21 de abril de 2015

EUA Dão Milhões de Dólares de Impostos para Grupos Internacionais de Aborto


EUA Dão Milhões de Dólares de Impostos para Grupos Internacionais de Aborto

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, abril (C-Fam) Um relatório governamental mostra que dois grupos internacionais que defendem o aborto receberam 128 milhões de dólares da USAID, uma agência federal que distribui assistência estrangeira.
Um deles — a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) — trabalha na ONU. Sua meta é requerer que os países vejam o aborto como um direito e o incluam em campanhas mundiais de pobreza e saúde. O outro, o Conselho de População, trabalha para tornar os abortos amplamente acessíveis nos países em desenvolvimento onde é especialmente perigoso.
Ambos grupos têm origens no movimento de eugenia.
A lei dos EUA proíbe assistência externa que pague abortos. Mas sob uma ordem executiva do presidente Obama, dólares de impostos podem ir para grupos internacionais que fornecem e promovem aborto. Embora o dinheiro não possa ser gasto para fazer abortos, pagar por itens como despesas gerais, ativismo e materiais livra outros recursos monetários para serem gastos em abortos.
A IPPF é uma organização que abrange 152 filiais no mundo inteiro. No ano passado, a IPPF publicou um manual sobre pressionar os países para integrarem “saúde e direitos sexuais e reprodutivos” — eufemismos para aborto e questões sexuais — nas novas metas de desenvolvimento da ONU. Essas metas guiarão as prioridades internacionais e nacionais — e bilhões de dólares — para os próximos 15 anos.
O manual diz aos ativistas que façam pressões nos governos que não apoiam “certas questões de saúde e direitos sexuais e reprodutivos” para que “fiquem em silêncio em vez de falarem contra elas.” O manual endossa a noção de que direitos sexuais “abrangem o direito a uma vida sexual segura e plena” — embora admita que não existe nenhuma definição internacionalmente aceita para o termo.
O Conselho de População, que tem um histórico no movimento de controle populacional, conduz pesquisas para tornar o aborto generalizado e disponível sem acesso a profissionais médicos, principalmente mirando mulheres pobres nos países em desenvolvimento.
Quando nenhuma empresa farmacêutica nos EUA queria se envolver com a RU-486, a pílula francesa de aborto, o Conselho de População assumiu a propriedade da droga e solicitou sua aprovação na FDA. O aborto numa pílula é visto como um jeito de evitar médicos e contornar leis que regulam o procedimento. Subsequentemente, mais de doze mulheres — que foram registradas — morreram depois de tomar a droga.
“Como a maioria do povo americano, defendo a vida — em gestação ou já nascida — e é uma afronta para nós quando vemos nosso suado dinheiro de imposto indo para grupos que exterminam vidas inocentes,” disse a Dep. Vicky Hartzler.
Mais de 70 congressistas solicitaram a investigação da Secretaria de Responsabilidade Geral para decidir quanto dinheiro federal é dado para seis grupos que defendem o aborto: a Federação de Planejamento Familiar dos EUA (PPFA), o Conselho de População, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), o Instituto Guttmacher, Advocates for Youth (Defensores dos Jovens) e o Conselho de Educação e Informações Sexuais dos Estados Unidos.
Alguns dos grupos têm tentado minimizar seu fornecimento e ativismo de aborto caracterizando-o como apenas uma parte do que eles fazem.
Dois dos beneficiários de verbas federais — a Federação de Planejamento Familiar dos EUA (filiada à IPPF) e o Instituto Guttmacher — doam para o IPAS, uma organização que só faz uma coisa: fornecer aborto e promover acesso a ele em países em desenvolvimento. O IPAS foi fundado para distribuir equipamentos de aborto depois que o Congresso aprovou uma lei que proíbe financiamento federal para abortos em outros países.
“Para resumir, sob nenhuma circunstância o governo federal deve usar dólares de impostos para cumplicidade do aborto,” disse a Dep. Diane Black.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Desmascarando a agenda de controle populacional global

20 de abril de 2015

Babilônia conservadora em “Perseguição”: Televangelista híbrido cai em armação de neocon pagão, e o “evangelho” da liberdade de expressão, do patriotismo ou igualdade substituindo o Evangelho de Jesus Cristo


Babilônia conservadora em “Perseguição”: Televangelista híbrido cai em armação de neocon pagão, e o “evangelho” da liberdade de expressão, do patriotismo ou igualdade substituindo o Evangelho de Jesus Cristo

Julio Severo
Enfim, um filme conservador! Dias atrás, assisti entusiasmadamente à “Perseguição,” um filme que, de acordo com a esquerdista Dorri Olds, é “feito em grande parte por gente que na vida real é conservadora.” Olds, que assistiu à pré-estreia no ano passado, acrescenta que “foi pura propaganda da direita cristã” e que é “Um Filme Somente para Conservadores Cristãos.” Então, é perfeito para mim!
Televangelista John Luther com seu rosário e sua arma
De acordo com o WorldNetDaily, “‘Perseguição’ conta a estória da luta de vida e morte do evangelista John Luther para pregar o evangelho sem fazer concessão a uma agenda política motivada por ganância.”
MovieGuide diz: “‘Perseguição’ é um filme de suspense político acerca de um evangelista renomado que se vê alvo de uma conspiração secreta para limitar a liberdade religiosa nos Estados Unidos.”

