3 de julho de 2015

Relatório da ONU Pede Direitos LGBT, Deixa de Fora Casamento de Mesmo Sexo (Por Enquanto)


Relatório da ONU Pede Direitos LGBT, Deixa de Fora Casamento de Mesmo Sexo (Por Enquanto)

Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA (C-Fam) Um relatório da ONU que busca abrir novos caminhos para “direitos LGBT” deixou o “casamento” de mesmo sexo de fora de uma longa lista de novos direitos especiais na base da orientação sexual e identidade de gênero.
O escritório de direitos humanos da ONU publicou sua coleção mais recente de opiniões de especialistas da ONU sobre direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) na semana passada em Genebra. A atualização frisa as realizações do lobby LGBT enquanto minimiza as tendências opositoras.
As agências da ONU estão “cada vez mais integrando questões de orientação sexual e identidade de gênero em seu trabalho sistemático,” declara.
O relatório documenta o ritmo acelerado do lobby LGBT dentro da burocracia da ONU. Trinta novos postos de trabalho em todas as agências da ONU são designados como “pontos focais” para “direitos LGBT” — uma expansão drástica considerando que o termo “orientação sexual” só apareceu numa única resolução da ONU, e mesmo então não por consenso.
O relatório observa que os países precisam de forma igual proteger os direitos humanos de todos os indivíduos, inclusive os que se identificam como LGBT, declarando, “centenas de pessoas têm sido mortas e milhares são feridas em ataques brutais e violentos.”
Não evita as exigências mais polêmicas do lobby LGBT.
Exorta os países a reconhecer o sexo preferido dos indivíduos “conforme o pedido deles,” independente de seu sexo biológico ou condição conjugal, para “sancionar abrangentes leis anti-discriminação” com base LGBT nas esferas privadas e públicas, e fornecer “reconhecimento e proteção legal para duplas de mesmo sexo” na mesma base que casais casados, ainda que comente que “sob o direito internacional os países não são obrigados a reconhecer o casamento de mesmo sexo.”
Os governos precisam “com dinamismo” eliminar as barreiras para “direitos LGBT,” inclusive “atitudes e práticas discriminatórias,” de acordo com o relatório. Repete a acusação de que o ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade contribui para a “estigmatização de, e a violência contra, adolescentes e crianças LGBT criadas por duplas de mesmo sexo.”
Pede leis que proíbam a “terapia de conversão” para indivíduos que lutam contra a atração de mesmo sexo, bem como leis proibindo intervenções cirúrgicas para restaurar órgãos sexuais de meninos e meninas que nasceram com defeitos anatômicos, comumente chamados de “intersexo.”
Denuncia 76 países que penalizam a sodomia como “violando as leis internacionais de direitos humanos” e diz que todos os países precisam conceder asilo para indivíduos que se identificam como LGBT.
Reconhecendo algum progresso para “direitos LGBT” globalmente, o relatório não menciona as tendências opostas. Em anos recentes, 13 países na Europa mudaram suas leis e constituições para refletir que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher.
O relatório cita como programas populares de TV agora integram “personagens LGBT de modo positivo,” e que as celebridades estão expressando suas opiniões publicamente nessa questão. Ao mesmo tempo, o relatório revela que apenas 34 países do mundo concedem condição legal para duplas de mesmo sexo.
Enterrado no final do relatório, há o lamento da ausência de um escritório de “direitos LGBT” dentro do sistema de direitos humanos da ONU. O estabelecimento de tal escritório falhou várias vezes por causa da falta de acordo entre os países.
Como um relatório anterior seu objetivo é atualizar, o relatório mais recente em grande parte papagueia as sugestões não obrigatórias de especialistas da ONU, as quais têm sido amplamente desacreditadas e ignoradas. Os tratados de direitos humanos da ONU foram negociados quando uma maioria de países no mundo não reconhecia os direitos afirmados no relatório, e não podem ser citados em apoio deles.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divugação: www.juliosevero.com
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2 de julho de 2015

Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook


Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook

Julio Severo
Em celebração da decisão do Supremo Tribunal dos EUA favorecendo o “casamento” homossexual na semana passada, o Facebook lançou um aplicativo chamado “Vamos Celebrar o Orgulho,” que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual.
O Facebook esperava que muitos milhões de seus usuários celebrassem, mas de seus 1,44 bilhão de usuários, apenas 26 milhões celebraram — menos de 2 por cento. O fato é, a maioria absoluta dos usuários do Facebook não quis se envolver com a propaganda homossexual do Facebook.
Aumentando o fracasso, houve uma reação internacional a essa propaganda.
A reação mais forte veio de conservadores russos que cobriram sua foto de perfil com as cores da bandeira de seu país — branco, azul e vermelho.
Os usuários russos também contra-atacaram a hashtag homossexual #LoveWins (o amor vence) com #pridetobestraight (orgulho de ser hétero) e #pridetoberussian (orgulho de ser russo).
Em anos recentes, a Rússia tem tido uma postura forte em defesa de valores da família tradicional. Em junho de 2013, a Rússia aprovou a lei federal que tem como objetivo “proteger crianças de informações que defendem a negação dos valores da família tradicional,” ou o que é comumente mencionado como lei contra a propaganda gay. A lei proíbe grupos e indivíduos homossexuais de dar informações sobre homossexualismo para crianças. Os infratores enfrentam multas pesadas e prisão. O governo tem também proibido paradas gays e manifestações homossexuais públicas. E regularmente prende manifestantes insolentes.
A Igreja Ortodoxa Russa tem sido particularmente direta nessa questão. Vsevolod Chaplin, porta-voz dessa igreja, chamou a decisão do Supremo Tribunal dos EUA na semana passada de “ímpia e pecaminosa.”
“As pessoas que gostam da ‘democracia de estilo americano’ e tentam reconciliá-la com valores tradicionais precisam pensar muito depois dessa decisão,” ele disse. Em parte, ele está certo. Contudo, a democracia americana original não foi feita para o homossexualismo e seu ativismo ideológico.
John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos, disse sabiamente: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inadequada para qualquer outro tipo governo.” Os EUA do governo de Adams tinham uma população de maioria esmagadoramente protestante e com princípios morais. Hoje, os EUA têm um governo e grandes empresas (Facebook, Google, Apple, Microsoft, etc.) que odeiam totalmente o protestantismo e a moralidade e amam totalmente a imoralidade e a homossexualidade.
Alguns americanos responderam à propaganda homossexual do Facebook cobrindo sua foto de perfil com a bandeira dos EUA.
Com informações do HuffingtonPost, Mashable e Mirror.
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1 de julho de 2015

Na lista negra da esquerda, de novo


Na lista negra da esquerda, de novo

Julio Severo
O Observatório da Direita (em inglês, Right Wing Watch), uma organização socialista dos EUA, de novo me “expôs” para sua audiência esquerdista nos EUA por opiniões politicamente incorretas.
O Observatório da Direita “expôs”:
Julio Severo avisa que “A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.” (30 de junho de 2015)
Meu texto completo em português está aqui: “Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Glenn Beck, Mychal Massie, Michael Peroutka e Jim Bakker apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Eles leram minha opinião no Barbwire, um grande site conservador dos EUA, onde sou colunista.
Recentemente, em 18 de junho, o Observatório da Direita de novo me “expôs” dizendo:
Finalmente, Julio Severo quer ver Scott Lively nomeado “como embaixador especial dos Estados Unidos para os Direitos Humanos das Crianças e Sua Proteção contra a Agenda LGBT.”
De novo, o Observatório da Direita leu minha opinião politicamente incorreta no Barbwire.
Mencionados na “exposição” estão também a Convenção Batista do Sul dos EUA e Phyllis Schlafly por seu conservadorismo.
O que o Observatório da Direita, cujo dono é a entidade People for the American Way, quer?
De acordo com o WND, um dos maiores sites conservadores do mundo, People for the American (PFAW) é “uma organização socialista ateísta que, por meio de publicações como seu ‘Right Wing Watch’ [Observatório da Direita] se dedica à destruição dos conservadores em geral.”  
De acordo com seu site, o Observatório da Direita tem uma missão especial de atacar conservadores que se opõem à agenda gay, ao aborto e à ideologia muçulmana.
O Observatório da Direita “expôs” minha opinião em outras vezes também, e eu respondi aqui: Crítica esquerdista perturbada de People for the American Way contra um conservador brasileiro
Qual é a intenção deles?
Em 2011, o WND havia feito uma reportagem (a versão em português está neste link) sobre a monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA contra meu blog. Qual era a intenção deles?
No mesmo ano, o WND fez uma reportagem, que se tornou manchete (a versão em português está neste link), sobre o PayPal cortando minha conta depois da campanha de uma organização homossexual nos EUA.
Por que o Golias (Observatório da Direita, Ministério de Segurança Nacional dos EUA, etc.) monitora e se preocupa com um pequeno Davi?
Versão em inglês deste artigo: In the Leftist Black List, Again
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30 de junho de 2015

