1 de setembro de 2015

A mudança da face do Ocidente


A mudança da face do Ocidente

Elwood McQuaid
Dirija seu carro por quase todas as cidades dos EUA em um domingo de manhã e você verá os estacionamentos das igrejas cheios. Contudo, uma revolução cultural está acontecendo que afronta tudo o que muitas daquelas igrejas têm crido e aceito como verdadeiro e moral durante mais de dois séculos. Essa mesma tendência se alastra por todo o Ocidente.
Uma minoria militante está promovendo uma guerra generalizada contra Deus e contra o cristianismo, e parece que está vencendo. Ateus alardeiam continuamente a causa de uma sociedade sem Deus, ridicularizando as crenças cristãs e desprezando todos aqueles que rejeitarem a filosofia deles. O resultado é uma sociedade caótica e possivelmente à beira de um colapso.
Ironicamente, um comentarista secular tomou a responsabilidade de perguntar por que a maioria dos cristãos não está se levantando contra os fanáticos religiosos decididos a destruir nossa fibra moral e espiritual. Por que existe esse silêncio quase total dos mais afetados e dos que mais têm a perder se o paganismo secular da facção radical se tornar a religião dominante?

Religião Sem Deus

Independentemente dos protestos que afirmam o contrário, o ateísmo é uma forma de religião. Enquanto o verdadeiro cristianismo centraliza sua fé em Cristo, o ateísmo (juntamente com o agnosticismo) não adora nada. É uma fé de fábulas na qual todo indivíduo (na prática) fabrica deuses segundo seu próprio feitio.
Os ateus fazem até mesmo proselitismo, porém com uma característica única: eles forçam comunidades inteiras ou grupos inteiros de pessoas a se curvarem diante de suas crenças ou a sofrerem as conseqüências legais. Freqüentemente, a reclamação de um único ateu, de ter sido pessoalmente ofendido por uma representação, manifestação ou celebração cristã, impele uma justiça condescendente a desprezar a vontade e as tradições da maioria em favor daquele ateu. Forçar sua descrença sobre os outros parece ser o compromisso sagrado dos ateus. Eles não toleram nenhuma oposição, não deixam nenhum espaço para a filosofia “viva e deixe viver”, e são determinados a buscar e destruir tudo que tenha alguma ligação com Deus.
Talvez uma participante de um programa de entrevistas na televisão tenha se expressado melhor: “Eu gosto do Natal”, exclamou ela. “Só não gosto da parte religiosa do Natal”.
Separação Versus Integração
Dentre as transgressões mais debilitantes dos antigos israelitas estava o desejo de se tornarem como as nações ao seu redor. O clamor deles por um rei resultou no desastroso domínio de Saul como o primeiro monarca de Israel. Este não foi, logicamente, o final da história. Mas, em todas as gerações, os crentes são pressionados a se tornarem menos notados como pessoas cuja distinção é seu distanciamento das culturas e dos estilos de vida corruptos.
Esquecido em meio à afobação em direção à assimilação e à aceitabilidade está o fato de que a igreja primitiva triunfou sobre o paganismo por ser diferente. Separação é uma palavra que se tornou praticamente extinta no léxico evangélico atual. Infelizmente, essa palavra veio a ser erroneamente emparelhada com legalismo.
Na verdade, o apelo da igreja primitiva estava na disposição dos crentes de perderem a vida em vez de se renderem aos conformistas e adotarem as tradições e costumes das sociedades sem Deus ao redor dela. Os cristãos primitivos demonstraram um compromisso inabalável com Cristo, acima de tudo. Foi a força do testemunho deles e de sua firme devoção que mudou o mundo. Seu monoteísmo, sua fidelidade no casamento, sua insistência em permanecerem na verdade como padrão de vida, e sua recusa em serem inclusivistas e em apoiarem a adoração de deuses mitológicos, foi que os separou dos outros e fez deles crentes inabaláveis.
Eles se recusaram a adotar uma postura de “seu deus pode ser tão bom quanto o meu”, com a finalidade de se encaixarem naquelas sociedades. Se os cristãos primitivos tivessem se moldado às práticas pagãs populares e às suas deidades, o resultado teria certamente sido a morte do cristianismo. A atual fascinação que segmentos significativos da comunidade evangélica parecem ter com o comprometimento das posições bíblicas essenciais é extremamente perigosa. A estratégia do “se você não pode vencê-los, junte-se a eles” contradiz os ensinamentos de Cristo. Disse Jesus:
“Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes me odiou. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia” (Jo 15.18-19, NVI).
Muitíssimos cristãos defensores da mudança estão mais interessados em se tornarem socialmente aceitos do que em permanecerem fiéis às Escrituras. Essa reviravolta no caminho colocou muitos evangélicos num despenhadeiro escorregadio. Eles evidenciam mais diversão do que oração; eles silenciam o claro imperativo do Evangelho de Cristo com receio de que ele seja ofensivo; eles defendem o inclusivismo, invocando um entendimento adotado recentemente que prega a fraternidade universal. Estes são conceitos com os quais nossos antepassados espirituais jamais sonharam; e, a menos que sejam corrigidos, grande parte do evangelicalismo está em perigo.
Em seu blog, o autor e pesquisador George Barna fez uma observação perspicaz em 2011, quanto a onde o atual curso das coisas poderá nos levar:
Sobretudo, o quadro não está agradável, embora ainda não seja um desastre. Se as tendências existentes continuarem, provavelmente veremos um crescimento no número das pessoas que não aceitam uma definição convencional do caráter de Deus e das pessoas que rejeitam a precisão dos princípios ensinados nas Escrituras.
Os conformistas crêem que os relacionamentos, a camaradagem e a afabilidade levarão as pessoas a Cristo. É um tipo de salvação por osmose. Segundo a visão deles, a redenção será subjetivamente induzida sem uma definição verbal.
O problema é que as coisas não funcionam desta maneira. O mandamento de Jesus para irmos e pregarmos o Evangelho para um mundo perdido e que está morrendo é um absoluto, não uma opção. Nós podemos e devemos ser agradáveis, porém não podemos sorrir para as pessoas e, com isso, achar que elas vão para o céu. Remova a mensagem da salvação que transforma a nossa vida através da fé em Jesus Cristo e não sobra nada a não ser mais uma macilenta facção religiosa.

