26 de março de 2015

Dep. Pastor Eurico pede medidas do governo brasileiro contra intolerância islâmica às igrejas cristãs


Dep. Pastor Eurico pede medidas do governo brasileiro contra intolerância islâmica às igrejas cristãs

Julio Severo
A liberdade que os muçulmanos têm no Brasil de construir mesquitas e promover sua ideologia é a liberdade que eles não dão aos cristãos em países como Arábia Saudita, Irã e muitos outros.
Dep. Pastor Eurico
Portanto, numa medida de justiça e defesa de direitos humanos, o governo brasileiro deveria aplicar uma política recíproca. O Dep. Pastor Eurico, da tribuna do Congresso Nacional, pediu tal medida, bradando contra a violência islâmica aos cristãos.
Para assistir ao discurso dele, use este link: https://youtu.be/Vj_yJXtPNRc
Se Dilma Rousseff atender a esse discurso, de legitima defesa dos direitos humanos, ela será pioneira na política brasileira, que nunca, sob presidente nenhum, aplicou reciprocidade à Arábia Saudita, que não permite Bíblias nem igrejas em seu território, condenando à morte qualquer pessoa que aceitar Jesus Cristo como Salvador.
Se Dilma aplicar tal reciprocidade, seu exemplo será impactante em todo o mundo ocidental, que não ousa desafiar a tirania dos países islâmicos que não poupam a vida dos cristãos.
Mesmo que Dilma não aja, o recado do Pastor Eurico foi dado, e todos os que o receberam, inclusive deputados e lideranças cristãs, têm a obrigação moral de pressionar o governo brasileiro de hoje a fazer o que nenhum governo brasileiro do passado fez: colocar os países muçulmanos que perseguem cristãos nos seus devidos lugares. Se não querem dar liberdade para os cristãos viverem, pregarem e construírem suas igrejas em seus países, o Brasil lhes dará o troco, proibindo a pregação islâmica e a construção de mesquitas em território brasileiro.
Medidas duras funcionam melhor do que palavras ocas.
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25 de março de 2015

Ted Cruz para presidente dos EUA: boa notícia para os evangélicos, má notícia para as elites do Partido Republicano


Ted Cruz para presidente dos EUA: boa notícia para os evangélicos, má notícia para as elites do Partido Republicano