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista


Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Pamela Geller
Exatamente como ocorreu com a Alemanha nazista, o Vaticano está do lado errado da história — de novo.
Num supremo ato de servilismo e submissão ao islamismo, o Vaticano assinou um tratado com a entidade terrorista, eufemisticamente conhecida como “o Estado da Palestina.” Reportagem da Associated Press disse que “o Vaticano assinou um tratado com o ‘Estado da Palestina’ na sexta-feira, dizendo que esperava que seu reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel e que o próprio tratado serviria como modelo para outros países do Oriente Médio. Paul Gallagher, ministro das relações exteriores do Vaticano, e o ministro palestino das relações exteriores, Riad al-Malki, assinaram o tratado numa cerimônia dentro do Vaticano.”
O Vaticano dizendo que esperava que seu “reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel” é só algumas das conversas tolas e absurdas que acompanharam esse “tratado.” Por que o fato de que o Vaticano reconheceu o “Estado da Palestina” ajudaria a estimular a paz com Israel? Se os terroristas islâmicos obtiveram reconhecimento oficial do Vaticano ao se recusarem a fazer a paz e ao se recusarem a reconhecer o Estado judeu, por que isso levaria à “paz”? O terrorismo funciona, por que parar?
Tzipi Hotovely, vice-ministro das relações exteriores de Israel, disse: “Os palestinos continuam a agir unilateralmente e isso nos distancia de qualquer chance de manter diálogo direto. Lamento que o Vaticano tenha decidido participar de um passo que descaradamente ignora a história do povo judeu em Israel e Jerusalém. Qualquer tentativa dos palestinos ou qualquer outro envolvido de minar nosso direito histórico a Jerusalém e a nosso país será recebida com oposição ferrenha de nós.”
Emmanuel Nahshon, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, frisou que o tratado era unilateral, em que não fazia nenhum reconhecimento “dos direitos históricos do povo judeu na Terra de Israel e aos lugares santos para o judaísmo em Jerusalém.” Outro porta-voz de Israel “expressou desapontamento quando o Vaticano anunciou no mês passado que havia alcançado um acordo final com o ‘Estado da Palestina’ sobre o tratado que regulamenta a vida da Igreja Católica nos territórios palestinos.”
“Desapontamento” é uma palavra suave para isso. “Indignação” e “nojo” seriam mais apropriados. Décadas de terrorismo e matanças estão agora sendo recompensados pela sede da Igreja Católica. O Vaticano recompensou com reconhecimento oficial a “Palestina,” que se recusa a viver lado a lado com o minúsculo Estado judaico.
A matança indiscriminada de cristãos pelos mesmos adeptos da ideologia do “Estado palestino” é em grande parte ignorada pelo Vaticano. Em vez disso, vastas declarações de imbecilidade são anunciadas com solenidade, tais como “igualar o islamismo com violência é errado.” E assim por diante.
Os cristãos estão sendo massacrados num genocídio brutal na guerra santa islâmica que está assolando o Oriente Médio, e a Santa Sé está dando recompensas aos que executam cristãos.
A França também reconheceu recentemente o “Estado palestino,” e vemos como isso está funcionando para eles — com ataques terroristas islâmicos em Paris nos escritórios do Charlie Hebdo e no supermercado kosher Hyper Cacher em janeiro, e nos escritórios da companhia de gás Air Products em Grenoble na semana passada. O Vaticano pode esperar mais do mesmo.
Além disso, o reconhecimento que o Vaticano fez de um “Estado da Palestina” não tem nenhuma base na história ou qualquer outra coisa. Não existe uma etnia “palestina”: Isso foi inventado pela União Soviética e Yasser Arafat na década de 1960 como arma para destruir o Estado de Israel. Nunca existiu um Estado independente da Palestina. Nunca existiu um Reino da Palestina. Nunca existiu nenhuma República da Palestina. Nada. Nem mesmo em livros de história. A bandeira palestina de 1939 apresentava um Estrela de Davi: era um regime judeu.
Para que não nos esqueçamos, depois de derrotar os judeus, o Império Romano mudou o nome de Israel para Palestina para humilhá-los. Palestina era um nome derivado do nome dos piores inimigos de Israel na Bíblia: os filisteus. Israel é a Palestina. Um nome mais apropriado para o Estado terrorista da “Palestina” seria “terra dos filisteus.”
E antes de existir um Vaticano, os judeus viviam em Israel. Nenhuma declaração do Vaticano pode mudar a realidade: Israel é a terra dos judeus.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND: 1933 redux: Vatican signs treaty with terror state
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29 de junho de 2015