Um televangelista incriminado de modo fraudulento

James Remar faz o papel de John Luther (que em português significa João Lutero), um televangelista cristão nacionalmente aclamado cuja fama e influência o tornam uma ferramenta política essencial para o senador Donald Harrison (Bruce Davison) em seus esforços para aprovar no Congresso dos EUA a “Lei de Fé e Justiça.” O mal definido projeto de lei, tendo algo a ver com dar igualdade a todas as religiões, não agrada ao televangelista Luther, que se recusa a cooperar, de acordo com o site Hollywood Reporter.
Já que a ação ocorre até certo ponto na cinemática capital do governo dos EUA, onde os conflitos políticos são resolvidos por meio de atos criminosos, Luther logo se vê raptado, drogado e fotografado, em fotos indecentes, com uma menina nova num complô, executado por nefastos agentes do Serviço Secreto, em que o senador ordena que ele, para destruir sua credibilidade e garantir a aprovação do projeto de lei do senador, seja falsamente incriminado pelo estupro e assassinato da adolescente inocente, de acordo com o Hollywood Reporter.
Luther escapa e se torna uma versão de rosário na mão do personagem de Harrison Ford do filme “O Fugitivo,” de acordo com Jon Webster do jornal Examiner. Ele se torna um homem procurado pela polícia com seu rosto em todos os meios de comunicação. Então ele usa um disfarce clássico — óculos escuros e suéter de touca. Para assistir ao filme completo no Youtube, vá a este link: https://youtu.be/98IXdjJoNy0

Ele tenta encontrar a evidência que comprovaria sua inocência, enquanto evita a polícia e agentes governamentais e enquanto a direção de seu ministério está sendo tomada pelo vice-presidente oportunista (cujo papel é desempenhado pelo comediante cristão conservador Brad Stine).

Um televangelista e seu pai que é padre católico

Vulnerável e desesperado, ele clama a Deus pedindo direção. O pai de Luther é o Pe. Charlie Luther, um padre católico, representado por Fred Thompson. O padre ajuda seu filho, mas ele sabe que grandes forças estão contra ele. O senador envia assassinos e agentes secretos do governo atrás deles. O Pe. Charlie é assassinado.
MovieGuide diz: “O filme também insinua que o presidente dos Estados Unidos está envolvido nas tramas para tirar o evangelista do caminho, mas esse complô pode precisar de mais clareza. Finalmente, o filme como está agora editado não explica como exatamente o evangelista conseguiu ter um pai que é um padre católico.”
Não há explicação de como um padre católico tradicional se tornou o pai de um televangelista popular. Ainda que o filme não tenha insinuação maliciosa, houve obviamente uma violação do celibato católico. Mas pelo fato de que pai e filho são muito conservadores, não se levantou nenhuma suspeita acerca do televangelista híbrido que adora a Bíblia e o rosário.
MovieGuide diz que “Perseguição” “dá uma alerta à Igreja Cristã, o Corpo de Cristo, para que tenha cuidado antes de se prostituir com o governo. No filme, a nova lei oferece às igrejas e organizações religiosas um benefício fiscal especial para seduzir líderes religiosos a apoiar a nova lei. Quando o evangelista é incriminado de forma fraudulenta pelo assassinato da adolescente, o vice-presidente da organização dele convence a diretoria do ministério a apoiar a nova lei de modo que eles possam obter mais contribuições financeiras. Isso leva a um confronto intenso entre o evangelista e sua diretoria, inclusive seu vice-presidente que claramente quer tirar a liderança do evangelista na organização.”
MovieGuide rotula “Perseguição” como “um empolgante e provocativo filme político de uma perspectiva cristã forte e de certo modo conservadora ou libertária.”
O Hollywood Reporter diz: “Quando o filme chega à sua conclusão violenta, Luther, armado de um rosário e de uma arma, é forçado a resolver as coisas por contra própria.” Isso para mim é Babilônia, uma palavra que significa “confusão.”
Em muitos aspectos, gostei de “Perseguição.” Não tem palavrões. Estou cansado de filmes americanos com linguagem suja, até mesmo de atores supostamente cristãos.
Contudo, ainda que Luther quase foi assassinado porque ele não apoiou uma lei para unificar pessoas de todas as religiões, “Perseguição” dá a mensagem de que a fé católica e a fé evangélica são iguais.