Bryan Fischer
Comentário de Julio Severo: Quando não há candidato em quem votar, é uma tristeza. Mas quando há, é uma alegria. Ted Cruz lançou sua candidatura à presidência dos EUA na maior universidade evangélica do mundo, a Liberty University, ligada a Matt Barber, dono do portal conservador Barbwire, onde sou colunista. Aliás, o texto abaixo, escrito por Bryan Fischer, foi publicado no Barbwire. Se Cruz de fato for até o fim, esta eleição será emocionante. Hoje, sonhei que eu estava numa área onde havia uma cabine de votação nos EUA. Por algum motivo, vi o primeiro eleitor americano votar e depois que ele saiu da cabine de votação, o voto dele foi colocado na minha mão e vi que o voto dele foi para Cruz. Fiquei extremamente alegre naquele momento. Não posso votar nos EUA, mas vou estar orando para que Cruz vença e se torne presidente, tornando-se assim, como diz Romanos, um “ministro de Deus.” Estamos cansados de ver presidentes e políticos americanos, verdadeiros servos de Satanás, facilitando a perseguição internacional dos cristãos. É hora de um evangélico como Ted Cruz vencer e mudar a política anticristã e pró-sodomia do governo dos EUA. Oro também para que como presidente dos EUA ele faça o que nenhum presidente americano nunca fez: RECONHECER OFICIALMENTE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL! Meu apoio a Ted Cruz!
Ted Cruz
Ted Cruz emocionou todos hoje com sua declaração oficial de sua candidatura para próximo presidente dos Estados Unidos.
Ele antecipou-se a todos os outros que estavam para lançar suas candidaturas e agora estão lutando para alcançar Cruz. Foi um exemplo brilhante de estratégia política.
Ao lançar sua campanha na Universidade Liberty (Liberdade), a maior universidade evangélica do mundo, Cruz estava também enviando uma mensagem poderosa para os eleitores cristãos conservadores: “Sou um de vocês.” Ele estava dizendo aos evangélicos que eles são os seus eleitores. Ele abraçou os evangélicos publicamente de um jeito que nunca se viu desde os dias de Ronald Reagan.
É impossível que um republicano ganhe a nomeação para a presidência dos EUA sem o apoio entusiasmado dos eleitores evangélicos. Pergunte isso a Romney e McCain. Cruz gerará o tipo de fervor e energia entre os evangélicos praticantes que são necessários para ganhar. Aliás, ele pode garantir o apoio dos eleitores evangélicos antes que os outros candidatos conservadores terminem de lançar suas candidaturas.
Quatro milhões de eleitores evangélicos ficaram em casa em 2012 e ao fazerem isso entregaram a eleição a Barack Obama. Cruz atrairá esses quatro milhões de conservadores para as urnas e eles trarão seus amigos com eles. Muitos deles.
Consultores políticos, que ganharam quantias espantosas de dinheiro para dizer aos republicanos como perder uma eleição após outra, se equivocaram totalmente sobre os eleitores “independentes.” A planilha deles diz que há republicanos na direita, democratas na esquerda, com os eleitores independentes no meio.
O que essa planilha não consegue explicar é o número de eleitores independentes que estão na direita da elite centrista mingau do Partido Republicano de hoje. Eles são independentes, não porque o Partido Republicano é conservador demais para eles, mas porque não é suficientemente conservador.
Tomando emprestado as palavras de Ronald Reagan, eles não deixaram o Partido Republicano. Foi o Partido Republicano que os deixou. Ted Cruz trará o partido de volta para eles e ele os trará de volta ao partido. Ele ganhará os independentes cujo voto é decisivo. Esses independentes podem dar a vitória para os republicanos em 2016.
Será fascinante assistir ao choro e ranger de dentes da elite do Partido Republicano se a candidatura de Cruz decolar. Logo descobriremos se há espaço suficiente para Ted Cruz no Partido Republicano, que diz que tem espaço para todos. Esse espaço pode acabar se comprovando muito menor do que os evangélicos querem acreditar.
As elites do Partido Republicano sempre acham que os eleitores evangélicos votarão nelas. Com uma condescendência arrogante, essas elites jogam um ou dois ossos para os evangélicos, então dão um tapinha na cabeça deles e lhes dizem para ficar no cantinho para não serem vistos nem ouvidos. Elas presumem que os evangélicos votarão no Partido Republicano porque eles não têm nenhum outro lugar para ir.
Com a nomeação de Cruz, esses dias chegarão ao fim. Serão as elites do Partido Republicano que não terão nenhum lugar para ir. Os evangélicos dirão que é hora das elites taparem o nariz e votarem num evangélico para conseguirem uma mudança de verdade.
No perfil que fizeram de Ted Cruz, o jornal esquerdista New York Times disse que as elites do Partido Republicano estão “céticas e iradas com Ted Cruz.” Parece que ele pode ser exatamente o homem que nós evangélicos estamos procurando como candidato.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Barbwire: Ted Cruz Launch: Good News for Evangelicals, Bad News for GOP Elites
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Jornal Globo condena Rússia por impedir que duplas gays recebam o mesmo benefício que os casais casados na ONU


Jornal Globo condena Rússia por impedir que duplas gays recebam o mesmo benefício que os casais casados na ONU

Julio Severo
Afirmando que a Rússia está “na contramão” do ativismo homossexual que busca leis especiais para proteger o comportamento homossexual, o jornal O Globo declarou que o país europeu “apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) uma medida para impedir que a instituição estenda” a duplas formadas por dois homens envolvidos homossexualmente que lá trabalham os mesmos benefícios dados aos casais normais de homem e mulher casados.
No ano passado, Ban ki-moon, secretário-geral da ONU, anunciou medida beneficiando essas duplas. Mas a Rússia pediu à Quinta Comissão da ONU, responsável pelo orçamento da entidade, que votasse contra tal medida.
De acordo com O Globo, a medida de Ban ki-moon modificou uma lei anterior que determinava que o estado civil dos funcionários seria decidido pelas leis de seu país de origem. A partir da nova medida, os funcionários homossexuais envolvidos em casamentos fajutos poderiam receber os mesmos benefícios que um casal de homem e mulher caso se casassem em um país onde o “casamento” homossexual fosse legalmente aceito.
A nova lei enfrenta a oposição da Rússia desde dezembro do ano passado.
A política antissodomia da Rússia tem estado no centro das preocupações dos EUA e Europa. A nova resistência russa vem no rastro da lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Essa lei gerou oposição intensa do governo e da mídia dos EUA antes dos Jogos Olímpicos de Inverno, no ano passado, em Sochi.
Com informações do jornal O Globo.
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24 de março de 2015

Rev. Graham: “Os cristãos estão sendo atacados” por Hollywood e por parte da grande mídia noticiosa dos EUA


Rev. Graham: “Os cristãos estão sendo atacados” por Hollywood e por parte da grande mídia noticiosa dos EUA