A Ironia da Exclusão

Claramente, algumas pessoas têm uma compulsão para estabelecer relacionamentos harmoniosos através da assimilação – um tipo de paz através de concessões. A idéia parece ser que, se nos tornarmos mais parecidos com o mundo, o mundo pode ser transformado para melhor. Entretanto, ironicamente, apesar de toda essa “camaradagem” dos líderes cristãos, o mundo diz: “Só queremos vocês se estiverem de acordo com os nossos termos; caso contrário, por favor, dêem o fora”.
Olhe ao seu redor. Veja o que acontece quando uma oração em nome de Jesus é feita em público. Depois pergunte-se quantas vezes você já ouviu o nome de Jesus sendo tomado em vão publicamente. Quando já se ouviu o mesmo desrespeito em nome de qualquer outra figura religiosa, tal como Maomé ou Buda? Ouça o que os neopagãos estão nos dizendo, dentro e fora dos tribunais.
Já não há mais nenhuma dúvida de que o cristianismo conservador está em julgamento como um mal que deve ser purgado da vida ocidental. Embora determinados elementos da sociedade tolerem praticamente qualquer outra religião, cultismo ou até mesmo grupos subversivos e destruidores, eles não toleraram um cristianismo vibrante que honra verdadeiramente a Cristo.
Quer gostemos, quer não, a face do Ocidente está mudando. Mas temos uma esperança segura. Deus não está morto nem abandonou Seu plano para Seu povo.
As megaigrejas podem se desviar do caminho; a dedicação de crentes verdadeiros pode diminuir; e pode ser que algum dia vamos nos unir a nossos irmãos em outros países, que passam por duras perseguições físicas. Todas estas coisas podem acontecer, mas elas também esclarecerão algo: em quem você colocou sua fé – em Cristo ou em uma experiência atual confortável, politicamente aceita. A verdadeira igreja permanecerá; governos poderão permanecer, ou não. Um relacionamento pessoal com Jesus Cristo é para hoje e para a eternidade. Todos os outros ajustamentos terminarão quando partirmos deste mundo.
Frances Jane “Fanny” Crosby, amada compositora de hinos de uma época passada, escreveu: “Fique com o mundo, mas dê-me Jesus”. Para ela, tudo começava e terminava nEle. Uma amiga dela certa vez comentou que era uma pena que Deus houvesse dado a Fanny tantos atributos maravilhosos, sem lhe dar o dom da visão. Fanny foi cega durante toda sua vida.
Mas ela disse à sua amiga: “Sabe de uma coisa? Se ao nascer eu pudesse ter feito um pedido, teria sido que eu nascesse cega”.
– “Mas, por quê?”.
– “Porque, quando eu chegar no céu, o primeiro rosto que vai iluminar minha vista será o do meu Salvador!”.
Disse Jesus: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (Jo 16.33, NVI). O Evangelho de Cristo é o que interessa. Ele é real, é pessoal, não é perecível, é a verdade sobre Jesus e não é negociável.
Divulgação: www.juliosevero.com
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31 de agosto de 2015

