4 de março de 2015

Epitáfio de Leonard Nimoy: “Israel é um milagre”


Epitáfio de Leonard Nimoy: “Israel é um milagre”

WASHINGTON, EUA — O ator Leonard Nimoy (famoso por seu papel de Spock no seriado Jornada nas Estrelas) ainda está falando acerca do milagre de Israel num filme que ele narrou muito antes de sua morte.
O filme, exibido na televisão americana, se chama “The Miracle of Israel” (O Milagre de Israel), e conecta os eventos estranhos e aparentemente sobrenaturais em torno da fundação e sobrevivência do Estado judeu durante os últimos 67.
“The Miracle of Israel” conta a história da única nação na história do mundo que tem mantido uma identidade nacional durante séculos sem uma pátria. O documentário examina quatro profecias antigas à luz de eventos modernos, inclusive:
·         O estabelecimento do Estado de Israel em 1948
·         O reajuntamento das Tribos Judaicas Perdidas à pátria
·         A reconstrução do Templo em Jerusalém, e
·         Afirmações da vinda do Messias Judeu
Os quatro milagres destacados no filme não são apenas características distintas da sobrevivência e restauração do povo judeu, mas alguns dizem que são prova de cumprimento profético que tem e continuará a impactar o mundo que está avançando para os Últimos Dias, explicam os produtores.
O nascimento de Israel como nação em 1948 foi mais do que apenas o cumprimento de um sonho mantido durante 1900 anos — foi o cumprimento moderno da profecia antiga da Bíblia, afirma o filme visto por milhões de americanos por meio de horário comprado pelos produtores que o usam para promover a versão DVD e outros materiais de apoio.
Produzido pela Fundação Milagre de Israel, o filme faz com que os telespectadores recordem que a Bíblia prometeu que, embora Deus baniria o povo judeu de sua terra por causa de desobediência, Ele nos “últimos dias” os traria de volta e os restabeleceria em sua terra.
Para o povo judeu, a busca de uma pátria que levou quase 2000 anos terminou com uma votação na ONU que durou apenas três minutos. Embora miraculosa, não ocorreu sem luta, uma luta que continua até hoje.
Não dá para contar a história de Israel separada do milagre moderno de Deus reajuntando Seu povo, espalhado aos quatro cantos da terra. Esse reajuntamento começou no século XIX quando colonos judeus, estimulados por sua fé e convicção, voltaram à Terra de seus Pais. Eles transformaram pântanos em terra cultivável e reviveram a língua hebraica.
Antes, durante e imediatamente depois do Holocausto, muitos judeus europeus tentaram imigrar para Israel para escapar da morte, mas lamentavelmente os britânicos, que governavam a Palestina até 1948, os rechaçaram. Muitos voltaram para a Europa onde foram mortos enquanto outros terminaram em campos de concentração, nunca conseguindo chegar à Terra Prometida.
Entretanto, depois de 1948, as comportas se abriram e milhões de judeus retornaram para sua Terra. Antigas comunidades judaicas, talvez até as comunidades cujos membros podem ter sido descendentes das “Tribos Perdidas” de Israel, podem ter feito aliyah (palavra hebraica que significa “voltando para Israel”) de lugares distantes como China, Índia e Etiópia. Um novo fenômeno é o interesse súbito entre muitos latino-americanos de recuperar sua identidade judaica perdida. Muitos acreditam que são descendentes de judeus forçados a deixar a Espanha e depois Portugal durante a Inquisição espanhola no final do século XV. Recentes avanços nas pesquisas tecnológicas de DNA podem agora confirmar se, de fato, uma pessoa vem de origem judaica.
O primeiro Templo foi construído por Salomão, filho de Davi, por volta de 950 a. C. Foi construído de acordo com o modelo do tabernáculo no deserto dado a Moisés para abrigar a Arca da Aliança.
De acordo com arqueólogos, estudiosos e historiadores, foi construído no Monte Moriá, o lugar em que Abraão ofereceu Isaque para ser sacrificado. Posteriormente foi destruído pelos babilônios em 586 a.C. e acabou sendo reconstruído pelo remanescente que voltou do cativeiro 70 anos mais tarde.
Conhecido como Segundo Templo, foi depois ampliado e embelezado por Herodes o Grande durante o final do primeiro século a.C. Foi construído num tamanho tão suntuoso que se tornou uma das grandes maravilhas do mundo antigo. O Templo foi de novo destruído pelos romanos em 70 d.C., quando saquearam Jerusalém e destruíram totalmente a cidade com fogo.
Durante o sétimo século, quando Jerusalém estava sob o controle dos muçulmanos, uma mesquita foi construída em cima do local onde se pensa que era o Santo dos Santos. Permanece ali até hoje.
O Monte do Templo é ardentemente contestado e é talvez o imóvel mais caro do mundo hoje. Um movimento agora surgiu para reconstruir o Templo de novo, e esse movimento está rapidamente ganhando ímpeto.
O filme defende a ideia bíblica não só da volta do povo judeu à sua terra, mas também de restauração espiritual.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Leonard Nimoy’s epitaph: “Israel is a miracle”
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3 de março de 2015

