vida. Eu aprendi isso naquela passagem de Jesus, quando ele diz: “Pai, afasta de mim as crianças. Deixa elas brincar”.
É o início e o fim do homem porque não existe, fisicamente, a família. Nem tem como ver. Não tem um País, fisicamente. Nem tem um Brasil, que dá pra você pegar com a mão.
O que existe são as pessoas. E eu gosto de gente. Porque sou cristã. Eu aprendi isso lendo meu livro preferido da Bíblia, as Cartas de Chico Xavier.
O bebê é, eu diria, muito mais, acredito, do que seria se apenas fosse somente aquilo que é, um bebê. Então veja, o bebê é, além de ser vivo, uma pessoa, é um símbolo.
E quero o apoio de vocês para continuar defendendo os valores cristãos, essa coisa bonita que o Macedo construiu lá, que é muito simbólico, porque lembra Jesus falando com os mercadores: “Entrem, mercadores do templo, sejam felizes, a casa do meu Pai está a venda”.
Então, me despeço, agora, nesse espírito de união, com o apoio de vocês, porque todo mundo tem no coração essa coisa, das crianças, do cachorro, e da fé. Obrigada!
Um beijo, internautas!
Dilmão*,
Brasília,
21 de agosto de 2014,
* Dilma Roussef é presidenta e chefe da Receita Federal que investiga o Malafaia. 
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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