Judeus e a intolerância


Judeus e a intolerância

Sócrates Nolasco, psicólogo e professor da UFRJ

Sociedade atenua a insatisfação que a população tem em relação a ela demonizando um terceiro

Em épocas distintas, encontramos episódios de perseguição e extermínio de judeus. A justificava para isto varia, mas atualiza-se em torno do desconforto gerado pela precariedade com que cada sociedade lida com seu próprio imaginário. A estratégia para expurgação do mal tem sido usar terceiros para depositar sobre eles o que corrói uma sociedade. “Conhece-te a ti mesmo.” Assim, Delfos lembrava ao visitante que aquele que não se sabe será vivido por más escolhas. Para suportar este desatino, culpabilizam-se terceiros.
No que tange aos judeus, observo que a demonização dos mesmos está associada a um projeto de poder vinculado a sociedades que atravessam dificuldades sociais e precisam tirar de si a responsabilidade por isto. São sociedades que desconhecem e não entedem suas contradições. O nazismo, o extermínio do judaísmo em Portugal e Espanha e o pensamento da esquerda brasileira em relação a Israel demonizam judeus. No mundo de hoje, existem mais de dez conflitos armados, mas, para a esquerda, é como se apenas este tivesse importância. Por quê?
Uma sociedade atenua a insatisfação que a população tem em relação a ela quando demoniza um terceiro. O demônio é o responsável pelo malogro social, sobre o qual um governo messiânico se erguerá para combater o mal. Foi o que aconteceu ne reinado de Dom Manuel I, que, além de perseguir judeus, decretou o fim da tolerância religiosa (1496-1497) e fez crescer a Inquisição (Tomás de Torquemada). Espanha e Portugal são países onde ocorreu a maior barbárie da Idade Média. A presença de judeus em Portugal remonta ao século VI. Isso quer dizer que eles viviam lá antes da existência do Estado português. Na época de Dom Manoel I, a ideia era exterminar o judaísmo para que o messianismo cristão pudesse prosperar. E isto foi feito: expulsão e conversão forçada. Carlyle disse que a pólvora, a imprensa e a religião protestante são os três elementos mais importantes da civilização moderna.
O Brasil vem reforçando este racismo secular. Como seria politicamente incorreto declarar-se antissemita, fez-se politicamente correto ser contra o Estado judeu. A esquerda, quando fracassa em seus ideais, alicia causas-delito para manter vivo seu projeto de poder. Se a questão palestina dependesse exclusivamente de israelenses e palestinos, teria mais chances de ser resolvida. Mas não é assim que pensa o português Boaventura de Sousa Santos. Ele parte de um reducionismo tendencioso sobre sionismo para defender a ideia de que Israel deveria ser extinto porque supostamente há no mundo um entendimento para isto. Possivelmente, o mesmo entendimento que Portugal e Espanha tiveram para queimar judeus na fogueira. Boaventura se sente muito à vontade para falar da extinção do Estado judeu, como sentiram seus patrícios nos séculos XV a XVIII. As ideias de Boaventura têm origem na Península Ibérica do século XV e foram incorporadas pela esquerda brasileira que, diga-se de passagem, não gosta de judeus.
Fonte: O Globo
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30 de agosto de 2015

