15 de setembro de 2014

Bomba! Barack Obama é desmascarado de maneira conclusiva como criação da CIA


Bomba! Barack Obama é desmascarado de maneira conclusiva como criação da CIA

Comentário de Julio Severo: Este artigo é longo, mas se você quer entender como apesar das imensas falsificações envolvendo Obama tem sido impossível detê-lo, esta série de documentos, originalmente divididas em três partes e reunidas como um único artigo, mostra as ligações de Barack Obama e sua mãe à CIA. Ela trabalhava, como fachada, para a USAID, organização do governo dos EUA já muito bem conhecida entre os ativistas pró-vida no mundo inteiro como uma organização que promove o controle populacional. A mãe de Obama e outros agentes da CIA com ela eram fluentes em russo, pois a missão deles era combater as operações soviéticas em vários lugares da Ásia.
Sou favorável às tramas americanas passadas para sabotar as tramas soviéticas de promover o comunismo. Mas o modo como isso foi feito, descambando na criação de Obama, é assustador. O “remédio” acabou ficando pior do que a doença.
Se você quer entender como o histórico de Obama é um mistério e por que parece impossível impedir o avanço de seu imperialismo pró-aborto e pró-sodomia, leia este artigo.
Li num site conservador americano que a CIA havia dado 3 bilhões de dólares para a al-Qaida em seu nascimento. A missão da al-Qaida era acabar com a presença soviética no Afeganistão. A meta era ótima, mas a solução acabou ficando pior do que o problema. Osama bin Laden, milionário saudita que era agente da CIA, acabou virando a casaca e usando toda sua experiência da CIA para dirigir a al-Qaida contra os EUA e Israel. Parece coisa de agente 86, não? Agora, vem essa ameaça do ISIS, cujos terroristas recebiam armas e treinamento da CIA meses atrás (veja: http://bit.ly/17TFXaB) para cumprir a meta de derrubar o governo sírio, que, bem ou mal, está lutando contra a al-Qaida e terroristas que estão estuprando, torturando e matando cristãos. O ISIS é mais um tiro pela culatra. Parece coisa de Maxwell Smart. O Agente 86 é meu programa favorito de comédia de espionagem. Fiquei sabendo que na CIA também era o programa mais assistido. Pena que palhaçadas na vida real podem produzir graves consequências. Alguém precisa dizer isso a CIA, antes que surjam outros tiros pela culatra, e antes que outras trapalhadas contribuam para mais derramamento de sangue cristão. Já chega o que o ISIS está fazendo na Síria e no Iraque.
Outras “trapalhadas” da CIA são:
* O atual diretor da CIA, John Brennan, se converteu ao islamismo na Arábia Saudita: http://bit.ly/1lMSoz5
* Terroristas muçulmanos instruídos pela CIA acabam atacando em Boston http://bit.ly/12JGt5h
De acordo com Wayne Madsen, o autor desta denúncia sobre Obama, a CIA pode também ter tido um papel no desastre de avião que mudou o rumo da eleição presidencial do Brasil.
A atual denúncia apareceu pela primeira vez no InfoWars, do Alex Jones. Para os que têm dificuldade com o Jones, recordo que Joseph Farah, dono do WND, costuma dar entrevistas a ele. Uma dessas entrevistas foi mencionada no WND. Eis agora a matéria completa do InfoWars:
ALERTA DE NOTÍCIA: O jornalista investigativo Wayne Madsen apareceu ao vivo no Alex Jones Show, na quinta-feira, dia 19 de agosto de 2010, para revelar a sua série de primeira mão sobre as verdadeiras origens de Barack Obama. Madsen compartilhou um grande número de informações e revelações bombásticas a partir dos três artigos seguintes — e ainda mais informações que ainda não tinham sido reveladas. Visite também o Wayne Madsen Report para novas pesquisas e outros relatórios exclusivos. 
Pai e mãe de Obama
Prefácio
Alex Jones & Aaron Dykes
“Esta noite é uma verdadeira honra para mim porque, vamos encarar, a minha presença neste palanque é bastante improvável. Meu pai era um estudante estrangeiro, nascido e criado em uma pequena vila no Quênia. Ele cresceu cuidando de cabras, foi para a escola em um barraco com teto de lata. Seu pai — meu avô — era um cozinheiro, um empregado doméstico dos britânicos. Mas meu avô tinha sonhos maiores para seu filho. Através do trabalho duro e perseverança, meu pai ganhou uma bolsa para estudar em um lugar mágico, os Estados Unidos, que brilhava como um farol de liberdade e oportunidade para muitos que tinham vindo antes.” – Barack Obama no Principal Discurso da Convenção Nacional do Partido Democrático em 2004.
Longe de ser um mero “filho de um pastor de cabras” (como ele, enganosamente, se apresentou durante e antes mesmo de sua candidatura), uma forte evidência surgiu de que o presidente Barack Obama é o produto de órgãos do serviço secreto dos EUA. O repórter investigativo e ex-funcionário da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), Wayne Madsen, organizou uma ampla (e crescente) série, composta de três partes, com provas conclusivas e documentadas de que Barack Obama Pai, Stanley Ann Dunham, Lolo Soetoro e o próprio presidente Barack Obama, todos eles, possuem profundos laços com a CIA e um grupo maior de serviços de inteligência dos EUA. E isso é só o começo.
Após sua eleição, o presidente Obama agiu rapidamente para lacrar seus registros através de uma ordem executiva. Agora, depois de dois anos de dicas e pistas, há informações substanciais para demonstrar que, o que Obama tem omitido é que sua rara ascensão ao poder só pode ser explicada por suas raízes nos serviços de inteligência (CIA). No entanto, isso é mais do que a história de um homem ou de sua família. Existe um plano estratégico de longo prazo para recrutar candidatos promissores para os serviços de inteligência dos EUA e conduzir essas pessoas e suas famílias para posições de influência e poder. Considere que agora foi liberado ao público a informação, outrora sigilosa, de que o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, foi recrutado pelo MI5 antes de se tornar um líder trabalhista, ou que George H. W. Bush não somente tornou-se diretor da CIA em 1976, mas teve também teve um histórico mais profundo na organização. Enquanto nós nunca conseguiremos vir a saber dos muitos detalhes pertinentes a essas questões, uma coisa é certa, a de que nunca foi dito ao povo americano a verdade sobre quem detém o real poder, nem sobre quem é realmente este presidente — e provavelmente muitos outros. Assim, pedimos que todos leiam o profundo relatório de Wayne Madsen e busquem a verdade por si mesmos.

A história de Obama: Todos na Organização (em três partes)

Wayne Madsen
Relatório Wayne Madsen (Wayne Madsen Report)
18 de agosto de 2010

PARTE 1: A história de Obama: Todos na Organização (Parte I)

O jornalista investigativo Wayne Madsen descobriu arquivos da CIA que documentam as conexões dessa agência às instituições e indivíduos que figuram proeminentemente na vida de Barack Obama e sua mãe, seu pai, sua avó e seu padrasto. A primeira parte de seu relatório destaca as conexões entre Barack Obama Pai e as operações patrocinadas pela CIA no Quênia para combater a crescente influência soviética e chinesa nos círculos estudantis e, além disso, para criar condições que impedissem o surgimento de líderes africanos independentes.
De 1983 a 1984, Barack Obama trabalhou como editor na empresa Business International Corporation, uma conhecida empresa de fachada da CIA.