O “Fogo Estranho” de John MacArthur


O “Fogo Estranho” de John MacArthur

Eddie L. Hyatt
Como um homem que foi a vida inteira pentecostal e carismático, recomendo que todo líder pentecostal e carismático leia o livro “Strange Fire” (Fogo Estranho), escrito por John MacArthur. Digo isso porque precisamos ver o modo como as condutas “espirituais” bizarras e doutrinas extremistas de alguns no movimento pentecostal e carismático são vistas por aqueles que estão de fora, e usadas para surrar o movimento inteiro.
John MacArthur
Não temos feito um serviço muito bom na hora de lidar com esses problemas de dentro. Por isso, não duvido de que Deus tenha levantado uma voz que é fundamentalmente oposta ao movimento pentecostal e carismático para lidar com esses extremos. Se Deus pôde usar um rei pagão da Babilônia para disciplinar Seu povo em Israel pelos pecados deles (veja Jer. 25:8-11), será que Ele não poderia usar um cruel pregador fundamentalista para apontar nossas falhas?
Entretanto, o livro mais recente de MacArthur não representa uma busca honesta pela verdade. É óbvio que a mente dele já estava feita quando ele começou sua pesquisa de “Strange Fire,” e ele achou o que estava procurando. Ele apresenta um raciocínio circular, começando com uma premissa falha e prosseguindo com indícios casuais seletivos que determinam o resultado.
Ele inicia mostrando sua fidelidade ao cessacionismo, isto é, a crença de que os dons miraculosos do Espírito Santo foram removidos da igreja depois da morte dos 12 apóstolos e a conclusão dos livros do Novo Testamento. Sendo esse o caso, na opinião dele, as expressões modernas de dons espirituais são falsas. Ele então utiliza os indícios casuais seletivos para sustentar sua suposição, que o leva de volta a seu ponto de partida da cessação dos dons.
Parece que MacArthur quer acreditar somente no pior do movimento sobre o qual ele escreve. Às vezes senti que ele estava embelezando o que era mau a fim de torná-lo pior. Por exemplo, para ele Oral Roberts não era um irmão cristão com quem ele tinha profundas diferenças, mas um herético que provocou muitos danos ao Corpo de Cristo — “o primeiro curandeiro fraudulento a capturar a TV, abrindo o caminho para o desfile de charlatães espirituais que vieram depois dele,” escreveu ele.
Não tenha a menor dúvida disso: a determinação de MacArthur não é corrigir um setor do Cristianismo com o qual ele discorda; a meta dele é destruir um movimento que ele considera falso, herético e perigoso.
MacArthur não está ciente ou propositadamente ignora a evidência histórica em favor da continuação dos dons miraculosos do Espírito, conforme apresentei em meu livro “2000 Years of Charismatic Christianity” (2000 Anos de Cristianismo Carismático). Ele ignora declarações claras de pais da igreja como Justino Mártir, Ireneu, Tertuliano e Agostinho sobre curas e milagres na época deles. Ele usa a declaração de Agostinho sobre línguas sendo “adaptadas aos tempos” como um argumento de que os dons haviam cessado. No entanto, ele ignora as obras posteriores de Agostinho, inclusive Retratações, em que ele reconhece a permanente atuação miraculosa do Espírito e conta de milagres que ele conhecia pessoalmente.
O argumento bíblico de MacArthur em favor da cessação dos dons é muito fraco. Ele se apoia principalmente em Efésios 2:20, onde Paulo disse aos crentes efésios que eles estavam sendo edificados na fundação dos apóstolos e profetas. Ele então argumenta que o dom do apostolado era apenas para o período da fundação da igreja, que na mente dele é o primeiro século. Continuando, ele diz que os outros dons do Espírito cessaram com o dom apostólico.
Isso, na melhor das hipóteses, é um raciocínio torcido que vai além do que o texto realmente diz. O que Paulo quer nessa passagem não é ensinar o cessacionismo, mas mostrar a fé comum dos crentes gentios e judeus em que ambos estão edificados no mesmo fundamento, que é o próprio Jesus, e tanto os escritos do Antigo Testamento (profético) quanto do Novo Testamento (apostólico) dão testemunho desse fato.
Em resumo, nós que abraçamos a obra permanente do Espírito Santo na Igreja e no mundo não precisamos nos acovardar nem fazer concessões em nosso compromisso por causa de Strange Fire. Ao mesmo tempo, que sejamos diligentes para lidar com os erros e extremismos que sempre se infiltram em qualquer movimento cheio do Espírito, quer seja a igreja em Corinto, o metodismo inicial ou o moderno movimento pentecostal e carismático.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo da revista Charisma: The “Strange Fire” of John MacArthur
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2 de março de 2015