Ore por Dilma e Obama


Ore por Dilma e Obama

Julio Severo
Motivo de oração: libertação e salvação de Dilma Rousseff e Barack Obama. Ela, a maior promotora da agenda gay do Brasil. Ele, o maior promotor da agenda gay do mundo. Quem nos orienta na oração por eles? O Apóstolo Paulo, que diz:
A primeira coisa que quero que você faça é orar. Ore como souber, por todos os que você conhece.
Ore, especialmente, pelos líderes e seus governos, para que governem bem, de modo que estejamos tranquilos quanto à nossa vida simples, em contemplação humilde. É assim que o Deus Salvador quer que vivamos.
Ele quer que não somente nós, mas todos, sejam salvos e conheçam a verdade que nós aprendemos: que existe um Deus, apenas um, e um Sacerdote-Mediador entre Deus e nós — Jesus, que se ofereceu em resgate por todos os prisioneiros do pecado para libertá-los.
1 Timóteo 2:1-6 A Mensagem
Quando Paulo fez esse pedido de oração pelas autoridades, o Obama da época era Nero, o imperador sanguinário que matava cristãos.
Dilma e Obama
Se Paulo conseguia, movido pelo amor de Cristo, orar por Nero e mobilizar os cristãos de sua época a acompanhá-lo nesse esforço de oração, por que nós não conseguiríamos orar por Dilma e por Obama e mobilizar muitos outros cristãos nesse esforço cristão de oração?
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29 de agosto de 2015

Museu da História da Inquisição no Brasil


Museu da História da Inquisição no Brasil

Julio Severo
Inaugurado em agosto de 2012 pela Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição, o Museu da História da Inquisição busca resgatar a memória de uns dos mais importantes colonizadores do Brasil, os judeus, que eram conhecidos como cristãos-novos ou cripto-judeus. Esses colonizadores marcaram importante presença desde a época do descobrimento do Brasil, mas por causa da Inquisição, parte dessa importante história do Brasil foi e ainda hoje continua omitida dos livros didáticos.
O Museu mostra a história da Inquisição através de painéis, gravuras e pinturas de artistas como o pintor espanhol Francisco Goya e outros, além da exposição de documentos e livros antigos do século XV ao século XIX, objetos e de réplicas de alguns equipamentos de tortura em tamanho real como o polé, o pôtro, o garrote e outros.
No auditório são apresentados filmes e documentários sobre a história da Inquisição, desde sua origem e até sua extinção. Por que houve tanta intolerância e crueldade? O que podemos aprender com os crimes da Inquisição?
O Museu da História da Inquisição do Brasil pretende:
* Oferecer para os interessados um vasto material para consulta e estudo, como livros sobre a Inquisição, recursos de multimídia para apresentação de filmes e exposição de fotos, gravuras, textos, pequenos objetos e documentos originais do tempo da Inquisição;
* Promover visitação de professores de História, Ciências Sociais e alunos que desejam enriquecer o conteúdo programático do currículo escolar, fomentando a pesquisa, investigação, crítica e interpretação dos fatos históricos e culturais.
* Disponibilizar para a sociedade parte da história omitida devido à intolerância católica no período do Brasil colonial, quando milhares de portugueses (dentre eles, judeus, “hereges” e outros) imigraram para o Brasil fugindo da perseguição, da tortura e da execução nas fogueiras da Inquisição. Mesmo assim foram deportados para Portugal, torturados, condenados e mortos.
Para os judeus, dizia-se: “a morte ou água benta.”
A Inquisição abusava da crueldade para punir quem se desviasse da fé católica.
Qualquer desvio da fé católica era considerado “heresia” e passível de julgamento, tortura e morte.
O Museu da História da Inquisição, que está aberto ao público para visitas, fica na Rua Cândido Naves, 55 no Bairro Ouro Preto em Belo Horizonte.
Embora o Museu trate exclusivamente da Inquisição em sua relação com os judeus, esse aspecto é uma amostra de como a Igreja Católica tratava quem se desviasse de seus dogmas.
O site do Museu da História da Inquisição é: http://www.museudainquisicao.org.br
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28 de agosto de 2015