De 1983 a 1984, Obama trabalhou como editor na empresa Business International Corporation (Corporação de Negócios Internacionais) — uma empresa de fachada da CIA
O próprio trabalho do presidente Obama em 1983 para a empresa Business International Corporation (Corporação de Negócios Internacionais) — uma empresa de fachada da CIA que realizou seminários com os líderes mais poderosos do mundo e usou jornalistas como agentes no exterior — se encaixa nas atividades de espionagem da CIA realizadas por sua mãe, Stanley Ann Dunham, em 1960, após um golpe na Indonésia em nome de uma série de operações de fachada da CIA, incluindo o East-West Center (Centro Leste-Oeste), da Universidade do Havaí, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a Fundação Ford. Dunham conheceu e casou-se com Lolo Soetoro, padrasto de Obama, no East-West Center (Centro Leste-Oeste) em 1965. Soetoro foi chamado de volta para a Indonésia em 1965 para servir como um veterano oficial do exército e auxiliar o general Suharto e a CIA na sangrenta derrubada do presidente Sukarno.
Barack Obama Pai, que conheceu Dunham em 1959 em uma aula de aprendizado do idioma russo na Universidade do Havaí, tinha sido parte do que foi descrito como uma operação de transporte aéreo de 280 estudantes da África Oriental para os Estados Unidos para participarem de várias faculdades — simplesmente “ajudados” por uma doação da Fundação P. Joseph Kennedy, de acordo com um relatório da agência Reuters de Londres de 12 de setembro de 1960. O “Transporte Aéreo” foi uma operação da CIA para treinar e doutrinar futuros agentes de influência na África, que estava se tornando um campo de batalha entre os Estados Unidos, a União Soviética e a China pela influência entre os países recém-independentes e os países que logo se tornariam independentes no continente.
A operação “Transporte Aéreo” foi condenada pelo vice-líder da oposição, da União Democrática Africana do Quênia (KADU), como favorecendo certas tribos — a maioria Kikuyus e a minoria Luos — acima de outras tribos a favor da União Nacional Africana do Quênia (KANU), cujo líder era Tom Mboya, o nacionalista queniano e líder sindical que selecionou Obama Pai para uma bolsa de estudos na Universidade do Havaí. Obama Pai, que já era casado no Quênia e tinha um filho pequeno e uma esposa grávida, casou-se com Dunham em Maui em 2 de fevereiro de 1961 e também foi o primeiro aluno africano da universidade. Dunham já estava grávida de três meses de Barack Obama Filho, no momento de seu casamento com Obama Pai.
A CIA teria recrutado Tom Mboya em um programa fortemente financiado e conhecido como “libertação seletiva” para isolar o presidente fundador do Quênia, Jomo Kenyatta, que a agência de espionagem americana tinha rotulado como “perigoso”.
A vice-líder da União Democrática Africana do Quênia (KADU), Masinda Muliro, de acordo com a agência Reuters, disse que o KADU enviaria uma delegação aos Estados Unidos para investigar os estudantes quenianos que receberam “presentes” dos americanos e “garantir que futuros presentes dados aos estudantes quenianos sejam administrados por pessoas genuinamente interessadas no desenvolvimento do Quênia”.
A CIA teria recrutado Tom Mboya em um programa fortemente financiado e conhecido como “libertação seletiva” para isolar o presidente fundador do Quênia, Jomo Kenyatta, que a agência de espionagem americana tinha rotulado como “perigoso”.
Mboya recebeu uma doação de 100.000 dólares para o transporte aéreo, dados pela Fundação Kennedy, depois que ele recusou a mesma oferta do Departamento de Estado dos EUA, obviamente preocupado de que a assistência direta dos EUA pareceria suspeita aos políticos quenianos pró-comunistas que desconfiavam que Mboya teria laços com a CIA. O projeto “Transporte Aéreo África” foi assinado pela Fundação Kennedy e pela Fundação de Estudantes Africanos-Americanos. Obama Pai não estava no primeiro transporte aéreo, mas num posterior. A operação “Transporte Aéreo”, organizada por Mboya em 1959, incluía estudantes do Quênia, Uganda, Tanganica, Zanzibar, Rodésia do Norte, Rodésia do Sul e Niassalândia.
A agência Reuters também relatou que Muliro acusava que os africanos estavam “perturbados e amargurados” com o transporte aéreo dos alunos selecionados. Muliro “afirmou que” as preferências foram mostradas a duas tribos principais [Kikuyu e Luo] e muitos dos estudantes com destino aos EUA haviam falhado nos exames preliminares e comuns de ingresso, enquanto que alguns dos que foram deixados tinham alcançado certificados de primeira classe”.
Obama Pai era um amigo de Mboya e um companheiro da tribo Luo. Após Mboya ter sido assassinado em 1969, Obama Pai testemunhou no julgamento de seu suposto assassino. Obama Pai alegou que ele foi alvo de uma tentativa de assassinato relâmpago após o seu testemunho.
A operação da CIA, “Transporte Aéreo” para o Havaí, Barack Obama Pai, com o colar de flores, está com Stanley Dunham, avô do presidente Obama, à sua direita.
Obama Pai, que deixou o Havaí para ir à Universidade de Harvard em 1962, divorciou-se de Dunham em 1964. Obama Pai casou com uma colega de Harvard, Ruth Niedesand, uma mulher judia-americana, que se mudou com ele para o Quênia e teve dois filhos. Eles mais tarde se divorciaram. Obama Pai trabalhou para os ministérios dos Transportes e Finanças do Quênia, e também para uma empresa de petróleo. Obama Pai morreu em um acidente de carro em 1982, e seu funeral foi assistido por líderes políticos quenianos, incluindo o futuro Ministro do Exterior, Robert Ouko, que foi assassinado em 1990.
Arquivos da CIA indicam que Mboya foi um importante agente de influência para a CIA, não só no Quênia, mas em toda a África. Um antigo segredo da CIA reportado no relatório do Resumo Semanal da Inteligência Atual, de 19 de novembro de 1959, afirma que Mboya serviu como um homem que exercia controle sobre os extremistas na segunda Conferência Popular de Todos Africanos (AAPC) em Tunis. O relatório afirma que “o sério atrito que foi desenvolvido entre o primeiro-ministro Kwame Nkrumah de Gana e o nacionalista queniano Tom Mboya cooperou efetivamente no último dezembro para colocar um controle nos extremistas na primeira reunião da AAPC em Acra”. O termo “cooperou efetivamente” parece indicar que Mboya estava cooperando com a CIA, que preparou o relatório com base nas informações de agentes de campo em Acra e Tunis. Enquanto “cooperava” com a CIA em Acra e Túnis, Mboya selecionou o pai do presidente dos Estados Unidos para receber uma bolsa de estudos para ser levado para a Universidade do Havaí, onde ele conheceu e casou-se com a mãe do Presidente Obama.
Uma versão anterior do Resumo Semanal da Inteligência Atual, secreta e datada de 3 de abril de 1958, afirma que Mboya “ainda parece ser o mais promissor dos líderes africanos”. Outro resumo semanal da CIA, secreto e datado de 18 dezembro de 1958, chama Mboya, o nacionalista queniano, de um “jovem presidente capaz e dinâmico” do partido da Convenção Popular onde foi visto como um adversário de “extremistas” como Nkrumah, apoiado por “representantes sino-soviéticos”.