Rússia versus globalistas LGBT


Rússia versus globalistas LGBT

Clima de ódio e medo

Dr. Scott Lively
Sempre e em todo lugar em que pessoas fazem resistência às campanhas para impor a homossexualidade em toda a sociedade, o movimento LGBT e seus aliados atribuem essa resistência a “um clima de ódio e medo” orquestrado por “homófobos” malignos que exploram os preconceitos dos ignorantes dizendo-lhes mentiras sobre os gays e as lésbicas que “só querem direitos iguais.” Eles predizem uma onda de violência contra as “minorias sexuais” e então começam a criar sua própria evidência em apoio disso, tudo com o objetivo de manipular a opinião pública e os políticos transformando-os em “protetores dos inocentes.”
Aqui nos Estados Unidos a estratégia foi iniciada em pequena escala com comissões de direitos humanos em nível local na década de 1970, então em nível estadual e finalmente em nível federal em conjunto com as atuais campanhas esquerdistas em massa para criar um direito constitucional ao “casamento gay” por meio do ativismo judicial. Anthony Kennedy, juiz homossexualista do Supremo Tribunal, ficou famoso ao derrubar a Lei de Defesa do Casamento (essa lei federal foi derrubada no caso Defense of Marriage Act in United States versus Windsor) na base de que a oposição ao “casamento” homossexual era motivada por “ódio violento.” O Supremo Tribunal dos EUA provavelmente usará essa mesma lógica falsa quando decidir a favor do “casamento gay” neste verão (se não houver uma intervenção miraculosa de Deus).
A perigosa estratégia LGBT agora se globalizou e o alvo é a Federação Russa.
Aos que não reconhecem inteiramente o caráter maquiavélico do movimento LGBT, ou até que ponto os meios de comunicação dos EUA (até mesmo a FOX News, até certo ponto, que vem cada vez mais imitando a grande mídia) se tornaram uma espécie de “Pravda Gay,” o que estou para declarar pode parecer doido, mas seja paciente comigo.
Não que isso também não sirva a outros interesses globalistas, mas vim a crer que proteger e avançar a agenda LGBT é a razão principal por que Barack Obama orquestrou o golpe que iniciou uma guerra civil na Ucrânia. (Veja este excelente artigo sobre o tema de que a política externa de Obama é ideologicamente motivada, embora não trate especificamente da agenda homossexual: “Scott Lively fala sobre a política externa dos EUA.”)
Fizeram-nos lembrar nesta semana de que a agenda LGBT é um “valor fundamental” do governo de Obama quando ele nomeou o primeiro embaixador mundial dos EUA para “direitos gays” (Nota de Julio Severo: confira este artigo: “EUA nomeiam primeiro embaixador mundial da agenda homossexual”). Anteriormente, ele encarregou o Departamento de Estado de tornar a agenda gay uma prioridade da política dos EUA no exterior (Nota de Julio Severo: confira este artigo: “EUA querem combater movimento anti-homossexualismo no mundo inteiro”).
Para o governo de Obama, isso representa, literalmente, “valores americanos,” embora a maioria das pessoas não entenda isso e ainda interprete essa frase como algo benigno e saudável como se fosse valores americanos tradicionais. Para Obama, valores fundamentais não é liberdade de expressão — em seu mundo, isso é claramente menos importante do que “direitos gays.” Nem liberdade econômica — não dá para você dirigir um estabelecimento que recusa fazer bolos, tirar fotos ou fornecer flores para “casamentos gays.” Valores americanos fundamentais para Obama é celebração pública da sodomia e automutilação transexual com ajuda médica.
Nesse compromisso com “direitos gays” Obama está unido e representa um cartel ideológico de elites globalistas que cooperam para forçar o homossexualismo no mundo.
A lei anti-propaganda homossexual da Rússia, aprovada em 11 de junho de 2013, foi a primeira medida internacional verdadeiramente eficaz desde que a agenda gay se globalizou na virada do milênio. Tipicamente, os gays caracterizaram a lei russa como odiosa e incitamento à violência, mas ao fazerem isso eles revelaram que expor crianças à propaganda homossexual faz parte da agenda deles, já que a lei simplesmente classifica “propaganda de relações sexuais não tradicionais” como material que não pode ser distribuído entre menores de idade e manda que o governo proteja as crianças contra essa propaganda. (Nota de Julio Severo: para entender a lei russa contra propaganda homossexual, confira estes artigos: “Em defesa da lei russa contra a propaganda homossexual” e “Uma boa notícia da Rússia: russos fazem agenda gay retroceder em seu país.”)
Logo depois da aprovação dessa lei Barack Obama mudou radicalmente a política americana “reset” (em que a Rússia havia sido reconhecida como parceira igual na comunidade mundial) e em vez disso começou a restabelecer a retórica da guerra fria.