Imigrantes muçulmanos radicalizados tomando posse de cidades da França


Imigrantes muçulmanos radicalizados tomando posse de cidades da França

Exército faz planos de emergência para conter desordens violentas na França

(InfoWars) As forças de segurança da França estão se preparando para agitações civis em massa enquanto imigrantes radicalizados estão tomando posse de bairros inteiros, de acordo com fontes de inteligência.
O exército está fazendo planos de emergência para a “reapropriação de território nacional,” conquistando novamente áreas de cidades, no evento de populações de imigrantes obtendo armas e se tornando abertamente hostis às autoridades.
“Há muitos filhos de imigrantes de quarta geração que se sentem alienados e estão revoltados nos subúrbios e a possibilidade de radicalização é cada vez mais provável,” a fonte de inteligência disse ao jornal inglês Telegraph, acrescentando que redes altamente organizadas de militantes islâmicos estão contrabandeando rifles automáticos Kalashnikov e mísseis antitanques para a França.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND: Radicalized Muslim immigrants taking over French cities
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Pat Robertson: Crise na bolsa de valores dos EUA é juízo de Deus


Pat Robertson: Crise na bolsa de valores dos EUA é juízo de Deus

Jessilyn Justice
Pat Robertson diz que acredita que as quedas da bolsa de valores dos EUA nesta semana são apenas uma amostra do juízo de Deus.
Pat Robertson
Ele diz que o terremoto financeiro é devido, em parte, à recusa do governo dos EUA de parar de dar verbas para a Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto dos EUA.
“Prestem atenção, essa organização é uma monstruosidade total,” Robertson diz. “Tirar o seu dinheiro e o meu dinheiro que o governo arranca de nós por extorsão anualmente na forma de impostos não é diferente de tirania.”
Robertson destaca seus pensamentos num recente episódio do programa Clube 700. Ele aponta para o apoio veemente que o presidente Barack Obama dá às clínicas de aborto e ele alinha as decisões do Congresso com o modo como Deus julgará os EUA.
Traduzido por Julio Severo do artigo original em inglês da revista Charisma: Pat Robertson: Stock Market Crash is God’s Judgment
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27 de agosto de 2015