Em um relatório da CIA, outrora secreto, sobre a Conferência de Todos os Países da África (AAPC), em 1961, com data de 1 de novembro de 1961, o conservadorismo de Mboya, juntamente com o de Taleb Slim da Tunísia, são contrastados com as políticas esquerdistas de Nkrumah e outros. Os pró-comunistas que foram eleitos para o comitê de direção da AAPC na conferência de março 1961 no Cairo, com a participação de Mboya, são identificados no relatório como Abdoulaye Diallo, secretário-geral da AAPC, do Senegal; Ahmed Bourmendjel da Argélia; Mario de Andrade de Angola; Ntau Mokhele de Basutoland; Kingue Abel de Camarões; Antoine Kiwewa do Congo (Leopoldville); Kojo Botsio de Gana; Ismail Toure da Guiné; T. O. Dosomu Johnson da Libéria; Modibo Diallo do Mali; Mahjoub Ben Seddik do Marrocos; Djibo Bakari de Níger; Tunji Otegbeya da Nigéria; Kanyama Chiume de Niassalândia; Ali Abdullahi da Somália; Tennyson Makiwane da África do Sul, e Mohamed Fouad Galal da República Árabe Unida.
Os únicos participantes, no Cairo, que receberam um atestado de saúde pela CIA foram Mboya, que parece ter sido um informante para a agência, e Joshua Nkomo da Rodésia do Sul, B. Munanka de Tanganica, Abdel Magid Shaker da Tunísia, e John Kakonge de Uganda.
Nkrumah acabaria por ser derrubado por um golpe apoiado pela CIA, em 1966, enquanto estava em uma visita de Estado à China e ao Vietnã do Norte. A derrubada de Nkrumah pela CIA foi seguida um ano depois pela derrubada de Sukarno pela agência, outro golpe que estava ligado à família do presidente Obama do lado da família de sua mãe. Há suspeitas de que Mboya foi assassinado em 1969 por agentes chineses trabalhando com facções anti-Mboya no governo do presidente do Quênia, Jomo Kenyatta, a fim de eliminar um dos principais líderes políticos pró-EUA na África. Após a morte de Mboya, todas as embaixadas em Nairobi hastearam a sua bandeira a meio-mastro, com exceção de uma, a embaixada da República Popular da China.
A influência de Mboya no governo Kenyatta iria continuar por muito tempo após sua morte e enquanto Obama Pai ainda estivesse vivo. Em 1975, após o assassinato do político do KANU, Josias Kariuki, um socialista que ajudou a iniciar o KANU, junto com Mboya e Obama Pai, Kenyatta demitiu três ministros rebeldes que “tinham laços pessoais com Kariuki ou Tom Mboya”. Essa informação está contida em notas dos funcionários da CIA sobre o Oriente Médio, África e Sul da Ásia — essas informações eram consideradas sensíveis e ultra-secretas, manuseadas através dos Canais COMINT (é uma sub-categoria de sinais de inteligência que se engaja em lidar com mensagens de voz ou informações derivadas da interceptação de comunicações estrangeiras), de 24 de junho de 1975. A terminologia de inteligência no relatório, com base na sua classificação, indica que a informação foi obtida a partir de interceptações no Quênia pela Agência de Segurança Nacional. Ninguém nunca foi acusado do assassinato do Kariuki.
Jomo Kenyatta, primeiro Presidente do Quênia.
As interceptações de associados de Mboya e Kariuki são uma indicação de que a NSA e a CIA também guardam os registros das interceptações sobre Barack Obama Pai, que, como uma pessoa não americana, teria sido legalmente sujeito na época às interceptações da NSA e do Quartel General de Comunicações do Governo da Grã-Bretanha (GCHQ).
(Continua abaixo)

PARTE 2: Relatório Especial. A História de Obama: Todos na Organização – Parte II

Na parte I deste relatório especial, nós revelamos as conexões entre Barack Obama Pai e os afiliados da CIA no projeto “Transporte Aéreo África” para fornecer diplomas universitários e para ganhar influência sobre um grupo de 280 estudantes da África oriental, meridional e nações africanas que logo se tornariam independentes para combater programas similares estabelecidos pela União Soviética e China. Barack Obama Pai foi o primeiro aluno africano recrutado para estudar na Universidade do Havaí. Obama Pai e a mãe de Obama, Stanley Ann Dunham, se conheceram numa aula de idioma russo em 1959, casaram-se em 1961.
O programa de “Transporte Aéreo África” foi administrado pelo líder nacionalista queniano Tom Mboya, um companheiro da tribo Luo, mentor e amigo de Obama Pai. De acordo com documentos da CIA, descritos na Parte I, Mboya também trabalhou para a CIA na garantia de que os nacionalistas africanos pró-soviéticos e pró-chineses fossem frustrados em sua tentativa de dominar os movimentos nacionalistas políticos, estudantis e trabalhistas pan-africano.
Um dos principais oponentes de Mboya foi o primeiro presidente de Gana, Kwame Nkrumah, que foi deposto em um golpe por influência da CIA em 1966, um ano antes de o filho de Obama Pai, Barack Obama Filho e sua mãe se juntassem a Lolo Soetoro, um indonésio que a mãe de Obama conheceu na Universidade do Havaí em 1965, quando o presidente Obama tinha quatro anos de idade.
Em 1967, Obama e sua mãe se juntaram ao seu marido, em Jacarta. Em 1965, Lolo Soetoro havia sido chamado de volta do Havaí pelo general Suharto para servir como um oficial do exército indonésio para ajudar a lançar, com o apoio da CIA, um genocídio sangrento de comunistas e chineses indonésios com alcance para todo o país. Suharto consolidou seu poder em 1966, o mesmo ano em que o amigo de Barack Obama Pai, Mboya, tinha ajudado a reunir apoio pró-EUA pan-africano para a derrubada de Nkrumah em Gana, pela CIA, em 1966.
East-West Center (Centro Leste-Oeste), da Universidade do Havaí, e golpe da CIA contra Sukarno
Ann Dunham encontrou Soetoro no East-West Center (Centro Leste-Oeste), da Universidade do Havaí. O centro tinha sido, há muito tempo, associado com as atividades da CIA na região da Ásia-Pacífico. Em 1965, ano em que Dunham conheceu e casou-se com Soetoro, o Centro viu um novo chanceler assumir. Era Howard P. Jones, que serviu durante um tempo recorde de sete anos, de 1958 a 1965, como embaixador dos EUA na Indonésia. Jones estava presente em Jacarta, como também Suharto e seus oficiais militares que, apoiados pela CIA, planejaram em 1965 a derrubada de Sukarno, onde foram vistos, juntamente com o Partido Comunista Indonésio (PKI), como aliados da China.
Quando Jones foi chanceler do East-West Center (Centro Leste-Oeste), ele escreveu um artigo para o jornal Washington Post, em 10 de outubro de 1965, no qual defendeu a derrubada de Sukarno por Suharto. Jones foi “convidado” pelo jornal para comentar o golpe de Suharto, descrito como um “contragolpe” contra os comunistas. Jones acusou que Suharto estava meramente respondendo a uma tentativa de golpe anterior, liderado por comunistas contra Sukarno que foi lançado pelo tenente-coronel Untung, “um comandante de batalhão relativamente desconhecido na guarda do palácio”.