Michael W. Chapman
Ações anticristãs estão ocorrendo nos EUA e boa parte dos ataques está “vindo da indústria de entretenimento” e alguns segmentos da “mídia noticiosa,” disse o Rev. Franklin Graham, que acrescentou que “os cristãos estão sendo atacados” e que os ataques estão crescendo no mundo inteiro, junto com um aumento de incidentes de antissemitismo.
Franklin Graham
Franklin Graham, que preside a Associação Evangelística Billy Graham e Samaritan’s Purse, uma organização cristã de assistência internacional, é filho do pregador cristão mundialmente famoso Billy Graham.
Numa entrevista no “America’s Forum” da TV Newsmax em 18 de abril de 2014, perguntaram a Franklin Graham: “Nesta altura, estamos na magnitude, que talvez não tenha paralelo na história, de conduta e atividade anticristã e antissemitismo, que estão aumentando no mundo inteiro?”
O Rev. Graham disse: “Estamos vendo o aumento [do anticristianismo e antissemitismo] no mundo inteiro. Não há a menor dúvida disso. É assustador. Estamos vendo o anticristianismo nos EUA. Estamos vendo boa parte disso vindo da indústria de entretenimento, principalmente em certos segmentos da mídia noticiosa. Os cristãos estão sendo atacados.”
“Estamos vendo essa tendência agora na Europa, com o antissemitismo. Não há dúvida disso,” disse o Rev. Graham. “Estamos vivendo num mundo que está mudando e é assustador ver como o mundo está mudando rapidamente. Penso que nos próximos anos vamos ver real perseguição de cristãos e judeus.”
Quando lhe perguntaram o que devem fazer os cristãos que se deparam com ataques anticristãos, o Rev. Graham disse que ele “incentivaria os cristãos a não recuar, a permanecerem firmes, a darem testemunho de sua fé, a assumir uma postura por sua fé e a não terem medo dos secularistas que zombarão de você.”
“Sabe, vivemos num mundo em que queremos ser politicamente corretos, vivemos num mundo em que as pessoas querem ser aceitas,” disse ele. “E ao ficar ao lado de Jesus Cristo, não vamos ser aceitos em alguns círculos. Temos simplesmente de ter a disposição de aceitar isso, e não ficarmos com medo.”
“Eu incentivaria os cristãos a tomar uma posição e ter orgulho de sua fé, e não serem tímidos,” disse o Rev. Graham. “Diga aos outros sobre o que Deus fez por vocês, o que Cristo fez quando Ele morreu na Cruz e ressuscitou dos mortos. Falem às pessoas sobre isso.”
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23 de março de 2015

Servos de Satanás


Servos de Satanás

Lee Duigon
Para pessoas cujo principal comportamento da língua consiste em gritarias e palavrões, qualquer momento que encontram alguém que não concorda com eles, os liberais, os progressistas, os ateístas e outros espécimes da Extrema Esquerda mostram uma surpreendente capacidade de se ofender com qualquer coisa.
Como ontem, quando me referi a alguns deles como “servos de Satanás,” houve berros e gritaria por causa disso. Metade dessa gente diz que seja como for não acreditam em Deus, sem mencionar o diabo. Então por que ficam tão nervosos?
Olha só, eles parecem pensar que só porque eles não concordam comigo, podem sair me xingando.
A verdade é que há muitas questões morais centrais em que a Palavra de Deus é clara e inequívoca — tais como assassinato, adultério, práticas homossexuais, negar Cristo e blasfêmia contra o Espírito Santo, apenas para citar alguns exemplos. Não existe nenhum versículo na Bíblia que endosse, justifique, defenda ou promova alguma dessas condutas. Não é uma questão da minha opinião ou interpretação. Deus condenou todas essas condutas, e não há mão dupla aí.
Ser servo de Satanás envolve mais do que apenas pecar. Afinal, todos somos pecadores; caso contrário, não precisaríamos de um Salvador. É como a diferença entre um homossexual comum, um pecador como o resto de nós, e um pastor protestante espiritualmente morto que realiza paródias homossexuais do casamento em sua igreja. Quem é o servo de Satanás aí? É o pastor. E hoje há muitos pastores dessa espécie.
Não entendo a razão por que deveria ser difícil entender, exceto para os que não querem entender — talvez porque muitos de seus heróis sejam servos de Satanás. Margaret Sanger, Richard Dawkins, Alfred Kinsey, o ocupante da Casa Branca, Mikey Weinstein — dava para passarmos um dia inteiro fazendo uma lista com os nomes deles. Mas eles são todos servos de Satanás, pois todos eles pregam e ensinam que o mal é bom e que o bom é mal; todos eles buscam anular as leis de Deus; e eles todos têm trabalhado para criar um mundo onde as leis de Deus estejam apagadas.
Se isso não é servir a Satanás, o que é?
Traduzido por Julio Severo do artigo do BarbWire: Servants of Satan
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22 de março de 2015