Entendendo os protestos anti-governo no Brasil


Entendendo os protestos anti-governo no Brasil

Julio Severo
Crise econômica gera protestos. No Brasil, pelo menos, a motivação dos protestos tem sido, como noticiou a Reuters, “uma economia lenta, aumento de preços e corrupção.”
Manifestação contra o governo do PT
Infelizmente, os protestos não têm sido contra a agenda abortista e homossexualista, cuja obsessão estatal de impô-la deveria ser a principal prioridade na preocupação de um povo cristão.
No início da década de 1980, o Brasil tinha uma das maiores dívidas externas do mundo e a palavra mais comum nos noticiários do Brasil era FMI (Fundo Monetário Internacional). Os preços estavam disparados. A inflação era a amiga diária do brasileiro. Tudo isso durante o governo militar, que não era corrupto.
Manifestação contra o governo militar
Multidões saíam às ruas como se a própria Dilma e o PT estivessem no governo. O povo estava cansado da recessão econômica, da inflação e dos preços altos. Por isso, havia protestos e mais protestos. Até mesmo muitos brasileiros nos EUA faziam protestos em frente da embaixada e consulados brasileiros nos EUA. Eles não poupavam o presidente João Baptista Figueiredo nem mesmo quando ele precisava viajar aos EUA para tratamento médico. De fato, no exterior as manifestações brasileiras mais proeminentes contra o governo militar ocorriam nos EUA.
Para tentar acalmar o imenso descontentamento dos brasileiros, o governo militar, sob o presidente Figueiredo, decretou que todos os dias 12 de outubro, a partir do ano de 1982, passariam a ser feriado nacional em comemoração ao dia de N. S. Aparecida como “Padroeira do Brasil.”
Esse decreto deixou os evangélicos imensamente descontentes. Em oposição ao decreto, o evangelista pentecostal Manoel de Mello convocou os evangélicos para uma manifestação no Estádio Municipal do Pacaembu, São Paulo, contra a idolatria, em 12 de outubro de 1982. Nessa data, o estádio ficou superlotado, mesmo debaixo de chuva torrencial, para o culto de protesto contra a idolatria nacional estabelecida pelos militares.
Os evangélicos estavam descontentes, pois acreditavam que o Brasil era do Senhor Jesus, mas por causa da crise financeira, os militares entregaram o Brasil para a Aparecida. Até hoje, o decreto militar mantém o Brasil entregue à Aparecida, que foi incapaz de proteger o Brasil da dominação das esquerdas (PT, PSDB, etc.).
Mesmo quando o Brasil era mais católico, nunca havia se criado antes tal feriado nacional entregando o Brasil à Aparecida. Contudo, a estratégia dos militares, embora tenha agradado imensamente à CNBB e à Igreja Católica, em absolutamente nada ajudou o Brasil a sair da crise econômica. A inflação foi piorando, o salário mínimo não dava para pagar despesas mínimas e os protestos contra os militares iam aumentando. Foi nesse ambiente de recessão econômica que as comunidades da Teologia da Libertação, ligadas à Igreja Católica, criaram e fortaleceram o PT.
É com esse conhecimento histórico que podemos avaliar melhor o que está acontecendo no Brasil. Com ou sem corrupção no governo, os brasileiros vão protestar contra uma crise econômica que afete seus bolsos. Os brasileiros protestavam contra os militares, que não eram corruptos. Os brasileiros protestam contra Dilma, que é extremamente corrupta. Em ambos os casos, o motivo do brasileiro é a crise econômica.
No caso dos militares, que eram trabalhadores e investidores honestos do crescimento do Brasil, fica difícil entender como o governo deles era tão economicamente recessivo quanto o governo marxista de Dilma. A melhor explicação que vi até hoje foi dado pelo economista americano John Perkins, neste artigo: http://bit.ly/1SI63al
Muitos querem hoje que os militares derrubem a corrupta Dilma do poder. Mas se eles fizerem isso e a crise econômica não amenizar, o povo vai voltar às ruas e culpá-los pelos problemas econômicos do Brasil, exatamente como fizeram mais de 30 anos atrás. Infelizmente, para o povo, a economia é muito mais importante do que direita ou esquerda e até mesmo do que valores morais.
No caso dos militares, a crise favoreceu os esquerdistas e comunistas, fornecendo pretextos de sobra para atacar os militares e pedir, em manifestações em massa, sua saída.
No caso do PT, a crise favorece a direita, fornecendo pretextos de sobra para atacar o PT e pedir, em manifestações em massa, sua saída.
No Brasil pelo menos, crise econômica, não valores morais, provoca há décadas protestos em massa, contra o governo militar e contra governos esquerdistas.
Versão em inglês deste artigo: Understanding Anti-Government Protests in Brazil
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26 de agosto de 2015

Donald Trump: Sem dúvida alguma existe uma agressão ao Cristianismo


Donald Trump: Sem dúvida alguma existe uma agressão ao Cristianismo

“Vamos reverter essa tendência com grande sucesso”

Joe Kovacs
Não são somente os estrangeiros ilegais e seus bebês que nascem nos EUA que são uma preocupação para Donald Trump nestes dias.
Donald Trump
O candidato republicano a presidente diz que existe “uma agressão ao Cristianismo” tanto nos EUA quanto em outros países, e ele está detonando o presidente Obama por não fazer nada para ajudar os cristãos que estão sendo decapitados pelo ISIS.
“Eles estão sendo degolados na Síria! Eles estão sendo degolados,” Trump exclamou na sexta-feira na Rádio Yellowhammer do Alabama. “Eles estão sendo abandonados por Obama e esse grupo inteiro. Acredite-me: Eles não serão abandonados por Trump.”
“Se você é cristão, é quase impossível, se você for da Síria, emigrar para os Estados Unidos,” o bilionário continuou. “Contudo, os Estados Unidos são um dos lugares mais fáceis para os muçulmanos emigrarem. Agora explique isso para mim. Não há a menor dúvida de que existe uma agressão ao Cristianismo, e nós vamos reverter essa tendência com grande sucesso.”
Traduzido por Julio Severo do artigo original do WND: Trump: “Absolutely an assault on Christianity”
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25 de agosto de 2015