O artigo de Jones, que refletia os relatórios da CIA da situação da embaixada dos EUA em Jacarta, continuava afirmando que o alegado golpe esquerdista, em 30 de setembro, “quase veio a ter sucesso através do assassinato de seis dos principais comandantes militares. Ele poderia ter tido sucesso, não fosse o ministro da Defesa Nasution e uma série de outros generais veteranos, os quais também eram máquinas de matar, que agiram rápido em um dramático contragolpe”. Naturalmente, o que Jones não informou aos leitores do jornal foi que o “contragolpe” de Suharto tinha tido apoio através de uma forte ajuda da CIA.
Sukarno nunca culpou os comunistas pelo assassinato dos generais do exército e nem pelo assassinato do Gabinete Indonésio, onde o segundo e o terceiro escalão de líderes da PKI estavam presentes. A possibilidade de que o assassinato dos generais fosse uma operação “falsa” da CIA/Suharto para colocar a culpa no PKI não pode ser descartada. Dois dias depois do golpe de Suharto, o grupo de “mafiosos alugados” pela CIA incendiaram a sede PKI em Jacarta. Enquanto eles marchavam de volta para a Embaixada dos Estados Unidos, que também servia de sede da CIA, gritavam: “Viva a América!”
Untung disse mais tarde que, quando ele ficou ciente de que Suharto e a CIA estavam planejando um golpe de Estado em 5 de outubro de 1965 — Dia das Forças Armadas da Indonésia — as forças leais a ele e Sukarno agiram primeiro. Jones descreveu isso como “propaganda comunista típica”. Suharto agiu contra Sukarno em primeiro de outubro. Jones reiterou que “não havia um pingo de verdade… na acusação de que a CIA estava trabalhando contra Sukarno”. A história provou o contrário. Jones acusou os comunistas de aproveitarem-se da saúde debilitada de Sukarno para vencer os outros candidatos para sucedê-lo. O objetivo, de acordo com Jones, era ter o chefe da PKI, D.N. Aidit, vencendo Sukarno. Sukarno só veio a morrer em 1970, enquanto estava sob prisão domiciliar.
Um documento da CIA, outrora classificado como secreto e sem data, afirma que “Sukarno gostaria de retornar ao ‘status quo’ de antes do golpe. Ele recusou-se a condenar o PKI ou o Movimento de 30 de setembro [do tenente-coronel Untung]; em vez disso, ele apela à unidade da Indonésia e pede que não haja ações de vingança a serem tomadas por um grupo contra o outro. Mas ele não conseguiu forçar o exército a abandonar suas atividades anti-PKI e, por outro lado, ele cedeu à sua demanda, nomeando o seu candidato único, general Suharto, como chefe do Exército”. Suharto e Lolo Soetoro, o padrasto de Barry Obama Soetoro, iriam ignorar a solicitação de Sukarno que pedia que não houvesse vingança, assim como centenas de milhares de indonésios logo descobririam.
O assassinato em massa de chineses indonésios realizado por Suharto é visto em uma descrição do papel da CIA do Partido Baperki: “o Partido Baperki, de esquerda, com a sua grande força em áreas rurais é, em grande parte, composto por sino-indonésios”. Um memorando de Inteligência da CIA, datado de 6 de outubro de 1966, e outrora classificado como secreto, mostra a extensão do monitoramento do golpe anti-Sukarno de vários agentes da CIA designados como contatos para as unidades do exército de Suharto que cercam o Palácio Presidencial em Bogor e em vários postos diplomáticos em todo o país, incluindo o Consulado dos EUA em Medan, que mantinham o controle da esquerda naquela cidade de Sumatra e que, em 2 de outubro de 1965, um memorando da Inteligência, informou à CIA que “o cônsul-geral soviético em Medan tinha um avião esperando para que pudesse ser usado para a evacuação de cidadãos soviéticos de Sumatra”. O memorando de 6 de outubro, também adverte contra a permissão de Untung de desenvolver um grupo de seguidores em Java Central.
Um “Relatório Especial de Resumo Semanal” da CIA na Indonésia, outrora classificado como secreto, datado de 11 de agosto de 1967, e intitulado “A Nova Ordem na Indonésia”, relata que em 1966, a Indonésia realinhara a sua economia, a fim de receber assistência do Fundo Monetário Internacional (FMI). A CIA relata sua felicidade com o novo triunvirato governando a Indonésia em 1967: Suharto, o ministro do Exterior Adam Malik e o sultão de Yogyakarta, que serviu como ministro da economia e finanças. O relatório também se alegra com a ilegalização da PKI, mas afirma que “ela mantém um significativo número de seguidores no Leste e em Java Central”, onde Ann Dunham Soetoro poderia amplamente concentrar seus futuros esforços em nome da USAID, o Banco Mundial e a Fundação Ford, todas elas atividades de fachada para a CIA para “conquistar os corações e mentes” dos agricultores e artesões javaneses.
Um Memorando de Inteligência da CIA, outrora secreto e datado de 23 julho de 1966, claramente vê o partido Nahdatul Ulama (NU), o maior partido na Indonésia e muçulmano, como um aliado natural dos Estados Unidos e do regime de Suharto. O relatório afirma que ajudou Suharto a derrubar os comunistas no período pós-golpe, especialmente onde o NU era mais forte: em Java Oriental, onde a mãe de Obama iria concentrar suas atividades e no Norte de Sumatra e em partes de Bornéu. Em 29 de abril de 1966, memorandos de Inteligência da CIA, outrora secretos, sobre o PKI afirmam: “extremistas muçulmanos em muitos casos superam o exército em caçar e assassinar os membros do partido [PKI] e seus grupos de frente”.
Dunham e Barry Soetoro em Jacarta e atividades de fachada da USAID
Dunham abandonou a Universidade do Havaí em 1960 enquanto estava grávida de Barack Obama. Barack Obama Pai deixou o Havaí em 1962 para estudar em Harvard. Dunham e Obama se divorciaram em 1964. No outono de 1961, Dunham matriculou-se na Universidade de Washington, enquanto cuidava de seu filho recém-nascido. Dunham foi re-matriculada na Universidade do Havaí de 1963 a 1966. Lolo Soetoro, com quem Dunham casou-se em março de 1965, partiu do Havaí para a Indonésia em 20 de julho de 1965, cerca de três meses antes do golpe da CIA contra Sukarno. Soetoro, que serviu a Suharto como um coronel do Exército, foi claramente chamado de volta do East-West Center (Centro Leste-Oeste) que era ligado à CIA, para ajudar no golpe contra Sukarno, o que viria a custar a vida de cerca de um milhão de cidadãos indonésios. É uma história que o presidente Obama gostaria que a imprensa ignorasse, o que certamente foi feito durante a eleição primária de 2008 e a eleição geral.
Em 1967, depois de chegar da Indonésia com Obama Filho, Dunham começou a ensinar inglês na embaixada americana em Jacarta, que também abrigava uma das maiores sedes da CIA na Ásia e tinha estações satélites importantes em Surabaya, no leste de Java e em Medan na Sumatra. Jones deixou o cargo como chanceler do East-West Center (Centro Leste-Oeste) em 1968.
Na verdade, a mãe de Obama estava ensinando inglês para a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que foi uma grande operação de disfarce para as atividades da CIA na Indonésia e em todo o Sudeste Asiático, especialmente no Laos, Vietnã do Sul e Tailândia. O programa da USAID era conhecido como Lembaga Pendidikan Pembinaan Manajemen (Instituições de Desenvolvimento Gerencial). A mãe de Obama, retratada pelo presidente Obama como um espírito livre e uma “filha da década de 1960” e também pelas pessoas que a conheciam no Havaí e na Indonésia, tinha um currículo na Indonésia que contradiz a percepção de que Ann Dunham Soetoro era uma “hippie”.