Arrogância e hipocrisia na Missão Integral


Arrogância e hipocrisia na Missão Integral

Dr. Fábio Blanco
Muitas pessoas me pedem para escrever sobre a Teologia da Missão Integral, desejosas que estão de entender melhor o que é esse movimento dentro das igrejas evangélicas. Confesso que este não está entre meus assuntos favoritos, e se comento sobre ele é apenas por uma questão de responsabilidade e necessidade. Isso porque considero a TMI como o maior perigo à igreja brasileira da atualidade, por trazer para dentro do ambiente eclesiástico uma visão contaminada de marxismo, esquerdismo e toda sua retórica materialista.
No entanto, neste artigo, especificamente, vou apenas tecer alguns comentários sobre um vídeo, com um pequeno trecho de uma conversa, em forma de palestra, entre o pastor Ed René Kivitz, meu conterrâneo da cidade de Santos, com quem até já almocei uma vez, quando ainda eu era bem jovem e que agora parece estar bem engajado na divulgação da Teologia da Missão Integral, o pastor Ariovaldo Ramos, talvez o maior expoente do movimento no Brasil e o pastor Davi Steuernagel, a quem conheci apenas aqui.
O pastor Kivitz, bem no início do vídeo, afirma que a Missão Integral assusta as igrejas evangélicas brasileiras porque “o evangelho assusta”. E aqui nós já encontramos a pretensão de ver a TMI como o reflexo do próprio evangelho, como se os princípios levantados pelo movimento fossem simplesmente a interpretação exata das palavras e exemplos de Cristo. Assim, não há dúvida que, para os integrantes da TMI, evangelho e Teologia da Missão Integral são a mesma coisa, tratam do mesma tema, possuem as mesma preocupações.
Mas o pastor segue afirmando que quando falam em igreja evangélica, não necessariamente estão falando “do povo convertido”, mas de “auditórios religiosos superlotados de pessoas que ouviram uma mensagem de que Deus existe para resolver os seus problemas, o que é absolutamente distinto do que é a convocação do evangelho de Jesus”.
Até aqui, as palavras de Kivitz não são tão problemáticas, ainda mais quando já conhecemos o que pensa o pessoal da TMI em relação às grandes igrejas neopentecostais. No entanto, a sequência do que diz contém algo bem mais sério e que se apresenta quase como calúnia contra a maioria evangélica brasileira. O pastor, simplesmente, afirma que “O evangelho de Jesus assusta [pois] você tem que negar a si mesmo, viver para o próximo, incluir o outro na sua agenda, repartir o que você tem, devolver o dinheiro injusto que você acumulou, você tem que restituir quem você roubou…” e por isso ele assusta a igreja evangélica.
Ora, é muito interessante a forma como esses representantes da TMI enxergam a população evangélica. Veja que o pastor afirma que as pessoas que frequentam esses auditórios lotados, dessas igrejas que vivem pregando as promessas divinas, não aceitam a proposta da TMI por ser ela verdadeira. E o que representa essa proposta é, entre outras coisas, não cometer crimes. Portanto, pode-se concluir que, segundo a cabeça do pastor Kivitz, as pessoas das igrejas evangélicas não aceitam a TMI porque pretendem continuar roubando, fraudando, enganando os outros. Ao dizer que os evangélicos se assustam por causa da proposta do evangelho, está acusando-os de serem egoístas, interesseiros e até criminosos.
Isso é de uma arrogância impressionante, mas não é tão surpreendente quando conhecemos as origens intelectuais e ideológicas da Teologia da Missão Integral. Como bons esquerdistas, eles se enxergam como os paladinos da justiça, santos imaculados que só fazem bem à sociedade, enquanto acusam aqueles que não abraçam sua causa de serem criminosos. Isso está no DNA da esquerda e parece que foi bem assimilado pelos representantes da TMI.
Além disso, a hipocrisia também é parte inerente ao discurso dessa turma. Tanto que o pastor fala em “repartir o que você tem”, quando, é bem sabido, que todos os líderes da Missão Integral são bons burgueses, pessoas da classe média, com uma vida bem confortável e, até onde se sabe, não repartiram seus apartamentos, carros, salários e outras benesses com os pobres. Isso apenas significa que a hipocrisia esquerdista também foi absorvida e está bem forte em seus discursos.
Antes de seguir na análise do vídeo, deixe-me fazer uma observação: para entender a linguagem dos representantes da TMI, é necessário alguma experiência com a linguagem das esquerdas, a fim de captar a sutileza do que dizem e entender onde realmente eles estão querendo chegar.