Liberdade de expressão: um problema só na Rússia e China, não nos EUA e Arábia Saudita

O filme parece também sugerir que o valor mais importante é a liberdade de expressão e, plenamente satisfazendo a vontade dos neocons, Luther diz acerca de sua preocupação de que os EUA poderiam se tornar uma “Rússia, China ou Irã,” com leis repressivas contra a liberdade de expressão.
É exatamente isso que os neocons querem ouvir. No entanto, se a liberdade de expressão é tão importante, por que não incluir a Arábia Saudita, que é tão islâmica quanto o Irã, mas muito pior em perseguição aos cristãos? Na Arábia Saudita, não se permite nenhuma igreja e Bíblia, e esse é o mais importante aliado islâmico dos EUA. Por que não desmascará-lo?
A Rússia não persegue as pessoas que expressam suas opiniões contra o aborto e a sodomia. E quanto aos EUA? Como é que deveríamos medir a liberdade de expressão nesses casos conservadores cruciais?
Acerca da China, por que se queixar deles? Os EUA têm sido o principal alimentador financeiro da China, que está construindo o maior exército comunista do mundo por meio do investimento em massa de empresas americanas em solo chinês.
Além disso, embora o protestantismo nos EUA, a maior nação protestante do mundo hoje, esteja diminuindo, na China o Cristianismo evangélico está aumentando e está pronto para ultrapassar a população protestante dos EUA nos próximos anos. Isto é, a China será a maior nação protestante do mundo.
Os EUA têm liberdade de expressão. A China não.
O protestantismo nos EUA está encolhendo. Na China, está aumentando. O que isso nos diz?
O verdadeiro Cristianismo cresce sob perseguição. A igreja cristã primitiva não tinha liberdade de expressão nenhuma, mas cresceu.
A liberdade de expressão não é essencial para a sobrevivência cristã. A pregação do Evangelho é.
Numa entrevista à CBN (Rede de Televisão Cristã) de Pat Robertson, Daniel Lusko, produtor de “Perseguição,” disse: “John Luther é o herói de nossa história. E ele se torna um grande evangelista no nível de Billy Graham, numa época em que os EUA se tornam um ambiente desfavorável para o Evangelho.”
Minha mãe se converteu a Cristo por meio da mensagem do Evangelho de Billy Graham. Ela tinha seu rosário. Mas depois de aceitar Cristo, ela compreendeu que um rosário não é necessário para orar a Deus, que nos ouve por meio de Jesus Cristo. Entretanto, o exemplo de John Luther parece às vezes sugerir que um estilo de vida conservador nacionalista é mais importante do que um estilo de vida do Evangelho e que você pode ser um conservador híbrido católico-evangélico-não-denominacional, sem nenhum prejuízo espiritual.
Podemos ganhar o mundo inteiro para o conservadorismo, mas se os conservadores não conhecem a Cristo de uma forma pessoal, de que vale?
“Pois que lucro terá uma pessoa se ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma? Ou, o que poderá dar o ser humano em troca da sua alma?” ( Mateus 16:26 KJA)

Fundamentalistas de ontem e de hoje

Jon Webster disse: “Para resumir, este é um filme que atrairá os cristãos fundamentalistas.”
Se esses fundamentalistas forem como os fundamentalistas originais, eles certamente não gostarão de “Perseguição.” O termo original para fundamentalismo era usado para evangélicos que desenvolveram e seguiram “Os Fundamentos,” um enorme livro teológico, editado por R. A. Torrey, para confrontar o liberalismo, o ecumenismo, o socialismo e heresias entre igrejas protestantes no início do século XX.
“Os Fundamentos” rejeita muitas das doutrinas católicas como incompatíveis com a Bíblia. Incentivava os protestantes dos EUA a evitar o Cristianismo híbrido de John Luther.
Entre os evangélicos brasileiros, um evangélico amante de rosários seria rotulado de um cristão confuso e perturbado. Aliás, eles não compreenderiam por que seus irmãos evangélicos americanos não vêm problema em tal evangélico.
Não estou preocupado com católicos ou ortodoxos com rosários. Mas um televangelista evangélico? Um “Billy Graham” com rosário? Será que John Luther representa o que está acontecendo com os evangélicos americanos?
O ministério do televangelista híbrido Luther se chama “Truth” (que em inglês significa Verdade), um nome ousado que exige palavras e atitudes ousadas. Assim é muito oportuno dizer a verdade sobre esse filme.
“Perseguição” não ataca o islamismo, o maior perseguidor e assassino de cristãos hoje e durante muitos séculos. Mas ataca os inimigos geopolíticos dos Estados Unidos: Rússia, China (um parceiro comercial especial, um “inimigo” muy amigo) e o Irã. Isso muito agrada aos neocons.
“Perseguição” não ataca a proibição total à liberdade de expressão na Arábia Saudita e outras ditaduras islâmicas que são aliadas dos Estados Unidos. Isso muito agrada aos neocons.