O treinamento no idioma russo que Dunham Soetoro teve na Universidade do Havaí pode ter sido útil para a CIA na Indonésia. Em 2 de agosto de 1966, um memorando, outrora secreto, do Secretário Executivo do Conselho de Segurança Nacional, Bromley Smith, afirma que, além do Japão, Europa Ocidental, Austrália, Nova Zelândia, Malásia e Filipinas, o golpe de Suharto foi bem recebido pela União Soviética e seus aliados do Leste Europeu, porque isso criou um desalinhamento na Indonésia, o que “representa um contrapeso asiático à China comunista”. Os registros indicam que um grande número de agentes da CIA posicionados em Jacarta antes e depois do golpe de 1965, eram, como Dunham Soetoro, fluentes no idioma russo.
Dunham Soetoro trabalhou para a elitista Fundação Ford, o Banco Mundial, o Banco Asiático de Desenvolvimento, o Banco Rakyat (a maioria pertencente ao governo do Banco Popular da Indonésia) e a USAID que era ligada a CIA enquanto ela viveu na Indonésia e, mais tarde, no Paquistão.
A USAID estava envolvida em uma série de operações secretas da CIA no sudeste da Ásia. Em 9 de fevereiro de 1971, o jornal Washington Star informou que os funcionários da USAID no Laos estavam cientes de que o arroz fornecido ao Exército do Laos pela USAID estava sendo revendido à divisões do exército norte-vietnamita no país. O relatório afirma que os EUA toleravam as vendas de arroz da USAID para os norte-vietnamitas já que as unidades do Exército do Laos que vendiam o arroz viram-se protegidos do movimento comunista Pathet Lao e do ataque norte-vietnamita. A USAID e a CIA também usaram o fornecimento de arroz para forçar os homens da tribo Meo, do Laos, a apoiarem os Estados Unidos na guerra contra os comunistas. Financiamentos da USAID, programados para os civis feridos na guerra no Laos e para saúde pública foram, na verdade, desviados para fins militares.
Em 1971, o Centro para Estudos Vietnamitas da Universidade Southern Illinois, financiado pela USAID em Carbondale, foi acusado de ser uma fachada da CIA. Os projetos financiados pela USAID através do Consórcio de Universidades do Centro-Oeste para Atividades Internacionais (MUCIA) — que abrange as Universidades de Illinois, Wisconsin, Minnesota, Indiana e Michigan State — foram acusados de serem projetos de fachada da CIA, incluindo os de “educação agrícola” na Indonésia, bem como outros “projetos” no Afeganistão, Mali, Nepal, Nigéria, Tailândia e Vietnã do Sul. A acusação foi feita em 1971, o mesmo ano em que Ann Dunham estava trabalhando para a USAID no país.
Em 10 julho de 1971, em uma reportagem do jornal New York Times, a USAID e a CIA foram acusados de “perder” US$1,7 bilhão, destinados para o programa de Apoio ao Desenvolvimento Revolucionário e Operações Civis (CORDS), no sul do Vietnã. O CORDS fazia parte do programa Operação Fênix da CIA, que envolvia assassinatos cometidos pela CIA e a tortura de anciãos de aldeias sul-vietnamitas e clérigos budistas. O dinheiro da USAID também foi direcionado para a companhia aérea de propriedade da CIA, no sudeste da Ásia, conhecida como Air America. Na Tailândia, os financiamentos da USAID para o Programa de Desenvolvimento Rural Acelerado na Tailândia foram, na verdade, usados para mascarar uma operação de contra-insurgência anti-comunista da CIA. Os financiamentos da USAID programados para projetos de obras públicas no Paquistão Oriental, em 1971, foram utilizados para fortificações militares do Paquistão Oriental em sua fronteira com a Índia, nos meses antes da eclosão da guerra com a Índia, em uma violação da lei norte-americana que proibia a USAID de usar dinheiro para fins militares.
Em 1972, o administrador da USAID, Dr. John Hannah, admitiu à agência de notícias Metromedia News que a USAID estava sendo usada como fachada para operações secretas da CIA no Laos. Hannah só confessou que o Laos estava servindo como uma fachada da USAID para a CIA. No entanto, também foi relatado que a USAID estava sendo usada pela CIA na Indonésia, Filipinas, Vietnã do Sul, Tailândia e Coréia do Sul. Projetos da USAID no sudeste da Ásia tinham de ser aprovados pelo Grupo Consultivo de Desenvolvimento do Sudeste Asiático (SEADAG), um grupo da Asia Society, que era, de fato, subordinado à CIA.
O programa dos Estados Unidos, Comida para Paz, administrado conjuntamente pelo Departamento de Agricultura e pela USAID, foi descoberto que em 1972, estava sendo usado para fins militares no Camboja, Coréia do Sul, Turquia, Vietnã do Sul, Espanha, Taiwan e Grécia. Em 1972, a USAID canalizou o dinheiro da ajuda apenas para a parte sul do Iêmen do Norte, a fim de auxiliar as forças Iemenitas do Norte contra o governo do Iêmen do Sul, então governado por um governo socialista em oposição à hegemonia dos EUA na região.
Uma das entidades filiadas ao trabalho da USAID na Indonésia era a Fundação Ásia, uma criação da década de 1950 formada com a ajuda da CIA para se opor à expansão do comunismo na Ásia. A casa de hóspedes do East-West Center (Centro Leste-Oeste) no Havaí foi financiada pela Fundação Ásia. A casa de hóspedes é também onde Barack Obama Pai primeiro se hospedou após o “Transporte Aéreo” do Quênia para o Havaí, arranjado por um dos principais agentes de influência na África, Mboya da CIA.
Dunham também viajou para Gana, Nepal, Bangladesh, Índia, Tailândia; trabalhando em projetos de micro-financiamento. Em 1965, Barack Obama Pai retornou de Harvard para o Quênia, com outra esposa americana. O veterano Obama, ligado ao seu velho amigo e “Menino de Ouro” da CIA, Mboya, e outro companheiro político da Luo. O chefe da sede da CIA no Nairóbi, em 1964-1967, era Philip Cherry. Em 1975, Cherry foi o chefe da CIA em Dacca, Bangladesh. Cherry foi ligado, pelo então embaixador americano em Bangladesh, Eugene Booster, ao assassinato em 1975 do primeiro presidente de Bangladesh, Sheikh Mujibur Rahman, e membros de sua família.
O assassinato do “Xeique Mujib” e sua família teriam sido encomendados pelo, então Secretário de Estado, Henry Kissinger. Bangladesh também estava no micro e macro financiamentos do itinerário de viagem da CIA ligados a Ann Dunham.
Banco da CIA e Havaí
Enquanto isso, a mãe de Dunham Soetoro, Madelyn Dunham, que criou o jovem Obama quando ele retornou ao Havaí em 1971 enquanto sua mãe ficou na Indonésia, foi a primeira vice-presidente do sexo feminino no Banco do Havaí em Honolulu. Várias entidades de fachada da CIA usaram o banco. Madelyn Dunham manipulava contas de fundos de garantia que eram utilizadas para efetuar pagamentos da CIA para ditadores asiáticos, apoiados pelos Estados Unidos, tais como o presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos, o presidente sul-vietnamita, Nguyen van Thieu e o presidente Suharto, na Indonésia. Aliás, o banco estava envolvido em lavagem de dinheiro para a CIA para apoiar secretamente os seus líderes favorecidos na região da Ásia-Pacífico.