“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países


“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países

Mas em estranho acobertamento, grande mídia esquerdista americana nega que os EUA são o líder do movimento homossexual mundial

Julio Severo
Por causa da hegemonia cultural mundial dos EUA, a decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA em favor do “casamento” homossexual afetará outras nações, e ativistas homossexuais em muitas partes do mundo estão excitados em sua expectativa de usar a decisão do tribunal para avançar sua causa, de acordo com uma reportagem da Associated Press, um dos maiores serviços noticiosos dos EUA.
Ainda que grandes empresas dos EUA (Apple, Microsoft, Google, etc.) e até o governo americano tenham grandemente incitado a tendência para com a aceitação do “casamento” homossexual, a Associated Press, cujas reportagens são descaradamente pró-homossexualismo, tem se apressado para separar os EUA do papel da liderança dizendo “Os EUA não são o líder desse movimento,” ignorando que os EUA foram o primeiro país a nomear um embaixador homossexual mundial para a ideologia homossexual e que o Departamento de Estado e a USAID vêm financiando e treinando organizações homossexuais em outras nações.
As tentativas da Associated Press de descartar a liderança dos EUA no movimento homossexual internacional apontaram que outras nações, como a Argentina, tinham “casamento” gay antes dos EUA.
O Brasil, o maior país católico do mundo, havia com efeito aprovado o “casamento” gay em 2013, antes dos EUA, mas os ativistas homossexuais envolvidos nessa campanha estavam muito envolvidos com ativistas homossexuais americanos e sua propaganda “brasileira” contava decisivamente com dados e know-how de ativistas dos EUA.
Pelo fato de que o Brasil não tem uma hegemonia cultural mundial, seu “casamento” gay não produziu nenhum efeito em outras nações. Quando o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o “casamento” homossexual, os sites do Palácio do Planalto e do Ministério da Educação exibiram o arco-íris homossexual — uma celebração homossexual que o governo brasileiro não realizou nem mesmo na legalização do “casamento” homossexual brasileiro.
Ainda que o Brasil e os EUA sejam antagônicos em algumas questões econômicas, eles têm tido uma irmandade inegável, vibrante e incrível na agenda homossexual.
Da mesma forma, o “casamento” homossexual argentino não produziu nenhum efeito internacional, pois a Argentina não tem uma hegemonia cultural mundial. Entretanto, é muito improvável que os ativistas homossexuais argentinos envolvidos nessa campanha não estivessem envolvidos com ativistas homossexuais americanos e que sua propaganda “argentina” não contasse decisivamente com dados e know-how de ativistas americanos.
“A decisão dos EUA terá um grande impacto em outros países,” disse Esteban Paulon, presidente da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais, acrescentando que sua organização contribuiu documentação para as organizações legais americanas que defenderam o caso diante do Supremo Tribunal.
Esse é um truque velho. É o mesmo modo de trabalhar de organizações e fundações pró-aborto dos EUA. Elas financiam e treinam ativistas nos países em desenvolvimento, e quando necessário esses ativistas são usados como vitrine para defender, com uma voz do terceiro mundo, exatamente o que as organizações e fundações pró-aborto dos EUA querem. Elas apresentam sua voz treinada de terceiro mundo na ONU e fóruns internacionais sobre aborto e controle populacional e dizem: “Estão vendo? Eles querem aborto e controle populacional e eles querem nossa ajuda para fazer isso!”
A motivação por trás dessas campanhas é tudo, menos de bom coração.
O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, o órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA, promulgou um documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento, publicado em 10 de dezembro de 1974 durante o governo de um presidente republicano, foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA) e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID).
De acordo com o Dr. Brian Clowes, um especialista em assuntos de controle populacional na organização Human Life International, “o NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional… O propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos EUA é manter acesso aos recursos… de países menos desenvolvidos.”
O NSSM 200 é o mais importante documento de controle populacional do governo dos EUA. Mas havia um esforço para negar que os EUA têm sido o líder do movimento mundial de controle populacional.
Clowes explica que os países jamais conseguiram apontar com precisão o trabalho sujo das campanhas de controle populacional dos EUA como responsabilidade direta dos EUA porque havia uma estratégia envolvida para escapar dessa acusação. Ele disse: “O NSSM 200 também especificamente declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.”