Por exemplo, para compreender o que diz o pastor Valdir Steuermagel, que falou logo em seguida, é preciso saber como os movimentos socialistas assumiram o poder em todos os lugares que lograram êxito na assunção ao poder. Ele diz que a TMI assusta as igrejas evangélicas porque elas não estão acostumadas com o sistema de “horizontalidade”, que significaria, nada menos, que a abolição do sistema hierárquico da igreja ou, como ele mesmo diz, o “sistema clerical”.
Quem estudou um pouquinho de história sabe que essa sempre foi a retórica dos marxistas. Da promessa da ditadura do proletariado, passando pelo governo dos sovietes, sempre lutaram pelo poder prometendo acabar com a força das autoridades e da hierarquia, distribuindo esse mesmo poder entre o povo. O problema é que o resultado, invariavelmente, foi apenas a substituição de uma elite por outra, sendo esta ainda mais centralizadora e poderosa.
Na Missão Integral não ocorre algo muito diferente. Apesar da linguagem bonita, conclamando à horizontalidade da gestão, o que vemos são os poucos e mesmos líderes a frente de todos os trabalhos. Ariovaldo Ramos (participante dessa conversa), o próprio Ed René Kivitz, Ricardo Gondim e mais uns dez fazem parte dessa liderança. Se houvesse uma horizontalidade verdadeira, isso já deveria ter se manifestado na própria representatividade da TMI no Brasil. Mas, na verdade, o que vemos são os mesmos nomes, os mesmos expoentes que estão a frente de todos os trabalhos. Portanto, a tal horizontalidade é apenas retórica, uma propaganda que não tem nada a ver com a realidade. Mas isso já é uma prática bem conhecida dos esquerdistas.
E o pastor Steuernagel ainda afirma que a Missão Integral “é um convite para baixo e não para cima, para a periferia e não para o shopping center”. Para quem não entendeu, ele quer dizer que a TMI trabalha com os pobres, não com a classe média e os ricos da sociedade, que ela está inserida dentro da população mais carente.
Só que aqui a realidade desmente fragorosamente o discurso. Na verdade, são as igrejas neopentecostais que se espalharam entre a população carente e têm contribuído para tirar muita gente das drogas, do tráfico e do crime. São essas igrejas pequenas e loucas que ajudam mulheres que apanham dos maridos, tirando estes do bar, trazendo-os para dentro do culto. Enquanto isso, as igrejas dos representantes da TMI são formadas, maciçamente, de pessoas com poder aquisitivo muito maior do que a média da população brasileira. 
É muito fácil falar que preferem os pobres, difícil é viver entre eles!
O mesmo pastor ainda critica os modelos religiosos “que trabalham com o pressuposto que todos temos que chegar ao shopping center. E a Missão Integral é um convite (…) para a periferia“. Aqui, claramente, aparece o ranço anticapitalista que está no âmago do discurso da Missão Integral. Como se o evangelho fosse um chamado à pobreza, simplesmente. O problema, é que a vida de seus próprios líderes não reflete nada disso, pois todos vivem de forma bastante confortável. Inclusive, os seminários e palestras da TMI são todos feitos em auditórios luxuosos, como esse do vídeo, com uma plateia composta de pessoas da classe média, com ar condicionado, cadeira almofadadas e todo o conforto que todo bom burguês merece. Claro que há trabalhos desses grupos com gente da periferia, mas nada que um bom banho e a limpeza das mão com álcool gel não resolva. Viver entre os pobres, dividir o que têm, nenhum deles quer.
E apesar da crítica constante que esses líderes fazem do culto à personalidade e da hierarquia tão presentes nas grandes igrejas evangélicas, basta observar como o pastor Kivitz se refere ao líder maior da TMI, na América Latina, René Padilla, para perceber o grau de reverência, culto e quase idolatria como ele enxerga seu guru. Não adianta, quanto mais ouvirmos os representantes da Missão Integral mais perceberemos a oposição constante entre a fala e a vivência. Isso acontece porque, como todo pensamento de esquerda, a TMI é uma artificialidade, uma negação da experiência e sempre acaba em contradição.
Há diversos pontos que podem, teoricamente, ser levantados contra a Teologia da Missão Integral. No entanto, por ora, basta ver esse pequeno trecho disponível em vídeo para perceber a arrogância e a hipocrisia que permeiam esse movimento.
Divulgação: www.juliosevero.com
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21 de março de 2015