Durante os Jogos Olímpicos de Sochi em fevereiro de 2014, Obama tentou fazer a Rússia se alinhar novamente por meio de táticas de pressão acionadas pelos meios de comunicação (que não funcionam com os russos, que sofreram muito mais sob os soviéticos). (Nota de Julio Severo: para entender esse episódio, confira estes dois artigos: “Os Jogos Olímpicos de Inverno na Rússia e a Hipocrisia dos Direitos Humanos da Esquerda” e “A controvérsia olímpica de Putin.”)
Quando isso não funcionou, Obama começou a guerra civil na Ucrânia para forçar a Rússia na atual crise que vai terminar em fracasso e desapontamento. Diplomatas dos EUA foram pegos em flagrante nas fases iniciais da mudança no governo ucraniano. (Nota de Julio Severo: confira este artigo: “Conservador americano denuncia intromissão sórdida de neocons americanos na Ucrânia.”)
A ministra americana Victoria Nuland disse “Que a União Europeia vá tomar no **.” Ela disse isso porque a União Europeia estava se opondo ao plano americano de forçar uma mudança de governo na Ucrânia. A União Europeia estava vendo o uso da força como prejudicial aos seus interesses comerciais. Mas em minha opinião os EUA não se importaram porque seus interesses eram ideológicos e punitivos.
Obama sabia, é claro, que, para os russos, a Ucrânia era o equivalente estratégico de Cuba, ou até mesmo o Havaí, para os EUA e que eles jamais poderiam simplesmente concordar com a transferência de seu porto mais crucial na Crimeia e interesses petrolíferos no leste para um governo hostil controlado pelos EUA.
Os russos foram deliberadamente empurrados para uma situação em que pudessem ser retratados como agressores — da mesma forma como uma dupla de ativistas gays fez uma armação para pintar o estado conservador do Texas como agressor. Essa dupla teria orquestrado sua própria prisão por sodomia de modo que pudessem se exibir como vítimas para uma maioria do Supremo Tribunal (liderados por Kennedy de novo) buscando uma chance de derrubar as leis antissodomia. Daí veio a decisão Lawrence versus Texas de 2003, a qual foi usada como o “incentivo moral” para aprovar a primeira lei de “casamento gay” em Massachusetts em 2004.
O Texas não estava arrombando a casa de ninguém para cumprir sua lei antissodomia (da mesma forma como os russos não estavam agredindo os ucranianos antes do golpe orquestrado pelos EUA), mas foi empurrado para essa situação por agentes provocadores do movimento LGBT. Ninguém produz melhores agentes provocadores do que o movimento LGBT, cujos ativistas estão presumivelmente muito bem representados nas agências americanas de inteligência desde que o presidente Bill Clinton revogou uma lei que impedia os homossexuais de trabalharem em agências ultrassecretas em 2 de agosto de 1995.
Depois do golpe de Estado na Ucrânia, Obama e suas marionetes da mídia então se uniram aos traidores anti-família do Partido Republicano (John McCain e seus camaradas neo-cons com suas marionetes da mídia) numa campanha implacável de propaganda de guerra com o tema de que a Rússia está determinada a reconstruir o maligno império soviético. Em pouco mais de um ano, Obama, McCain e outros transformaram a Rússia num país isolado na visão do povo-gado dos EUA e UE, baseados em nada mais do que retratações maliciosas da crise ucraniana e alarmismo sem base de que a Rússia planeja aventuras militares contra os países bálticos.
Casualmente, Steve Schmidt, que era o principal estrategista de John McCain, foi contratado em 2013 pela organização esquerdista anticristã ACLU “para desenvolver no Partido Republicano apoio para legalizar o ‘casamento gay’ em todos os estados dos EUA [em cinco anos]” (a fonte em inglês está aqui).
E já que o assunto é o Partido Republicano, não acredite nem mesmo por um segundo que a elite do Partido Republicano não está se prostrando diante dos direitos gays nos bastidores exatamente como o Partido Democrático faz abertamente. Até mesmo durante o governo pretensamente pró-família de George W. Bush o Departamento de Estado estava promovendo a agenda homossexual no mundo inteiro. Eu confrontei pessoalmente os diplomatas da Embaixada dos EUA em Riga, na Letônia, em 2007 por ajudarem a organizar uma parada gay, pois eles estavam desafiando uma maioria esmagadoramente pró-família dessa nação conservadora.
Ao que tudo indica, a dinastia Bush decidiu agora que é hora de parar de esconder seu amor pelo homossexualismo. Jeb Bush contratou um importante ativista LGBT como seu diretor de comunicações (a informação em inglês está aqui). (Nota de Julio Severo: confira este artigo: “Revista gay louva Jeb Bush.”)