Uma das principais frentes de lavagem de dinheiro da CIA em Honolulu era a empresa de Bishop, Baldwin, Rewald, Dillingham e Wong (BBRDW). Depois da CIA permitir que a empresa entrasse em colapso em 1983, em meio a acusações de que a BBRDW era apenas um esquema Ponzi (uma fraude de investimento em que alguns investidores iniciais são pagos com o dinheiro colocado por outros mais tarde, a fim de incentivar mais e maiores riscos), o senador Daniel Inouye do Comitê de Inteligência do Senado dos EUA disse que o papel da CIA na empresa “não foi significativo”. Mais tarde seria revelado que Inouye, que era um dos melhores amigos do falecido senador do Alaska, Ted Stevens, no Senado estava mentindo. Na verdade, a BBRDW estava envolvida pesadamente em financiamento de programas clandestinos da CIA em toda a Ásia, incluindo espionagem econômica contra o Japão, fornecendo armas para os guerrilheiros mujahidin afegãos em sua guerra contra os soviéticos e, secretamente, fornecendo armas para Taiwan. Um dos diretores da BBRDW era John C. “Jack” Kindschi, que, antes de se aposentar em 1981, foi o chefe da sede da CIA em Honolulu. O presidente da BBRDW, Ron Rewald, tinha um certificado de diploma de faculdade falso na parede de seu escritório, feito por especialistas em falsificação da CIA e o seu nome foi inserido nos registros da universidade como um ex-aluno.
A história falsa para a BBRDW foi inventada pela CIA alegando que a empresa havia operado no Havaí desde que este ainda era um território. O presidente Obama está atualmente assolado por alegações de que ele tem falsos documentos universitários, um número de segurança social falso emitido em Connecticut e outros itens de currículo “fabricados”. Será que os documentos falsos da BBRDW do Havaí servem como presságio das questões atuais sobre o passado de Obama?
A BBRDW conduziu seus negócios no coração da zona empresarial de Honolulu, onde o Banco do Havaí estava localizado e onde a avó de Obama, Madelyn Dunham, manuseou as contas de fundos de garantia. O banco iria lidar com grande parte de transações financeiras secretas da BBRDW.
Obama/Soetoro e os “anos de vida perigosa” em Jacarta
É claro que Dunham Soetoro e seu marido indonésio, padrasto do presidente Obama, estiveram intimamente envolvidos em operações da CIA para guiar a Indonésia para longe da órbita sino-soviética durante os “anos de vida perigosa”, após a derrubada de Sukarno. O WMR (Wayne Madsen Report) descobriu que alguns dos melhores diretores para casos da CIA foram designados para várias atribuições oficiais e não-oficiais de fachada na Indonésia durante este período de tempo, incluindo sob a fachada da USAID, o Peace Corps e a Agência de Informações dos Estados Unidos (USIA).
Um dos mais próximos contatos da CIA para Suharto foi o ex-funcionário da CIA na embaixada de Jakarta, Kent B. Crane. Crane estava muito perto de Suharto depois dele se “aposentar” da CIA, ele teria sido um dos únicos homens de negócios “privados” a quem foi dado um passaporte diplomático da Indonésia pelo governo de Suharto. A empresa de Crane, o Crane Group, estava envolvido no fornecimento de armas de pequeno porte às forças militares dos Estados Unidos, Indonésia e outros países. Assessor de política externa do vice-presidente Spiro Agnew, mais tarde, Crane foi nomeado como embaixador dos EUA na Indonésia pelo presidente Ronald Reagan, mas a nomeação foi retirada por causa das ligações duvidosas de Crane com Suharto. A embaixada foi então para John Holdridge, um colega íntimo de Kissinger. Holdridge foi sucedido em Jacarta por Paul Wolfowitz.
Comparsas de Suharto, que incluíam Mochtar e James Riady do Grupo Lippo, mais tarde foram acusados de desviarem mais de US$ 1 milhão em contribuições estrangeiras ilegais para a campanha presidencial de Bill Clinton, em 1992.
O Presidente Obama tem adiado, já duas vezes, a visita oficial de Estado à Indonésia, talvez temendo a atenção que tal viagem traria para as conexões com a CIA, por parte de sua mãe e de seu padrasto indonésio.
Nas décadas de 1970 e 1980, Dunham foi ativa em projetos de micro-crédito para a Fundação Ford, o East-West Center (Centro Leste-Oeste) ligado à CIA e a USAID na Indonésia. Uma das pessoas que foram designadas para a embaixada dos EUA e que ajudaram a barrar o acordo durante uma violenta manifestação estudantil anti-EUA durante o golpe de 1965 de Suharto contra Sukarno, foi o Dr. Gordon Donald Jr. Designado para a Seção Econômica da embaixada, Donald era responsável pelo micro-financiamento da USAID para agricultores indonésios, o mesmo projeto que Dunham Soetoro iria trabalhar pela USAID na década de 1970, depois de seu trabalho na USAID de ensino de inglês na Indonésia. Em um livro de 1968, o “Quem é Quem na CIA”, publicado em Berlim Ocidental, Donald é identificado como um agente da CIA que também foi designado para Lahore, no Paquistão, onde Dunham acabaria por viver por cinco anos no Hilton International Hotel enquanto trabalhava em micro-financiamento para o Banco asiático de Desenvolvimento.
Outro “Quem é Quem na CIA” é o aluno de Jakarta, Robert F. Grealy, que mais tarde tornou-se o diretor de relações internacionais para a Ásia-Pacífico do JP Morgan Chase e um diretor para a Câmara de Comércio Americano-Indonésio. CEO do JP Morgan Chase, Jamie Dimon está sendo mencionado como um potencial substituto para o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, cujo pai, Peter Geithner, foi o selecionador de bolsas da Ásia da Fundação Ford, que canalizou o dinheiro para projetos indonésios de Ann Dunham.
Projetos Negros da CIA e o Havaí
Enquanto estava no Paquistão, o filho de Dunham, Barack Obama, a visitou em 1980 e 1981. Obama visitou Karachi, Lahore, Hyderabad e a Índia, durante suas visitas ao sul da Ásia. Foi durante este período de tempo que a CIA estava reforçando suas operações anti-soviéticas no Afeganistão a partir do Paquistão.
Em 31 de janeiro de 1958, um memorando fortemente redigido, outrora secreto, NOFORN [sem divulgação externa] para o diretor da CIA Allen Dulles do Vice-Diretor Assistente da CIA para Pesquisa e Relatórios [nome redigido] relata uma missão de investigação para o Extremo Oriente, Sudeste da Ásia e do Oriente Médio de 17 de novembro a 21 de dezembro de 1957.
O chefe do Escritório de Pesquisa e Relatórios da CIA (ORR) relata uma reunião com o pessoal do general aposentado do Exército, Jesmond Balmer, um alto funcionário da CIA no Havaí, sobre os pedidos do Comandante-em-Chefe do Pacífico (CINCPAC) para “uma série de detalhados estudos demorados de investigação”. O chefe da ORR relata então sobre a CIA “uma pesquisa de estudantes da Universidade do Havaí que têm tanto o conhecimento do idioma chinês quanto a habilidade em pesquisa”. O chefe da ORR também relata que em um Seminário Contra a Subversão, em Baguio, da Organização do Tratado do Sudeste Asiático (SEATO), realizado nas Filipinas entre 26-29 de novembro de 1957, a Subcomissão Econômica discutiu um “financiamento de desenvolvimento econômico” para combater “atividades subversivas do bloco sino-soviético na área e uma consideração de possíveis contra-medidas que poderiam ser empregadas”.