União pró-família, sim, hibridismo, não

“Perseguição” agrada a católicos e evangélicos criando um conservador híbrido católico-evangélico: um “Billy Graham” de rosário. Por que não um conservador híbrido católico-ortodoxo-evangélico-judeu? Minha preocupação é que essa tendência perigosa poderá levar a um futuro conservador híbrido muçulmano-cristão-hindu-budista, e todos nós sabemos como os EUA têm inclinação para a “diversidade.”
Não sou contra uma união pró-família entre católicos, ortodoxos, judeus e evangélicos. Mas, num nível espiritual profundo, precisamos criar híbridos? Precisamos de um televangelista geneticamente modificado (falando em termos espirituais)?
Às vezes, John Luther parece mais um conservador nacionalista do que um evangelista. Outras vezes, ele parece mais um evangelista do que um conservador nacionalista. Isso é confusão. Isso é Babilônia.
O conservadorismo é importante, mas não é o Evangelho e não pode substituir o Evangelho. Falo como evangélico aos evangélicos.
Que os católicos sejam católicos. Que os ortodoxos sejam ortodoxos. Que os judeus sejam judeus. Que os evangélicos sejam evangélicos. Que eles se unam em esforços pró-família conservadores. Mas por que usar o Evangelho para quebrar as diferenças entre os cristãos e criar híbridos por amor a um conservadorismo nacionalista? Por que criar um “ecumenismo” estranho no nome do conservadorismo, patriotismo ou nacionalismo?
No artigo do WorldNetDaily, Daniel Lusko disse: “Logo que você põe toda sua confiança numa instituição que não pode substituir Deus, então ela se torna uma armadilha. É por isso que essa história é tão essencial, pois ele poderia ter sido um crente em qualquer tipo de fé.”
Eu poderia também acrescentar: “Logo que você põe toda sua confiança no nacionalismo ou patriotismo, que não pode substituir Deus, então ele se torna uma armadilha.”
Tire o rosário, e “Perseguição” será perfeito. Se Lusko queria um herói com um rosário, ele deveria deixar o padre católico ser o único herói.
Tire também suas críticas nacionalistas dirigidas apenas a nações não alinhadas com os EUA, e “Perseguição” será perfeito. A Arábia Saudita merece ser criticada por sua proibição total à liberdade de expressão.
E por que não elogiar as leis russas que proíbem a propaganda homossexual para crianças? Se os EUA são melhores do que a Rússia em liberdade de expressão, por que na Rússia os cristãos podem criticar a sodomia, e nos EUA eles não podem fazer isso? Por que a Rússia protege as crianças contra a agenda gay, e os EUA não?
Introduza esse exemplo russo, e “Perseguição” será perfeito.
É impressionante que John Luther (dois nomes cristãos combinados; um da Bíblia [John, que significa João], o outro de Martinho Lutero [Luther significa Lutero], o pai da Reforma protestante) lute por uma nova reforma.
Entretanto, enquanto o Lutero original lutou contra a corrupção na instituição católica 500 anos atrás, o moderno John Luther é um patriota americano lutando contra as forças das trevas do governo dos EUA representado pelo senador Donald Harrison (Bruce Davison) e um presidente americano corrupto (James R. Higgins) de cabelos brancos caricaturais que parece o esquerdista alcoólatra Ted Kennedy e tem a voz do esquerdista mentiroso adúltero Bill Clinton.
O híbrido evangélico patriota Luther se opôs à “Lei de Fé e Justiça,” criada supostamente para proteger todas as religiões e lhes dar igual liberdade de expressão.

Liberdade religiosa acima do Evangelho

No artigo do WorldNetDaily, intitulado “Confiar em Deus ou no governo?” Fred Thompson, que fez o papel do Pe. Charles Luther, disse: “Muito francamente, qualquer povo religioso deveria sentir o direito de praticar aquilo em que acredita. É por isso que esse filme é importante para todos os que já sentem que a liberdade de expressão ou religião está sob ataque de qualquer tipo que seja.”
Concisamente, essa não é a “Lei de Fé e Justiça”?
Então o pai do televangelista híbrido acabou traindo seu filho e seu filme.
Contudo, por outro lado, John Luther é um espelho dessa “Fé e Justiça” com seu hibridismo que iguala a fé católica e a fé evangélica. De certo modo, ele se opõe a algo que ele vive. Isso é confusão. Isso é Babilônia.
Um pastor evangélico de Bíblia e rosário é também uma traição, não para católicos, que seguem essas tradições, mas para R. A. Torrey e todos os líderes evangélicos americanos que defenderam sua fé contra o que eles viam como tradições católicas não bíblicas.
Lusko disse, num artigo do ChristianPost, que ele é filho de pastor e cresceu no ambiente de mega-igrejas e pregadores — tanto bons quanto charlatões. Fico pensando: quantos desses pregadores oravam a Deus com rosários?
Em toda a minha vida, nunca vi um televangelista ou qualquer evangélico usando um rosário em seu desespero e momentos de aflição. Por que um evangélico buscaria a Deus dessa forma?
Pregar hibridismo religioso patriótico para salvar a honra nacional é mais importante do que pregar o Evangelho que ofende a confiança em objetos religiosos, mas salva almas eternas?
Às vezes, “Perseguição” mostra o Evangelho correto, Outras vezes, mostra confusão. Mostra Babilônia.
No final, “Perseguição” mostra John Luther cansado de corrupção no governo dos EUA, de um ministério cheio de oportunistas ansiosos para se prostituir com o governo e ele parece querer só pregar a Bíblia — com ou sem rosário?
O que está acontecendo com os evangélicos dos EUA?
“Perseguição” foi exibido na convenção dos Donos de Rádios e Televisões Religiosas Nacionais em fevereiro de 2014 em Nashville, Tennessee, e em março de 2014 na Conferência de Ação Política Conservadora em Washington, D.C, se tornando um modelo para evangélicos e conservadores.