E há outra notícia devastadora que os meios de comunicação conservadores dos EUA estão ignorando. A Campanha pelos Direitos Humanos (a maior organização homossexual dos EUA) está empenhada em caracterizar o ativismo pró-família americano em países estrangeiros como fomentador de “ódio e medo” (uma campanha que me rotula de inimigo público número 1). Todo esse empenho está sendo financiado por Paul Singer e Daniel Loeb, mega-financiadores do Partido Republicano (confira em inglês aqui). 
Voltemos ao assunto da Rússia. Recentemente, fui entrevistado pela BBC para um documentário que os produtores disseram era sobre a “guerra cultural global.” No entanto, o entrevistador focou muito em minha reação aos relatórios — surpresa! — de um alegado aumento na violência contra homossexuais em países que aprovaram leis contra a homossexualidade, principalmente a Rússia e Uganda. Esses relatórios (que eles nunca realmente me mostraram) teriam sido preparados pelo Observatório dos Direitos Humanos, Anistia Internacional, ONU e pela entidade Minorias Sexuais Uganda (MSU), alegados bastiões de toda imparcialidade. (A propósito, a MSU está me processando por “Crimes contra a Humanidade” por pregar contra a homossexualidade em seu país).
Isso nos leva ao princípio do tema deste artigo. Eu disse ao entrevistador da BBC que eu não via nenhuma dessas fontes como dignas de confiança sobre a questão da homossexualidade e citei os assassinatos de Matthew Shepard e David Kato como evidência. Aliás, eu já havia acusado o Observatório de Direitos Humanos de ceder à propaganda pró-homossexualismo em seu primeiro vídeo que pretendia mostrar violência russa contra os homossexuais (divulgado para coincidir com os Jogos Olímpicos de Sochi), onde expus a fraude do movimento LGBT em suas caracterizações dos incidentes de Shepard e Kato (em inglês, aqui). (Nota de Julio Severo: para ler em português material sobre Shepard e Kato, confira estes artigos: sobre Shepard: “Cai um Símbolo Gay?” Sobre Kato: “Ativista gay de Uganda é assassinado por parceiro sexual.”)
Então, eis o momento crítico para os analistas e líderes pró-família. Você realmente compreende até que ponto os líderes e ativistas LGBT irão para satisfazer seus interesses? Você já viu o que eles fazem com as pessoas comuns, contra lojas cristãs, etc. Como é que essa diabolice se pareceria em nível internacional se, digamos, o presidente dos Estados Unidos fosse um ativista homossexual?
Em agosto de 2013 enviei uma carta aberta ao presidente Putin, agradecendo a ele por sancionar a lei contra propaganda homossexual. Na carta, eu o preveni “a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.” Confira a carta completa aqui: “Carta aberta ao presidente Vladimir Putin.”
Independente de qual for a nossa postura sobre a Ucrânia ou Vladimir Putin, apenas pare para considerar onde o movimento pró-família estaria se não tivesse havido o golpe na Ucrânia. A Rússia ainda seria (falando de modo relativo) um membro respeitado da comunidade internacional oferecendo um modelo alternativo genuinamente pró-família de política social. Provavelmente haveria pelo menos uma dúzia de países que teriam adotado para si a lei contra propaganda homossexual (com mais considerando-a) e haveria um debate internacional saudável ocorrendo entre as visões pró-família e LGBT para o futuro. Creio que a maré provavelmente teria começado a virar em nosso favor, pelo menos no cenário mundial, ainda que não ainda nos EUA ou na União Europeia.
É realmente tão absurdo crer que Obama (um cara moralmente maligno, imperialista, discípulo de Saul Alinsky e que provavelmente é homossexual) começou a guerra civil da Ucrânia para castigar a Rússia por se opor ao “valor fundamental” dos EUA, o qual é a prioridade do Departamento de Estado de Obama? Ou (mais importante para os homossexuais) impedir os russos de liderar a contrarrevolução pró-família no mundo?
Você, como conservador pró-família, vai aceitar a palavra de Barack Obama, John McCain e da grande mídia americana de que a Rússia é o bandido nessa história? Se você aceitar, você realmente não conhece seu inimigo — e não estou falando de Putin.
Da próxima vez que você ouvir a implicação de que a Rússia criou “um clima de ódio e medo” na Ucrânia, na Rússia e em outros países, apenas recorde quem está por trás dessa estratégia sempre útil de enlamear, prejudicar e lesar seus inimigos e como essa gente está entrincheirada nos meios de comunicação dos EUA, Casa Branca e agora também na elite do Partido Republicano.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Dr. Scott Lively: Russia vs. the LGBT Globalists
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1 de março de 2015