Destaques na semana do Brasil, 15 a 20 de março


Destaques na semana do Brasil, 15 a 20 de março

No domingo (15), a sociedade brasileira foi marcada por protestos contra a presidente Dilma Rousseff. Manifestações em massa protestaram contra a corrupção e pediram o impeachment dela.
Ainda que o governo de Dilma tenha um proeminente histórico socialista de ativismo pró-aborto e pró-sodomia desde 2011, os protestos focaram, de acordo com a Reuters, “numa economia lenta, aumento de preços e corrupção.”
As manifestações em massa não incluíram protestos contra o aborto e a agenda gay. Socialistas pró-aborto e pró-sodomia também protestaram contra Dilma.
Na segunda-feira (16), a mídia teve manchetes do ex-candidato à presidência do Brasil Levy Fidelix, condenado a pagar uma multa de 1 milhão de reais numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT, porque ele havia feito declarações em defesa da família e crianças contra a agenda homossexual. Não houve nenhuma manifestação, grande ou mesmo pequena, em apoio dele. O deputado Marco Feliciano, um pastor evangélico, foi a única personalidade proeminente a apoiar Fidelix, que é católico.
Na quinta-feira (19), a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou recurso do Ministério Público do Paraná que queria proteger crianças de adoção por duplas homossexuais.
Em sua decisão, a ministra argumentou que o conceito de família não pode ser restrito por causa de duplas homossexuais, de acordo com a revista Exame.
Na opinião dela, o conceito de família, com regras de visibilidade, continuidade e durabilidade, também pode ser aplicado a pessoas do mesmo sexo.
Pelo fato de que essa é uma decisão vindo do tribunal mais elevado do Brasil, é uma grande derrota para os esforços para proteger crianças de abuso ideológico, moral, espiritual e até físico.
Na sexta-feira (20), o Dep. Marco Feliciano denunciou publicamente uma decisão do Promotor Thiago, que quer que os banheiros dos shoppings no Distrito Federal, onde está localizada Brasília, estejam à disposição das pessoas não de acordo com seu sexo biológico, mas de acordo com sua “identidade de gênero.” A decisão dele segue uma nova resolução do Conselho Nacional dos Direitos Humanos do governo de Dilma.
Feliciano perguntou: “Como ficarão as pessoas que usarem estes espaços, banheiro e vestiário, quando forem ocupados por uma pessoa do sexo oposto? E o constrangimento? E o risco de assédio?”
Ele também perguntou: “Onde estão as feministas? Essa resolução expõe as mulheres ao constrangimento e ao risco. E se houver má fé de meninos/homens que decidam frequentar banheiros femininos?”
Na semana passada, Feliciano introduziu dois projetos de lei para lidar com essas questões. Se aprovados, eles suspenderão a resolução federal.
Fonte: Katehon

20 de março de 2015

Bilionário George Soros confessa ter financiado crise na Ucrânia


Bilionário George Soros confessa ter financiado crise na Ucrânia

Soros tem um vasto currículo de criar cenários de desestabilização nos países de Leste

Augusto Ramos
A Ucrânia tem estado em tumulto, pelo menos desde novembro 2013, quando uma série de protestos, financiados pelo bilionário activista George Soros, levaram à queda dos líderes eleitos no país e à instalação de políticos escolhidos a dedo pelo Departamento de Estado dos EUA. Georges Soros é um ex-corrector, agora investidor e bilionário, que se tornou activamente envolvido na política da Europa Oriental e Ásia Central, após o colapso da União Soviética. Esse passado foi ampliado à Ucrânia onde Soros tem testemunhos do seu investimento.
“O bilionário, investidor e activista George Soros tem uma pegada gigante na Ucrânia”, escreveu o jornalista William F. Jasper. Tal como noutras das suas operações semelhantes em dezenas de outros países, ele tem, ao longo das duas últimas décadas, literalmente despejado dezenas de milhões de dólares para organizações não-governamentais (ONGs) da Ucrânia, aparentemente para ajudá-los a transformar o seu país num outro mais “aberto” e numa “sociedade democrática”.
Mas Soros acabou por admitir o seu envolvimento na Ucrânia durante uma entrevista a Fareed Zakaria na CNN. “Em primeiro lugar a Ucrânia!” iniciava assim Zakaria a entrevista. “Uma das coisas que muitas pessoas credíveis comentam sobre si foi que durante as revoluções de 1989 financiou uma série de actividades dissidentes, grupos da sociedade civil na Europa Oriental e na Polónia, na República Checa. Você está a fazer coisas semelhantes na Ucrânia?”, perguntou Zakaria a George Soros. “Bem, eu criei uma fundação na Ucrânia antes da Ucrânia se tornar independente da Rússia, a fundação tem funcionando desde então e agora desempenhou um papel importante nos acontecimentos”, confirmou Soros.
É bem conhecido, embora ridiculamente proibido mencionar nos meios de comunicação convencionais que Soros trabalhou estreitamente com a USAID, o National Endowment for Democracy (que agora faz o trabalho antes atribuído à CIA), o Instituto Republicano Internacional, o Instituto Democrático Nacional para Assuntos Internacionais, a Casa da Liberdade, e para o Instituto Albert Einstein para iniciar uma série de revoluções coloridas na Europa Oriental e na Ásia Central, após a engenhosa queda da União Soviética.
“Muitos dos participantes em Kiev de manifestações “Euro Maidan” eram membros de ONGs financiadas por Soros e/ou foram treinados pelas mesmas ONG's nas muitas sessões de formação e conferências patrocinadas pela Fundação Soros International Renaissance (IRF), e seus vários institutos Open Society e fundações. O IRF, fundado e financiado por Soros, refere que o bilionário doou “mais do que qualquer outra organização de financiadores para transformação democrática da Ucrânia”, escreve William F. Jasper.
Divulgação: www.juliosevero.com
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19 de março de 2015

Os protestos anti-Dilma foram uma contrarrevolução antimarxista?