O que é um cristão real?

Os produtores de “Perseguição” cometeram o erro de convidar esquerdistas para assistir à pré-estreia mundial do filme em Nova Iorque no ano passado. Um deles foi a feminista pró-aborto Dorri Olds, que escreveu sobre suas conversas com atores e produtores de “Perseguição.”
“Boa parte de nossa cultura está erodindo,” o ator e produtor James R. Higgins disse para ela. “Não há tantos cristãos reais como costumava haver.”
Olds perguntou: “O que é um cristão real?”
Higgins respondeu: “Alguém que defenderá aquilo em que crê e não retrocederá.” Ele louvou o personagem Luther, dizendo: “Toda vez que as pessoas estão dispostas a morrer pela sua causa, eu acho que isso é realmente especial.” Conforme registrado no TheBlot, Olds acrescentou: “Sim, é isso mesmo. Vamos todos nos tornar homens-bombas!”
Ela também comentou: “Quando Higgins expressou como é importante proteger nosso direito à liberdade, perguntei se ele achava que as mulheres deveriam ter a liberdade de fazer aborto. Ele disse: ‘Ai, meu Deus. Essa é uma pergunta difícil. Isso é o que chamo de questão social.’”
Defender a liberdade e a liberdade de expressão numa sociedade cristã, como aconteceu nos EUA 200 anos atrás, produz liberdade. Em contraste, defender a liberdade e a liberdade de expressão numa nação moralmente decadente hoje produz liberdade para o aborto, sodomia e outros males.
Na definição de Higgins, conforme escreveu Olds, até os muçulmanos radicais podem ser “cristãos reais.” Mas será que tal definição é correta?
Se a feminista Olds tivesse me perguntado “O que é um cristão real?” eu teria respondido: “Um cristão real é um homem que conhece e segue Jesus Cristo. Sua paixão é pregar o Evangelho a toda criatura para lhes dar uma oportunidade de conhecerem que Jesus pode resgatar e salvar suas almas eternas do inferno eterno.”
Pregue liberdade de expressão para feministas como Olds, e elas a usarão para o aborto. Pregue o Evangelho para elas, e elas poderão ser libertas de seus pecados, inclusive do ativismo pró-aborto.
Pregar o Evangelho real, independente da liberdade de expressão, produz liberdade, aqui e para sempre.
O poder de Jesus e seu Evangelho nunca dependeram da liberdade de expressão. Basta perguntar aos cristãos chineses.
Com informações de MovieGuide, WorldNetDaily, Hollywood Reporter, The Blot and Examiner, ChristianPost, CBN e Wikipedia.
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19 de abril de 2015