As delegações da Tailândia e das Filipinas estavam forçando, de forma dura, um financiamento dos EUA para um fundo de desenvolvimento econômico, que pode ter fornecido o ímpeto para projetos posteriores da USAID na região, incluindo aqueles com os quais Peter Geithner e a mãe de Obama estavam intimamente envolvidos.
Embora as operações encobertas de geopolítica da CIA na Universidade do Havaí estejam bem documentadas, o lado mais escuro da agência de pesquisa e operações do tipo MK-UKTRA geralmente não tem sido associadas com a Universidade do Havaí.
Uma série de memorandos da CIA, outrora confidenciais, de 15 de maio de 1972, aponta para o envolvimento tanto da Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas do Departamento Defesa (ARPA), da CIA, como da Universidade do Havaí no programa de ciência comportamental da CIA. Os memorandos são assinados pelo então Vice-Diretor da CIA, Bronson Tweedy, o chefe do Programa de Grupo e Revisão (PRG) [nome redigido] da Comunidade de Inteligência, e o diretor da CIA, Richard Helms. O assunto dos memorandos é “Investigação Apoia ARPA em relação à Produtos de Inteligência”. O memorando do chefe da PRG discute uma conferência realizada em 11 de maio de 1972, que contou com o tenente-coronel Austin Kibler, Diretor de Pesquisa Comportamental da ARPA. Kibler era o chefe de pesquisa da ARPA em modificação de comportamento e visão remota. Outros mencionados no memorando do chefe da PRG, incluem o Vice-Diretor de Inteligência da CIA, Edward Proctor, o vice-diretor da CIA para Ciência e Tecnologia, Carl Duckett, e o Diretor do Instituto Nacional de Estimativas, John Huizenga.
Em 1973, após o diretor da CIA, James Schlesinger, ordenar uma revisão de todos os programas da CIA, a CIA desenvolveu um conjunto de documentos em vários programas da CIA chamados coletivamente de “Jóias da Família”. A maioria desses documentos foram lançados em 2007, mas foi também revelado que o Dr. Sidney Gottlieb, diretor da MKULTRA, o setor de modificação de comportamento, lavagem cerebral e de ensaios com medicamentos da agência, haviam sido ordenados por Helms, antes que ele renunciasse ao cargo de diretor da CIA, para serem destruídos. Duckett, em um memorando de Ben Evans da CIA para o diretor da CIA, William Colby, de 8 de maio de 1973, transmite que ele “pensa que seria imprudente dizer que o Diretor estaria familiarizado com este programa”, significando que o programa de testes de drogas de Gottlieb estava sob a supervisão da MKULKTRA.
Altos funcionários da administração Gerald Ford, incluindo o Chefe de Gabinete Dick Cheney e o secretário de Defesa Donald Rumsfeld, asseguraram que, após a produção dos documentos “Jóias da Família”, nenhuma revelação da CIA foi feita sobre os programas de alteração de comportamento psicológico da CIA, incluindo o MKULTRA e o Projeto ARTICHOKE.
Em 15 de maio de 1972, um conjunto de memorandos parecem estar relacionados com a investigação inicial da CIA, de codinome SCANATE, na guerra psíquica em 1972 que incluiu o uso de médiuns para fins de espionagem, visão remota e controle da mente. O memorando citava Kibler da ARPA e “seu contratante”, que mais tarde vieram a descobrir que pertencia ao Instituto de Pesquisa de Stanford (SRI), em Menlo Park, Califórnia.
Em um memorando de Helms, Diretor da CIA, para, entre outros, Duckett, Huizenga, Proctor e o diretor da Agência de Inteligência de Defesa, que mais tarde herdou a visualização remota da CIA sob o codinome de GRILL FLAME, Helms insiste que a ARPA havia apoiado a investigação em ciência comportamental e seu potencial para a produção de inteligência “por um número de anos” no “MIT, em Yale, na Universidade de Michigan, em UCLA e na Universidade do Havaí e em outras instituições, bem como em instalações de pesquisa da empresa”.
O papel da Universidade do Havaí, em operações de guerra psíquica da CIA continua até hoje. O chefe de pesquisas do Centro de Inteligência Humana e Contra-Inteligência de Defesa do DIA (DCHC) do Programa de Ciências Comportamentais, Dr. Susan Brandon, que estava supostamente envolvida em um programa secreto executado pela Associação Americana de Psicologia (APA), da Rand Corporation e a CIA para empregar “melhorias nos interrogatórios”, incluindo técnicas de sono e privação sensorial, dor intensa e isolamento extremo em prisioneiros mantidos na base aérea de Bagram, no Afeganistão e outras “prisões negras”, ela recebeu seu PhD em Psicologia pela Universidade do Havaí. Brandon também atuou como diretora-assistente de Ciências Sociais, Comportamentais e de Educação para o Escritório de Política Científica e Tecnológica do Presidente George W. Bush na Casa Branca.
As estreitas ligações da CIA com a Universidade do Havaí continuaram até o final da década de 1970, quando o ex-presidente da Universidade do Havaí, de 1969 a 1974, Harlan Cleveland, foi convidado como orador especial na sede da CIA em 10 de maio de 1977. Cleveland serviu como Secretário Assistente de Estado para Assuntos de Organizações Internacionais de 1961 a 1965 e como embaixador de Lyndon Johnson na OTAN de 1965 a 1969, antes de assumir o seu cargo na Universidade do Havaí.
Um memorando do Diretor de Treinamento da CIA, datado de 21 de maio de 1971, relata sobre a atividade de recrutamento de um oficial da Marinha dos EUA que estava entrando na escola de pós-graduação da Universidade do Havaí.
A família de Obama e a CIA
Existem muitos volumes de materiais escritos sobre os antecedentes de George H. W. Bush na CIA e as atividades relacionadas com a CIA de seu pai e filhos, incluindo o ex-presidente George W. Bush. Barack Obama, por outro lado, inteligentemente escondeu suas próprias conexões com a CIA, assim como as conexões de sua mãe, pai, padrasto e avó (pouco se conhece sobre o avô de Obama, Stanley Armour Dunham, que supostamente atuava no ramo de móveis no Havaí, depois de servir na Europa durante a Segunda Guerra Mundial). Presidentes e vice-presidentes não requerem verificações de antecedentes de segurança para exercerem o cargo, ao contrário de outros membros do governo federal. Esse trabalho é deixado para a imprensa. Em 2008, a imprensa falhou miseravelmente em seu dever de investigar o homem que iria ocupar a Casa Branca. Devido aos laços dos pais de Obama com a Universidade do Havaí e suas ligações com a MKULTRA e ARTICHOKE, uma pergunta incômoda continua: Barack Obama é na vida real um “Candidato da Manchúria”? — referência ao livro de ficção política de nome “The Manchurian Candidate”, escrito por Richard Condon, cujo enredo é sobre o filho de uma poderosa família com tradição política nos Estados Unidos que sofre lavagem cerebral para se tornar um assassino involuntário a serviço do Partido Comunista.