Os protestos anti-Dilma foram uma contrarrevolução antimarxista?

Julio Severo
A presidente socialista Dilma Rousseff enfrentou, de acordo com a FoxNews, manifestações em massa protestando contra a corrupção e pedindo o impeachment dela no domingo passado (15 de março).
Diferente da FoxNews, que é uma imensa empresa noticiosa conservadora, Cliff Kincaid anunciou em sua pequena mídia que as manifestações brasileiras foram uma “contrarrevolução antimarxista.”
Kincaid disse: “Tal manifestação seria um grande golpe para a Esquerda antiamericana na América Latina, que vem operando desde a década de 1990 sob a rubrica do Foro de São Paulo, um movimento pró-comunista iniciado por Fidel Castro e Luiz Inácio Lula de Silva, o antecessor de Dilma.”
Os protestos não foram sobre marxismo. Qualquer expressão antimarxista foi um evento isolado. Os protestos foram, de acordo com a Reuters, sobre “uma economia lenta, aumento de preços e corrupção.”
Quando os brasileiros estão descontentes, eles protestam. Os mesmos manifestantes protestariam contra Barack Obama se estivessem descontentes com ele.
Muitos brasileiros que vivem nos EUA estão descontentes com Dilma, mas não com Obama.
No ano passado, Obama anunciou uma grande política de anistia, que beneficiará milhões de imigrantes. Muitos dos beneficiados são brasileiros, que estão fugindo do inferno esquerdista do Brasil, mas ao serem ajudados por Obama, estão também ajudando a criar um inferno esquerdista nos EUA.
Um amigo brasileiro ajudou a espalhar o artigo de Kincaid sobre uma suposta “contrarrevolução antimarxista” no Brasil. Frequentemente, ele ataca Dilma, porque ela é marxista. Mas ele louvou a política de anistia de Obama. Eu disse a ele que os americanos conservadores não gostaram da anistia de Obama porque é uma bolsa-esmola. Ele respondeu que a coisa importante é que os imigrantes brasileiros precisam dela e por isso ele louvou tal maravilhosa política para os imigrantes.
Em termos gerais, esse é o perfil de um brasileiro “antimarxista” no artigo de Kincaid.
Uma verdadeira contrarrevolução antimarxista seria caracterizada especialmente por uma luta moral contra duas bandeiras fundamentais da Esquerda americana e brasileira: o aborto e a agenda homossexual.
Entretanto, uma luta contra o aborto e a agenda homossexual tirânica não teve nenhum espaço no que Kincaid chamou de “contrarrevolução antimarxista” no Brasil.
Aliás, na segunda-feira (16 de março), apenas um dia após as manifestações em massa, o católico Levy Fidelix, um ex-candidato à presidência do Brasil, foi condenado a pagar uma multa de 1 milhão de reais numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT. Não houve nenhuma manifestação, grande ou mesmo pequena, em apoio dele.
Ele foi condenado porque na última eleição presidencial ele fez declarações pró-família. Os outros principais concorrentes — Dilma Rousseff, Aécio Neves e Marina Silva — também o condenaram por sua opinião pró-família.
A evangélica Marina era a candidata do Partido Socialista Brasileiro, e estava muito envolvida nos protestos anti-Dilma. Socialista lutando contra socialista equivale a uma “contrarrevolução antimarxista”?
Um pastor com algumas igrejas evangélicos nos EUA, sabendo que eu era brasileiro, elogiou Marina, dizendo que ela era uma política evangélica conservadora que combate categoricamente o aborto e a agenda homossexual. Eu perguntei onde ele havia lido isso, porque no histórico de Marina, ela nunca fez tal combate. Frisei que ela sempre foi esquerdista. Ele disse que havia lido sobre o forte “conservadorismo” evangélico de Marina na mídia americana.
Aécio, admirado pela maioria dos manifestantes, teve sua candidatura construída pelo estrategista marxista David Axelrod, principal assessor de longa data de Obama. Socialista ajudando socialista equivale a uma “contrarrevolução antimarxista”?
Mesmo assim, Kincaid disse: “Dilma Rousseff, camarada marxista do presidente Barack Obama.”
É correto dizer que Obama e Dilma são marxistas. Mas eles não são amigos. Dilma e seu governo têm tido um relacionamento muito difícil com Obama e seu governo por causa da NSA e sua espionagem econômica contra o Brasil.
Existe uma diferença grande entre marxistas pró-EUA e marxistas anti-EUA. Aécio está na categoria de marxista pró-EUA. Dilma está na categoria de marxista anti-EUA. Contudo, Dilma não é totalmente antiamericana. O governo dela tem apoiado fielmente toda medida pró-sodomia dos EUA na ONU.
Fidel Castro e Aécio Neves