A USAID, que estava envolvida com a CIA no NSSM 200, vem usando sua larga experiência e sofismas em controle populacional para promover a agenda homossexual no mundo inteiro.
No ano passado, a USAID e o Departamento de Estado dos EUA realizaram a terceira Conferência para Avançar os Direitos Humanos LGBT e Promover Desenvolvimento Inclusivo para Indivíduos Lésbicos, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) em Washington, D.C., EUA.
Importantes autoridades do governo dos EUA palestraram no evento.
A conferência reuniu autoridades governamentais, financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação, cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em estruturas de poder político.
A conferência focou em estratégias de assistência diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo. Discutiu também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Apesar desse enorme envolvimento na agenda homossexual mundial, a grande mídia esquerdista dos EUA, inclusive a Associated Press, quer acobertar a liderança dos EUA nesse movimento.
Esse acobertamento vem também ocorrendo mediante estratégias diplomáticas.
O embaixador homossexual mundial dos EUA recentemente visitou o Brasil e outras nações para coletar suas experiências homossexuais e usá-las para dar a impressão de que o trabalho sujo dele não é avançar as ambições homossexualistas do governo de Obama. Ainda que o financiamento, o know-how e a inspiração venham de organizações homossexuais dos EUA, tudo será feito alegadamente por amor aos desejos de grupos homossexuais do Brasil, da Argentina e até da África!
Vinte e um países agora impõem o “casamento” homossexual. Na maioria desses países, grupos homossexuais bem organizados, financiados e treinados estão fazendo pressão legal e social para expandir direitos de “casamento” homossexual, especialmente a adoção de crianças.
Esses movimentos, que têm recebido financiamento e treinamento dos EUA, inclusive do Departamento de Estado e da USAID, estão recebendo um estímulo grande com o “casamento” gay legalizado nos EUA, de acordo com a reportagem da AP. Eles usarão a experiência dos EUA para avançar sua causa (“Ei, a nação mais avançada tem leis gays avançadas, e nós deveríamos imitar”) e os grupos homossexuais americanos por sua vez usarão a experiência deles para exigir mais e mais (“Eis, até países do terceiro mundo estão adotando a agenda homossexual. Por que deveríamos evitar avançar mais?”)
Todos eles estão envolvidos num círculo vicioso de trabalhos sujos. Mas o que fará a diferença decisiva é a hegemonia cultural.
Em seu livro de 1997 “The Grand Chessboard” (O Grande Tabuleiro de Xadrez), Zbigniew Brzezinski, um dos mais confiáveis conselheiros de política externa do governo dos EUA (desde Carter até Obama), argumentou que os EUA detêm a hegemonia mundial nas principais áreas. Ele disse:
“Os EUA têm a supremacia em quatro esferas decisivas de poder mundial: militar, econômica, tecnológica e cultural.”
O “casamento” homossexual brasileiro e argentino e outras agendas gays não têm tido nenhum efeito em outras nações. Mas se os EUA quiserem usá-los, eles com certeza terão um impacto decisivo mundial.
A poderosa hegemonia dos EUA está agora a serviço de sua própria agenda homossexual e da agenda homossexual de grupos homossexuais internacionais que a USAID e o Departamento de Estado estão treinando e financiando.
A resposta a esse poder hegemônico pró-homossexualismo é bolsões de resistência conservadora nos EUA e uma resistência conservadora internacional que rechace o imperialismo homossexual promovido pelo governo e grandes empresas dos EUA.
A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)
O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Defender esse casamento original e real contra um “casamento” falsificado de dois homens não salvará a alma eterna das pessoas. Mas salvará crianças, famílias e a sociedade de uma destruição psicológica, moral e física.
Pregar o Evangelho e deixar claro que Jesus Cristo salva, cura e liberta fará a diferença máxima entre pecadores que amam pecados homossexuais e entre nações que adoram promover e impor esses pecados nos outros. Eles terão uma chance de ser salvos, curados e libertos.
Se não quiserem o Evangelho, os cristãos deveriam agir profeticamente, principalmente no caso de uma nação que começou no Evangelho, era campeã em exportar o Evangelho e impactou muitas nações no Evangelho e agora termina com sodomia, como campeã em exportar sodomia e afetando muitas nações nesse pecado.
Com informações da Associated Press.
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27 de junho de 2015