Marina Silva: A solução não está em renegar a esquerda e ir para a direita


Marina Silva: A solução não está em renegar a esquerda e ir para a direita

Julio Severo
Em entrevista ao Estadão, Marina Silva, que foi fundadora e ardente militante do PT por décadas e hoje é filiada ao Partido Socialista Brasileiro enquanto não cria a Rede Sustentabilidade, se mostrou “cautelosa” ao falar sobre um impeachment de Dilma Rousseff, dizendo que “não se pode enveredar por uma aventura.”
Marina Silva: A solução é não renunciar ao esquerdismo
Para ela, PT e PSDB deveriam trabalhar unidos numa só agenda pelo Brasil. “O natural seria o PT e o PSDB, dois partidos da social democracia,” disse ela, trabalharem “seus pontos de contato para estabelecer uma agenda essencial para o País.”
Quando a jornalista do Estadão lhe perguntou “Depois da frustração com a esquerda, vem aí uma saída pelo lado oposto?
Resposta de Marina:
A solução não está em renegar a esquerda e ir para a direita, não está na dualidade, na polaridade. Nós temos, sim, de lidar com o paradoxo. Quais os legados que devemos preservar? A estabilidade econômica não pode ser monopólio do PSDB nem a inclusão social é uma exclusividade do PT.”
Na minha opinião, a solução para o Brasil está, depois de orar e se arrepender diante de Deus, renegar, renunciar, abominar, detestar e repudiar todos os tipos de esquerdismos e outros satanismos.
Mas Marina pensa diferente: “A solução não está em renegar a esquerda” — essa é a face de um esquerdismo que em resposta aos problemas da esquerda, oferece mais esquerda como solução.
A jornalista então pergunta: “Como, se eles pedem explicitamente o ‘Fora Dilma’?”
Resposta de Marina:
“Essa é a agenda que eles colocam e eles têm toda a legitimidade para colocá-la. Aliás, eles aprenderam isso justamente com o PT. Era o ‘Fora Sarney,’ o ‘Fora Collor,’ o ‘Fora FHC,’ o fora qualquer um. Eu sei até porque eu era do PT. Mas, neste momento, mesmo sabendo da gravidade da crise, seria reducionismo político as lideranças políticas simplesmente fazerem o discurso que a sociedade quer ouvir.”
Essa entrevista foi feita em 18 de abril de 2015. Mesmo assim, durante todo o ano passado ouvi de importantes líderes evangélicos que Marina não é mais esquerdista. Certamente, Caio Fábio poderia confirmar essa extraordinária conversão em que Marina supostamente renegou a esquerda e foi para a direita.
Apesar das muitas declarações de Marina confirmando seu esquerdismo, muitos têm sido os esforços para retratá-la como “conservadora.”
O ChristianPost, um dos maiores sites evangélicos americanos, publicou em 1 de outubro passado estranha manchete identificando, para o público americano, Marina como “conservadora”: “Brazilian Evangelicals Hopeful About Possibly Electing Conservative Pentecostal Candidate” (Evangélicos Brasileiros Esperançosos com a Possibilidade de Eleger Candidata Pentecostal Conservadora).
Embora Caio Fábio, que é um grande conselheiro espiritual de Marina, diga que ela não é esquerdista, a realidade aponta para outra direção. Aliás, num bate-papo com Danilo Gentili e Olavo de Carvalho, Caio, que no passado trabalhou para unir evangélicos ao PT, atacou o PT e elogiou Marina. Isto é, ele atacou uma esquerda e elogiou outra esquerda. Isso está bem ao estilo de Marina: A solução não está em renegar a esquerda.
Se o PT é o problema, tanto Caio quanto Marina recomendam outras esquerdas.
Antipetismo não é necessariamente antiesquerdismo. A maioria dos militantes do PSDB é anti-PT, mas não é antiesquerdismo nem contra o “casamento” homossexual ou a adoção de crianças por duplas gays. Reinaldo Azevedo, que tem sido um grande mobilizador contra o PT e um grande militante do PSDB, é a favor do “casamento” homossexual e a adoção de crianças por duplas gays.
Marina não parece ser tão antipetista quanto seu mestre Caio Fábio. Mas é óbvio que ambos são liberais e esquerdistas.
Além disso, Marina chama, na entrevista, tanto o PT quanto o PSDB de “dois partidos da social democracia.” A social democracia e a esquerda em geral têm duas bandeiras implacáveis hoje: aborto e agenda gay.
Marina vê algo de errado nessas bandeiras? Se vê, ela nunca condenou nada. A Rússia, que no passado abraçava o mesmo esquerdismo que sempre foi a paixão desenfreada de Marina, hoje luta contra essas duas bandeiras, até mesmo se aliando ao Vaticano nessa guerra pró-família na ONU.
Como Marina espera se tornar a “conservadora” que seus milhares de fãs evangélicos anseiam se ela tem medo ou vergonha de assumir posturas verdadeiramente conservadoras, éticas e cristãs contra o aborto e a agenda gay?
Como Marina espera se tornar uma cristã de verdade se ela não consegue renegar, renunciar, abominar, detestar e repudiar o mal?
Ao que tudo indica, especialmente com a entrevista no Estadão, Marina saiu do PT, mas o socialismo e suas bandeiras malditas nunca saíram dela. Não é à toa que ela está hoje ideologicamente bem à vontade no Partido Socialista Brasileiro.
De acordo com um leitor do meu blog, Marina Silva rompeu com o PT por motivos pessoais e egoístas, não por divergência ideológica ou indignação ética. Para a eleição de 2010 à presidência da República, Marina se considerava a candidata “natural” do PT. Lula, porém, que não é bobo, vetou o nome dela porque ela, com uma história de vida semelhante à história dele, poderia ofuscar-lhe o brilho e substituí-lo como o mito das esquerdas. Lula preferiu a obscura Dilma, incompetente e burra como uma porta, mas que, por isso mesmo, lhe seria obediente e não colocaria em risco sua liderança pseudomessiânica. O homem põe e Deus dispõe. A escolha de Lula foi muito feliz: graças à incompetência crassa de Dilma, mais e mais brasileiros estão hoje contra o PT. Quanto à Marina, ela é apenas uma versão feminina de Lula, com uma Bíblia debaixo do braço para tirar voto dos trouxas.
Tanto Danilo Gentili quanto Olavo de Carvalho perderam uma oportunidade de ouro de darem um “Fora Caio” diante de suas camaleonices e denunciarem sua candidata-pupila, que diz que a solução não está em renegar a esquerda e ir para a direita.
De Caio, um apóstata enganador, não dá para se esperar nada. É difícil também esperar algo de Danilo e Olavo, que não conhecem o poder transformador do Evangelho.
Mas de Marina, que além de Caio conhece importantes líderes evangélicos, era de se esperar que ela verdadeiramente renegasse, renunciasse, abominasse, detestasse e repudiasse o esquerdismo, que em nada perde para o satanismo.
Com informações do Estadão.
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18 de abril de 2015