A Igreja Católica e o intervencionismo estatal


A Igreja Católica e o intervencionismo estatal

Vitor Barreto
O meio conservador brasileiro possui uma grande porcentagem de católicos romanos. Esses católicos têm lutado contra o socialismo e também contra o intervencionismo estatal, apoiando o sistema de livre mercado. Mas será que eles conhecem a doutrina social de sua Igreja? Será que eles conhecem o real posicionamento da Igreja Católica Apostólica Romana sobre as questões econômicas e como ela participou diretamente do crescimento do intervencionismo estatal no século XX?
Eles, os conservadores católicos, não esquecem de lembrar comumente, cheios de orgulho, que o papa João Paulo II combateu o comunismo especialmente na Polônia e na URSS. Isso é um fato, embora sem a política conservadora e o nacionalismo americano, que é essencialmente protestante, nada disso seria possível. Mas não sabem eles que o catolicismo também condena o capitalismo?
“O destino universal dos bens”. Essa é a expressão de João Paulo II (o mesmo que combateu o comunismo) em sua encíclica “A Preocupação Social”.
“Está nisto uma das razões por que a doutrina social da Igreja adopta uma atitude crítica, quer em relação ao capitalismo liberalista, quer em relação ao colectivismo marxista.”[1]
Diante dessa realidade, alguns deles, por falta de informação ou por apologia cega, intentam jogar toda a culpa dos posicionamentos errados assumidos pela Igreja no século XX na conta dos agentes inimigos infiltrados em seu meio. Mas os tais agentes infiltrados (que realmente existem) são responsáveis pelo posicionamento da igreja de Roma no assunto que estamos abordando? Parece que não. Mesmo os papas conservadores defendem exatamente os mesmos argumentos.
“É necessário recordar mais uma vez o princípio típico da doutrina social cristã: os bens deste mundo sãooriginariamente destinados a todos. O direito à propriedade privada é válido e necessário, mas não anula o valor de tal princípio. Sobre a propriedade, de facto, grava ‘uma hipoteca social’,quer dizer, nela é reconhecida, como qualidade intrínseca, uma função social, fundada e justificada precisamente pelo princípio da destinação universal dos bens. Nem se há de descurar, neste empenhamento pelos pobres, aquelaforma especial de pobreza que é a privação dos direitos fundamentais da pessoa, em particular, do direito à liberdade religiosa e, ainda, do direito à iniciativa económica.  [1]
Esses mesmos católicos mais teimosos e menos instruídos (que transbordam na internet) podem alegar que esse posicionamento do Papa João Paulo II está errado, mas que a Igreja antes não era assim. Tal objeção seria sem base. Eis o que diz a bula “Alegria e Esperança”, da Constituição do Vaticano II:
Aquele, porém, que se encontra em extrema necessidade, tem direito de tomar, dos bens dos outros, o que necessita. Sendo tão numerosos os que no mundo padecem fome, o sagrado Concílio insiste com todos, indivíduos e autoridades, para que, recordados daquela palavra dos Padres — ‘alimenta o que padece fome, porque, se o não alimentaste, mataste-o’ - repartam realmente e distribuam os seus bens, procurando sobretudo prover esses indivíduos e povos daqueles auxílios que lhes permitam ajudar-se e desenvolver-se a si mesmos.” [2]
João XXIII, em “Mãe e Mestra”, na sessão “Iniciativa pessoal e intervenção dos poderes públicos em matéria econômica”, escreveu:
“Mas nele, pelas razões já aduzidas pelos nossos predecessores, devem intervir também os poderes públicos com o fim de promoverem devidamente o acréscimo de produção para o progresso social e em beneficio de todos os cidadãos.” [3]
Incrível, não? Os católicos acreditam que existem situações onde o roubo é lícito e por isso defendem que as forças públicas intervenham em matéria econômica. O título da sessão não deixa dúvidas: “(...) intervenção dos poderes públicos em matéria econômica”. Estamos portanto falando de intervenção estatal. Ele, o Estado, é o mediador entre o necessitado que, segundo eles, tem o direito de tomar a propriedade de outrem, e os donos das propriedades a serem distribuídas para o “bem comum”. Para os menos ignorantes, a leitura dos textos do Vaticano podem ser preocupantes pelo cúmulo de suas afirmações. Segundo eles, até os salários devem ser controlados:
“(...) é contra a justiça social diminuir ou aumentar demasiadamente os salários em vista das próprias conveniências e sem ter em conta o bem comum.” [4]
Agora, comparemos o que o papa João Paulo II disse com o que afirmou Lyndon Johnson, que assumiu a presidência nos Estados Unidos após a morte de Kennedy. Foi Johnson quem começou a criar programas de assistencialismo estatal que geraram verdadeiros monstros econômicos tão criticados por Ronald Reagan, queridinho até pelos conservadores católicos. Agora comparemos o que o papa João Paulo II disse na citação anterior dentro do contexto de seu projeto “Great Society”:
“Direitos Humanos são mais importantes que a propriedade privada… Nós precisamos tirar de quem tem para dar a quem não tem.”
Ambos têm exatamente a mesma visão. Ironicamente, os conservadores católicos no Brasil condenam o intervencionismo estatal que é defendido pelo Vaticano por uma dedução lógica de sua cosmovisão. Na prática, a Doutrina Social da Igreja Católica produz o efeito exatamente contrário do almejado. Essa é a crítica dos liberais. A pobreza só pode ser combatida com a geração de riquezas e o livre mercado é a melhor opção.
A pergunta importante é: qual é a origem desse posicionamento? Não há incoerência nas afirmações supracitadas com a teologia católica oficial. Elas na verdade são coerentes com o ensino oficial (exceto quanto à visão da sociedade em relação à justiça social). A origem da doutrina social da Igreja Católica firmou-se em Tomás de Aquino.