Há uma foto de Aécio com Fidel Castro. Mesmo assim, ele e Marina Silva, uma ambientalista radical, foram retratados na grande mídia americana como “conservadores.” Eles foram as principais personalidades políticas nas manifestações em massa.
Nesta altura, você poderia achar então que os protestos em massa foram marxistas pró-EUA e pró-Obama protestando contra marxistas anti-EUA. Mal parece uma “contrarrevolução antimarxista”!
Basicamente, os brasileiros que estavam protestando contra Dilma por causa do aumento de preços também protestariam contra Obama se ele voltasse atrás em sua política de anistia beneficiando milhões de imigrantes, inclusive brasileiros. Enquanto Obama não voltar atrás em sua bolsa-esmola, os imigrantes brasileiros nos EUA continuarão atacando só Dilma.
E se o socialista Aécio Neves e a ambientalista Marina Silva concordassem em denunciar o Foro de São Paulo para destruir o partido socialista de Dilma, o Partido dos Trabalhadores? O marxismo seria destruído politicamente no Brasil? Não. Há uma ameaça maior: a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O Professor Hermes Rodrigues Nery, um proeminente líder pró-vida católico, disse recentemente que a CNBB é “uma extensão do Foro de São Paulo.” Foi uma acusação generosa.
Na verdade, a CNBB marxista é creditada, por muitos líderes conservadores e pró-vida católicos, como a criadora original do Partido do Trabalhadores. E como uma mãe alimenta seu bebê, a CNBB alimentou seu monstro vermelho.
Acima de tudo, muito antes do nascimento do Foro de São Paulo, havia uma CNBB guiando o Brasil, a maior nação católica do mundo, no socialismo.
Ignorando a realidade brasileira, Cliff Kincaid disse: “Os protestos no Brasil estão dando esperança para os que veem uma oportunidade de derrotar o marxismo no hemisfério ocidental.”
Se o Brasil é o melhor exemplo de uma “contrarrevolução antimarxista” que Kincaid consegue ver, então não é de admirar que Obama esteja na Casa Branca.
Logo após a reeleição de Dilma, seus oponentes fizeram uma petição na Casa Branca pedindo socorro para Obama. Em parte alguma a petição mencionou a ameaça das políticas de aborto e a agenda homossexual. Mas mencionou “Foro de São Paulo” e disse: “Pedimos que a Casa Branca assuma uma postura com relação à expansão comunista na América Latina.”
Oh, meu Deus! Pessoas pedindo socorro para um socialista produz uma “contrarrevolução antimarxista”?
O marxista mais importante do mundo hoje está na Casa Branca. O filósofo Olavo de Carvalho, citado muitas vezes por Kincaid, disse recentemente: “Como sou apenas um residente legal e não um cidadão americano, não posso participar ativamente da luta anti-Obama, mas creio que é a ÚNICA coisa que importa hoje em dia.”
A luta mais importante — contra Obama e suas políticas malignas — tem sido um dos principais focos do meu ministério, pois o governo de Obama está impactando o mundo todo. Eu não evitaria esse chamado ainda que ameaçado de perder uma chance de obter uma cidadania americana.
É claro que a outra ameaça imensa é o islamismo, a maior máquina assassina da história. Suas vítimas principais têm sido os cristãos.
Mas Kincaid (e Obama!) está focando seus ataques e provocações na Rússia. O radicalismo de Kincaid não poupa nem mesmo eventos pró-família na Rússia. No ano passado um congresso pró-família conservador internacional foi realizado no Kremlin, com a presença até de um membro do Instituto Inter-Americano (IIA). Mas Kincaid preferiu se juntar ao coro de militantes homossexuais e marxistas radicais dos EUA que atacaram o evento e as leis russas que proíbem a propaganda homossexual para crianças.
Outro membro do IIA recomendou o livro “The War Against Putin: What the Government-Media Complex Isn’t Telling You About Russia” (A Guerra Contra Putin: O que o Complexo Governo-Mídia [dos EUA] Não Está Lhe Dizendo sobre a Rússia) para mim e deixou claro que ele discordava das críticas radicais de alguns americanos contra o presidente russo.
Enquanto Kincaid e outros americanos ultranacionalistas estão muito ocupados atacando a Rússia, Obama e os neocons estão tentando destruir culturas pró-família avançando sua revolução marxista e impondo no mundo inteiro suas políticas pró-sodomia, pró-marxismo, pró-aborto e pró-islamismo.
Denunciar, desmascarar e lutar contra a revolução marxista pró-aborto, pró-sodomia e pró-islamismo de Obama — essa é a ÚNICA coisa que importa hoje.
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