Putin detona forma como cristãos são tratados no Oriente Médio


Putin detona forma como cristãos são tratados no Oriente Médio

“Triste que a comunidade internacional agora não consiga defender pessoas que precisam de proteção”

Moscou, Rússia, 16 de abril, Interfax — O presidente russo Vladimir Putin disse que a situação para os cristãos no Oriente Médio é horrível e que a comunidade internacional não está adotando medidas suficientes para protegê-los.
“Quanto ao Oriente Médio e os cristãos, a situação é terrível. Temos falado sobre isso muitas vezes e acreditamos que a comunidade internacional não está fazendo o suficiente para proteger a população cristã no Oriente Médio,” Putin disse aos jornalistas.
Ele reiterou que os cristãos têm vivido no Oriente Médio há séculos e que o Oriente Médio é o lugar em que o Cristianismo nasceu. “É triste que a comunidade internacional agora não consiga defender pessoas que precisam de proteção da comunidade internacional,” disse Putin.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Putin blasts treatment of Mideast Christians
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17 de abril de 2015

O pastor evangélico que iniciou a Guerra de Independência dos Estados Unidos


O pastor evangélico que iniciou a Guerra de Independência dos Estados Unidos

Pr. Chuck Baldwin
Este domingo, 19 de abril, é merecidamente identificado nos EUA como “Dia dos Patriotas.” Na verdade, o 19 de abril de 1775 deveria ser considerado uma data tão importante para os americanos quanto o 4 de julho de 1776. É uma vergonha que os americanos não celebrem o Dia dos Patriotas com tanto entusiasmo quanto o fazem com relação ao Dia da Independência. É ainda mais vergonhoso que muitos americanos não se lembrem do que aconteceu nesse dia em 1775. Esse foi o dia em que foi dado o “tiro que foi ouvido no mundo inteiro.” Foi o dia em que começou a Guerra de Independência dos Estados Unidos.
Sendo avisado pelo Dr. Joseph Warren (que havia despachado Paul Revere para Lexington e Concord com essa notícia) acerca da aproximação das tropas britânicas, o Pastor Jonas Clark alertou os homens de sua congregação na Igreja de Lexington que o exército britânico estava a caminho para confiscar as armas dos colonos e prender Sam Adams e John Hancock. Esses dois homens haviam se refugiado na casa do Pastor Clark com doze homens do pastor guardando a casa. Outros homens da congregação (cerca de 80) permaneciam com seus mosquetes em Lexington Green quando, mal amanheceu, mais de 800 soldados britânicos apareceram diante deles.
De acordo com os que viram tudo, os soldados britânicos abriram fogo nos cidadãos armados sem aviso (a ordem dos britânicos de dispersar e o ataque com armas de fogo foram simultâneos), imediatamente matando oito membros da igreja do Pastor Clark. Em autodefesa, os Minutemen (cidadãos armados que lutavam contra ameaças externas) se abrigaram e revidaram os tiros. Esses foram os primeiros tiros da Guerra Revolucionária [para a independência dos EUA]. De novo, isso tudo aconteceu em Lexington Green, que era localizado à sombra da casa que era a igreja em que esses homens adoravam a Deus a cada domingo.
Os homens que estavam guardando Adams e Hancock os escoltaram para longe do perigo logo antes da chegada das tropas britânicas. Sem dúvida, os esforços heroicos do Pastor Clark e seus corajosos Minutemen na Igreja de Lexington salvaram a vida de Sam Adams e John Hancock. E oito desses homens corajosos deram a vida protegendo dois homens que se tornaram dois dos maiores fundadores dos Estados Unidos. Mas, veja bem, Jonas Clark e seus homens são tão importantes para a história da independência dos EUA quanto qualquer um dos fundadores dos EUA.
De acordo com o Pastor Clark, esses são os nomes dos oito homens que morreram em Lexington Green naquela sinistra manhã de abril: Robert Munroe, Jonas Parker, Samuel Hadley, Jonathan Harrington, Jr., Isaac Muzzy, Caleb Harrington e John Brown, todos eles de Lexington, e certo sr. Porter de Woburn.
Quando as tropas britânicas chegaram à Ponte de Concord, centenas de colonos haviam feito uma defesa da ponte. Uma batalha horrível aconteceu, e as tropas britânicas foram desbaratas e logo bateram em retirada para Boston. A Guerra de Independência dos EUA havia começado.
Sim, senhoras e senhores, esses dois elementos da história americana se perderam para a vasta maioria dos historiadores americanos de hoje: 1) O que provocou a Guerra de Independência dos EUA foi a tentativa de as tropas britânicas confiscarem as armas dos cidadãos, e 2) foi um pastor evangélico e sua congregação, que em grande parte formaram os Minutemen, que deram os tiros que iniciaram a grande Revolução Americana.
Com esse pensamento em mente, quero dedicar a coluna de hoje para honrar os corajosos pregadores da colônia americana — esses “filhos dos Peregrinos,” como um descendente de um pastor colonial disse.
Não aconteceu muito tempo atrás. Contudo, do jeito que os pastores dos EUA agem hoje, acharíamos que pregadores evangélicos como James Caldwell, John Peter Muhlenberg, Joab Houghton e Jonas Clark nunca existiram. Mas eles de fato existiram. E sem eles, este país que chamamos Estados Unidos da América não existiria.
Caldwell era presbiteriano; Muhlenberg era luterano; Houghton era batista, e ninguém parece saber qual era a denominação (se é que ele tinha uma) de Jonas Clark. Mas esses homens tinham uma coisa em comum (além de sua fé em Jesus Cristo): eles todos eram patriotas ardentes que participaram da Guerra de Independência dos EUA; e no caso de Jonas Clark, foi ele quem começou essa guerra.