Tomás de Aquino e Robin Hood

Henry William Spiegel escreveu:
“Tomás de Aquino não escreveu nenhum tratado econômico, mas seu pensamento, baseado em Aristóteles, é fundamental para a compreensão do pensamento econômico da Igreja Católica Romana.”[5]
Busquemos então a raiz que justifica o intervencionismo estatal na doutrina social social.
“A comunhão de bens é pertencente à lei natural; não que a lei natural dite que todas as coisas sejam possuídas em comunhão e que nada possa ser propriedade individual (privada), mas porque a divisão dos bens não se dá de acordo com a lei natural, mas é oriunda do acordo humano, que pertence à lei positiva (…) Portanto, a posse de bens é não contrária à lei natural, mas adicionada a ela pela razão humana.” [6]
Com essa citação vemos a compreensão tomista da propriedade e dos bens. Para Aquino, na natureza não existe nada que induza a propriedade privada como um valor absoluto. Pra ele, a propriedade privada é fruto do acordo humano apenas. Vejamos, a seguir, algo bem mais controverso:
“A necessidade torna todasas coisascomuns. E, portanto parece não cometer pecado quem se apodera da coisa de outrem levado pela necessidade, que lhe tornou essa coisa comum.” [6]
“É legal para um homem socorrer sua própria necessidade por meio de propriedade alheia, tomando-a tanto abertamente quanto secretamente. Isso não é, tecnicamente falando, roubo ou furto, tomar secretamente e fazer uso de propriedade alheia em razão da extrema necessidade. Porque aquilo que o homem toma para preservar a própria vida torna-se sua própria propriedade em razão da necessidade… E no caso da necessidade de um homem, o seu próximo pode tomar a propriedade de um terceiro no intuito de socorrer a necessidade de seu próximo”. [6]
Uau, um advogado de Robin Hood! Tomás de Aquino diz que tomar a propriedade de alguém sem autorização, no caso de necessidade, não é roubo nem pecado! Tomando ainda como referência o conceito de sociedade e o papel de Estado construídos pelo escolástico por influência de Aristóteles (e não das verdades pressuposicionais da Escritura), a Igreja Católica reconhece que o Estado pode perfeitamente assumir o papel de Robin Hood.
Eu gostaria de saber: que diferença há entre isso e o socialismo? A “necessidade”? O conceito de necessidade não parece ter sido bem definido, já que os papas defendem em suas bulas e encíclicas que o bens manufaturados produzidos nos países desenvolvidos também deveriam ser distribuídos aos países subdesenvolvidos; e isso é bem mais do que apenas um caso de fome imediata. Relembremos as palavras do Concílio Vaticano II:
“Aquele, porém, que se encontra em extrema necessidade, tem direito de tomar, dos bens dos outros, o que necessita. Sendo tão numerosos os que no mundo padecem fome, o sagrado Concílio insiste com todos, indivíduos e autoridades, para que, recordados daquela palavra dos Padres — ‘alimenta o que padece fome, porque, se o não alimentaste, mataste-o’ - repartam realmente e distribuam os seus bens, procurando sobretudo prover esses indivíduos e povos daqueles auxílios que lhes permitam ajudar-se e desenvolver-se a si mesmos.” [2]
Há, portanto, total coerência no posicionamento da Igreja Católica sobre o intervencionismo estatal. Mas Tomás de Aquino está certo?