Mistério: a Grande Babilônia. É isso o que os EUA se tornaram?


Mistério: a Grande Babilônia. É isso o que os EUA se tornaram?

Dr. Scott Lively
As observações seguintes não são necessariamente exclusivas, mas minha confirmação delas como discernimento espiritual é exclusiva, pois meu estudo da Bíblia (capítulo por capítulo, de Gênesis até Apocalipse) na Lanchonete Chão Santo [onde há cultos e distribuição de alimentos aos pobres] em 26 de junho foi — sem nenhum conhecimento anterior de seu significado — Jeremias 39.
A data em que o Supremo Tribunal dos EUA decidiu definitivamente o “casamento gay,” 26 de junho de 2015, é o aniversário em que Jerusalém caiu diante do cerco militar do rei Nabucodonosor da Babilônia. Foi 9 Tamuz, 586 a.C., conforme descrito em Jeremias 39 (e de novo em Jeremias 52).
Um mês mais tarde, o exército babilônico, dirigido por Nebuzaradão, comandante da guarda imperial, destruiu o Templo de Deus e o resto das muralhas de Jerusalém, e queimou a cidade. Isso foi em 9/10 Av, conforme descrito em Jeremias 52, que é 25/26 de julho em nosso calendário.
Se os EUA simbolizam Jerusalém e sua constituição simbolizam suas muralhas de proteção, a decisão do “casamento” gay representa o colapso da muralha sob o cerco demoníaco de Babilônia (que sempre simbolizou perversão sexual na Bíblia — veja Apocalipse 17 e 18).
Isso pode ser uma pista para entender o tempo do julgamento de Deus que está para vir aos EUA (e talvez a Israel e até o mundo inteiro). A data de 9 de Av é o dia histórico de muitos grandes desastres para o povo de Deus através das eras.
O fato que lhe digo para ficar de olho na data de 25/26 de julho não é uma palavra “Assim diz o Senhor,” mas uma dedução lógica de que os sinais apontam para isso como uma possibilidade.
Mas considere mais:
Se reconhecermos que a Babilônia gay conquistou os EUA em 26 de junho (9 Tamuz) de 2015, será que os EUA (ou mais provavelmente seu capitólio, a Cidade de Nova Iorque na época em que a constituição foi adotada) se tornaram oficialmente “Mistério: a Grande Babilônia” de Apocalipse 17 e 18, exatamente como Jerusalém se tornou propriedade da Babilônia nesta data em 586 a.C.?
E a propósito, 26 de junho foi também o aniversário do nascimento do Califado ISIS.
Você acha isso fascinante?
Sua teologia pessoal permite que você dê uma nova olhada nas profecias da Bíblia mesmo se contradiz o que você já pode ter sido ensinado?
Você está disposto a ir atrás das implicações da Bíblia além dos limites das tradições humanas?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de Scott Lively: Did America Become “Mystery Babylon”
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