James Caldwell

James Caldwell era chamado de “O Sumo Sacerdote Rebelde” ou “O Capelão de Briga.” Caldwell é famoso pela história “Give ’em Watts!” (Deem Watts para eles!)
Durante a batalha de Springfield (em Nova Jérsei), os cidadãos armados gastaram toda a bucha dos mosquetes. Sem demora, Caldwell galopou até a igreja presbiteriana, e voltando com um braço cheio de hinários, os atirou ao chão, e gritou: “Aí, rapazes, deem Watts para eles!” Ele estava naturalmente se referindo aos hinos de Isaac Watts, famoso escritor de hinos evangélicos.
Os britânicos odiavam tanto Caldwell que assassinaram sua esposa, Hannah, em seu próprio lar, enquanto ela estava sentada com seus filhos na cama. Mais tarde, um americano foi subornado pelos britânicos para assassinar o Pastor Caldwell — missão que ele cumpriu fielmente. Os americanos leais ao governo britânico queimaram a casa e a igreja do pastor. Hoje, três cidades e duas escolas públicas no Estado de Nova Jérsei levam seu nome.

John Peter Muhlenberg

John Peter Muhlenberg era pastor de uma igreja luterana em Woodstock, Virginia, quando as hostilidades se iniciaram entre a Grã-Bretanha e as colônias americanas. Quando chegaram a Virginia notícias da grande batalha de Bunker Hill, Muhlenberg pregou um sermão baseado em Eclesiastes capítulo 3 para sua congregação. Ele recordou à sua congregação que existe um tempo para pregar e existe um tempo para lutar. Ele disse que, para ele, o tempo de pregar havia passado e que agora era tempo de lutar. Ele então removeu suas vestes de pastor luterano e permaneceu diante de sua congregação usando o uniforme de um coronel da Virgínia.
Muhlenberg foi mais tarde promovido a general-de-brigada no Exército Continental, e mais tarde, a general-de-divisão. Ele participou das batalhas de Brandywine, Germantown, Monmouth e Yorktown. Ele se tornou deputado federal e senador nos EUA.

Joab Houghton

Joab Houghton estava na Igreja Batista Hopewell, em Nova Jérsei, na hora do culto quando ele recebeu a primeira informação sobre as batalhas de Lexington e Concord. Seu bisneto dá a seguinte descrição eloquente sobre o modo como ele tratou a notícia:
“Colocando-se em cima do grande bloco de pedra que estava em frente da igreja, ele fez sinal para que as pessoas parassem. Homens e mulheres pararam para ouvir, curiosos para saber que tipo de sequência incomum ao culto do dia isso poderia significar. No início, palavras e um silêncio, tão sério quanto a morte, sobreveio a todos. A quietude do domingo sagrado e o local de igreja se aprofundaram numa solenidade terrível. Ele lhes disse tudo sobre os assassinatos covardes em Lexington cometidos pelas tropas do rei da Inglaterra; a vingança heroica que veio em seguida; a batida em retirada de Percy; o ajuntamento dos filhos dos Peregrinos em torno dos montes sitiados de Boston; então, pausando, e olhando sobre a multidão silenciosa, ele disse devagar: ‘Homens de Nova Jérsei, os ingleses estão assassinando nossos irmãos da Nova Inglaterra! Quem me segue até Boston?’ E todos os homens naquela audiência saíram da linha, e responderam ‘Eu!’ Não havia um covarde ou traidor na velha Igreja Batista Hopewell naquele dia.” (Cathcart, William. Baptists and the American Revolution. Philadelphia: S.A. George, 1876, rev. 1976. Print.)

Jonas Clark

Como eu disse no início desta coluna, Jonas Clark era pastor da Igreja de Lexington, Massachusetts, em 19 de abril de 1775, no dia em que as tropas britânicas marcham na cidade de Concord com ordens para prender Sam Adams e John Hancock e confiscar um depósito de armas. Foram os homens da congregação do Pastor Clark que foram os primeiros a ter um confronto direto com as tropas britânicas quando marcharam por Lexington.
Quando você ouvir sobre a história dos Minutemen na Batalha de Lexington, lembre-se de que esses Minutemen eram o Pastor Jonas Clark e os homens de sua congregação.
Traduzido por Julio Severo do artigo original do Pr. Chuck Baldwin: The Man Who Fired The Shot Heard ’Round The World
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