Uma crítica bíblica a Tomás de Aquino

Em primeiro lugar, é questionável todo o posicionamento de Tomás de Aquino em relação à propriedade. A Bíblia, que deveria ser a regra básica de todo cristão, mostra que Deus reconhece indefectivelmente a propriedade. A Lei de Deus é clara: não roubarás nem cobiçarás os pertences do teu próximo. Deus não abriu exceções. A Lei não é relativa, mas absoluta. Está implícito que Deus reconhece a propriedade privada como sendo real, legítima, e não há qualquer alusão a uma mera convenção positiva entre os homens que legitime a tomada da propriedade feita por acordo dos homens de modo a tornar seu direito subjetivo. Como demonstraremos com mais detalhes no próximo tópico, as especulações tomistas nesse sentido demonstram o erro básico de Tomás de Aquino: o método.
É claro que, em relação à propriedade privada, a Lei Mosaica, ao mesmo tempo em que a reconhece, impõe-lhe limites. Ela preceitua, por exemplo, que os grandes donos de terra deveriam reservar uma área periférica de suas propriedades para que os pobres pudessem cultivar seus próprios alimentos. Mas existe uma grande diferença entre limitar a propriedade privada e roubá-la, como Aquino defende. O próprio Agostinho de Hipona, por exemplo, discorda da legalidade do roubo para auxiliar um necessitado.
O mais famoso escolástico, contudo, diz simplesmente: “A necessidade torna todas as coisas comuns”. É uma afirmação ridícula. Calvino talvez dissesse que o erro dele aconteceu porque o mesmo não exercitava-se nas Escrituras. Vejamos um provérbio bíblico numa tradução dos próprios católicos que confrontam essa defesa da tomada de propriedade:
Não se despreza o ladrão quando furta para satisfazer os apetites, quando tem fome; se for preso, restituirá sete vezes mais e restituirá todos os bens de sua casa.” (Provérbios 6:30-31 Bíblia Ave Maria)
Está claro que o ladrão não é justificável quando rouba pra saciar sua fome, como o “Doutor Angélico” erroneamente defende. O ladrão não é “desprezado”! Ele deve pagar pelo roubo! A Escritura não o justifica.
Infelizmente para o doutor da igreja, não poderia haver diferenças entre a Lei de Deus e a Lei Natural, caso ela fosse verdadeira. Mas pela razão somente não podemos sequer defender a existência do pecado consistentemente. Nós sabemos do pecado porque a Lei de Deus está escrita no nosso coração e não é necessariamente discernida por um caminho ontológico racional da abstração das ideias por empirismo. O contexto mostra que o autor do provérbio compara tal furto com as consequências do adultério, que, na tradução católica, é condenado a despeito de qualquer situação que lhe seja imposta. Quem tem mais autoridade: a Escritura divinamente inspirada ou Tomás de Aquino? Quem fala em nome de Deus é o profeta. Mas Tomás não escreveu a Suma Teológica na qualidade de profeta. Os autores bíblicos sim. Se a Escritura diz, nós aceitamos como verdade, buscamos entender e ponto final.
Os erros interpretativos especialmente em seu desenvolvimento da “Lei Natural” não terminam aqui. Nem suas consequências negativas. Seguindo a tradição do moralismo medieval, e essa seguindo a influência do (neo)platonismo dentro das ordens monásticas dos primeiros séculos, Aquino considerava qualquer acúmulo de riquezas como avareza, ou seja, pecado. Especificamente esse julgamento do teólogo foi criticado pelo cardeal Caetano [13], um pós-escolástico tomista e um dos pioneiros no desenvolvimento da ciência econômica. Caetano considerava a condenação de Tomás exagerada. O autor da Suma Teológica também condenou a usura, e essa foi uma das principais razões para o atraso dos países católicos em relação ao desenvolvimento do capitalismo, isto é, do atraso econômico dos países sob influência do Vaticano. Nos países protestantes, a interpretação de João Calvino sobre a usura (contra a interpretação católica) abriu espaço para o desenvolvimento do livre mercado, ainda que não uniformemente, no norte da Europa.
A base tomista que sustenta o posicionamento do intervencionismo estatal do catolicismo é grosseiramente falsa. A Bíblia não dá a ninguém direito de tocar na propriedade privada de outrem, ainda que a mesma Bíblia condene quem não pratique caridade. Deus considera a vontade do proprietário e o condena pela falta de caridade, mas não legitima o intervencionismo estatal ou o roubo. Quando os católicos conservadores brasileiros defendem o liberalismo na economia e combatem o intervencionismo estatal, estão claramente indo contra o ensinamento do Magistério que advogam. A doutrina social católica é economicamente posicionada como centro-esquerdista.
Quão grandes malefícios nos trouxeram os erros de Tomás? Talvez ainda não tenhamos vislumbrado todos.
É inegável, pois, como diz John Robbins, a participação da Igreja Católica, e seus“homens escolhidos, chamados de ‘auxiliares da Igreja’ [referência a uma expressão usada na ‘Quadragésimo Ano’], que têm sido importantes para o fim do sistema de livres empresas do século XIX e substituído pelo sistema de interferência estatal no século XX.”[8]
Notas:
[5] Henry William Spiegel, "The Growth of Economic Thought". Revised edition, Durham: Duke Universitym Oress, 1983, 57.
[6] Tomás de Aquino, "Suma Teológica", II-II, Q. 66, art. 7º; http://www.permanencia.org.br/drupal/node/5108
[8] John W. Robbins, Ecclesiastical Megalomania. 
Leitura recomendada:
Portal Conservador ou Católico? EUA são mais católicos ou evangélicos?