(Continua abaixo)

PARTE 3: 19 de agosto de 2010 – Relatório Especial. A história de Obama: Todos na Organização — Adicione mais um membro da família Obama para a folha de pagamento da CIA. parte III

O Wayne Madsen Report (WMR) relatou anteriormente sobre as ligações da CIA com a mãe do presidente Barack Obama, seu pai, seu padrasto e sua avó. Não se sabe muito sobre o avô de Obama, Stanley Armour Dunham, a quem Obama erradamente se referiu como “o pai”, em dois discursos, um deles realizado para os Veteranos Norte-Americanos com Deficiência.
O que é oficialmente conhecido sobre Stanley Armour Dunham é que ele atuou com a nona brigada da Força Aérea na Grã-Bretanha e na França, antes e depois da invasão do Dia D. Após a guerra, Dunham e sua esposa, Madelyn e sua filha Stanley Ann – a mãe de Obama – mudaram-se para Berkeley, Califórnia; El Dorado, Kansas; Seattle e Honolulu. Armour Dunham disse ter trabalhado para uma série de lojas de móveis.
Stanley Armour Dunham com Barack Obama Pai na cerimônia de boas-vindas ao Havaí. A presença de dois militares da Marinha dos Estados Unidos indica que o avião pode ter desembarcado na Base Aérea de Hickam, uma indicação do papel da CIA e do governo dos EUA no projeto “Transporte Aéreo África”.
Obama afirma que o pai e a mãe se conheceram em uma aula do idioma russo na Universidade do Havaí, em 1959. Entretanto, surgiu uma fotografia de Stanley Armour dando as boas-vindas a Barack Obama Pai, proveniente do Quênia, com direito aos tradicionais colares havaianos de boas-vindas. Obama Pai foi o único estudante queniano levado na operação “Transporte Aéreo” para o Havaí como parte do projeto, inspirado pela CIA, que viu Obama e 279 outros estudantes de colônias britânicas no leste e sudeste da África e os trouxeram para os Estados Unidos para a formação universitária antes que suas terras natais ganhassem independência da Grã-Bretanha. Os estudantes foram selecionados pelo líder nacionalista queniano Tom Mboya que viria a realizar a vigilância para a CIA em reuniões nacionalistas pan-africanos. Mboya foi particularmente focado em dois líderes africanos que eram vistos como muito próximo do bloco sino-soviético, Kwame Nkrumah do Gana e Sekout Toure da Guiné.
A fotografia de Armour Dunham com Barack Obama Pai, indica que o “vendedor de móveis” no Havaí estava, de fato, trabalhando com um projeto financiado pela CIA para educar rapidamente aspirantes políticos para servir em governos africanos pós-independência para contrariar os líderes políticos apoiados por soviéticos e chineses na região.
Será que a mãe de Obama [à esquerda] ia para uma escola particular no Líbano no início de 1950, enquanto seu pai [no meio] trabalhava para a CIA em Beirute?
Há uma forte razão para se acreditar que Armour Dunham trabalhou na década de 1950 para a CIA no Oriente Médio. Um arquivo do FBI sobre Armour Dunham existia, mas a agência alegou que destruiu o arquivo em 1 de maio de 1997. Considerando as relações azedas entre o FBI e a CIA durante a Guerra Fria, é provável que Armour Dunham estava sendo monitorado pelo diretor do FBI, J. Edgar Hoover, da mesma maneira que um grande número de outros funcionários e agentes da CIA estavam sendo vigiados. Da mesma forma, os registros de passaporte anteriores a 1968 da mãe de Obama, Stanley Ann Dunham, foram destruídos pelo Departamento de Estado.
Há uma pista fotográfica de que os Dunhams podem ter sidos designados pela CIA para Beirute, no Líbano, no início da década de 1950. Surgiu uma fotografia da mãe e os avós de Obama que mostra Stanley Ann Dunham vestindo o que pode ser um uniforme escolar com a insígnia da "NDJ", que representa o Colégio Notre-Dame de Jamhour, uma escola privada de idioma Francês de Católicos Jesuítas em Beirute, Líbano. Os graduados da escola incluem três ex-presidentes do Líbano, Amine Gemayel, Bashir Gemayel e Charles Helou, os quais mantinham relações estreitas com Washington.
Há também a natureza curiosa do Número de Previdência Social do presidente Obama, emitido em Connecticut, um estado onde não há nenhuma evidência de que ele tenha alguma vez residido lá. Somando-se ao mistério está um endereço de Nova Iorque para um "homem" chamado Stanley Ann Dunham, 235 E. Rua 40 Apto 8F, Nova Iorque NY 10016-1747. O endereço fica a poucos quarteirões de distância do endereço da Fundação Ford. Ann Dunham certamente trabalhou brevemente em Nova York para a Fundação Ford.
Em 9 de agosto de 2010, o Wayne Madsen Report (WMR) relatou: "Em 19 de dezembro, 1971, um artigo no jornal Boston Globe, escrito por Dan Pinck [historiador e ex-oficial da OSS], intitulado ‘Está todo mundo na CIA?’ alega que a identificação de diretores da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) como agentes da CIA era uma ‘contabilidade razoavelmente precisa de certos agentes principais e associados da CIA’. A mãe do presidente Obama, Stanley Ann Dunham Soetoro, trabalhou para a USAID na área rural de Java na Indonésia. O artigo de Pinck era uma resenha de um livro de 1968, ‘Quem é quem na CIA’, publicado em Berlim".
O Wayne Madsen Report (WMR) obteve uma rara cópia de "Quem é Quem na CIA", da Inglaterra. O livro, publicado em Berlim Ocidental, em 1968, lista cerca de 3.000 agentes e agentes-de-influência da CIA em todo o mundo.
O livro também contém uma referência a um agente da CIA cuja área principal de operação foi Mercer Island, Washington. Ele era aposentado da Força Aérea, General Don Zabriskie Zimmermann, que foi o engenheiro-chefe da Companhia Boeing, em Seattle. Antes de se aposentar da Força Aérea, Zimmermann foi Chefe Adjunto do Gabinete da Força Aérea para o Desenvolvimento em Países Estrangeiros. Ann Stanley Dunham supostamente se formou no colégio em Mercer Island, em 1960, e encontrou Obama mais tarde naquele ano, em uma aula de idioma russo depois que seus pais se mudaram para o Havaí. A mãe de Stanley Ann, Madelyn Dunham, trabalhava em uma fábrica da Boeing em Wichita, Kansas, durante a Segunda Guerra Mundial.
O livro relaciona o número de agentes da CIA em países durante as décadas de1950 e 1960, onde o pai de Obama, sua mãe, seu padrasto Lolo Soetori, e supostamente, sua avó e seu avô trabalharam:
Indonésia
Jacarta, 64 agentes
Surabaya, 12 agentes
Medan, 8 agentes
Hollandia, 1 agente
Quênia
Nairobi, 19 agentes
Mombassa, 2 agentes
Líbano
Beirut, 61 agentes (incluindo um agente também atribuído a Jakarta, Lahore e Karachi e outro designado para Lahore)
Hawaii
Honolulu, 6 agentes (um agente também atribuído a Canton Island e outra era fluente em francês, Stanley Ann Dunham falava francês, Urdu, Bahasa Indonésio, e ela estudou Javanês na Universidade do Havaí, além do russo).
Comentário: Louvamos Wayne Madsen pela sua vasta exposição do verdadeiro antecedente de Barack Obama. Madsen apareceu no Alex Jones Show, na quinta-feira, de 19 de agosto de 2010, para revelar detalhes ainda mais explosivos de sua investigação profunda sobre este assunto.
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