Bispo Macedo e homossexualismo


Bispo Macedo e homossexualismo

Julio Severo
O site oficial da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) anunciou que seu fundador Bispo Edir Macedo tem uma postura diferente, na questão homossexual, da posição de muitos líderes evangélicos.
Bispo Macedo
Segundo o site, Macedo disse: “Deus não quer nada imposto. E nós na Igreja Universal não impomos nada a ninguém. (...) Há muitos crentes, pastores e igrejas levantando uma bandeira contra o movimento gay, contra o casamento de homossexuais. Eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria. Porque no tempo dEle já havia homossexuais e Jesus não falou nada. Jesus não levantou uma bandeira, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o homossexualismo, que é proibido, que não deve.’”
Macedo iniciou sua opinião já expondo uma informação contraditória, pois existe imposição na IURD — com relação a ofertas. Uma boa parte dos cultos dessa estranha igreja neopentecostal é dedicada a impor sobre a consciência dos membros que sem ofertas elevadas, não há benção. Embora não seja uma pressão legal, é uma imposição e manipulação psicológica. O resultado da pressão psicológica é dinheiro de ofertas jorrando para os cofres da IURD e enriquecendo seus líderes maiores, inclusive Macedo, que é podre de rico às custas dos ofertantes.
De fato, Jesus realizava uma abundância de milagres de cura e libertação, mas nunca O vemos dizendo: “Se você quer ganhar um milagre, participe da Campanha dos Milagres, com uma oferta (psicologicamente obrigatória, como sempre), de metade ou mais do seu salário. Você precisa sacrificar seu bolso!” Não, com Jesus ninguém precisava esvaziar os bolsos e encher os bolsos dos outros. Mas todos recebiam milagres. Com Macedo é diferente: só quem enche o bolso dele é digno de receber milagres. Grandes sacrifícios, grandes milagres. Sua teologia é uma agressiva teologia da prosperidade.
Quanto à opinião politicamente correta de Macedo de que Jesus não falou nada sobre homossexualismo, essa perspectiva, que não é originalmente dele, tem sido expressa por evangélicos progressistas (outra designação para socialistas). O Pr. Carlos Bezerra, que é considerado o político ideal pelo tabloide sensacionalista socialista Genizah, disse em 2013:
“Quantas vezes Jesus falou sobre homossexualidade? Respondo: Nenhuma… No topo da lista dos confrontados pelo Mestre estavam os homossexuais?”
Bezerra é também deputado estadual e o líder do PSDB em São Paulo. É com sua convicção de que Jesus não condena o homossexualismo que ele nunca mobilizou o PSDB para deter as várias leis homossexualistas que estão avançando furiosamente no Estado de São Paulo, que é governado pelo PSDB.
Respondendo a Macedo, que está imitando Bezerra, dá para se dizer também: “Quantas vezes Jesus falou sobre abuso sexual infantil? Nenhuma… No topo da lista dos confrontados pelo Mestre estavam os estupradores de crianças?”
Deveríamos remover a agenda gay e o abuso sexual infantil das preocupações cristãs somente porque Jesus nunca mencionou diretamente essas questões?
Jesus só não atacou de frente a agenda gay porque essa não era a obsessão da sociedade judaica em que ele ministrou o Evangelho. Cada geração tem seus próprios desafios e ênfases. Sem o Espírito Santo para nos orientar na Palavra de Deus, é impossível dar uma resposta a esses desafios e ênfases. Nesse ponto, é importante dar atenção às palavras de Lutero: “Se eu professo com a mais alta voz e a mais clara expressão cada porção da verdade de Deus, exceto precisamente aquela pequena porção que o mundo e o diabo estão, neste momento, atacando, então eu não estou [realmente] confessando Cristo, por mais que eu cante de galo clamando que O estou professando.”
Jesus falou ou não falou contra o homossexualismo? Se acreditamos na Palavra de Deus, a resposta é sim.
“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus.” (João 1:1 King James Atualizada)
Jesus é a Palavra. Quando vemos Levítico ou Romanos condenando as práticas homossexuais, é Jesus quem está falando. Quando vemos o Antigo ou o Novo Testamento condenando as práticas homossexuais, é Jesus quem está falando.
Nessa altura, alguns poderiam concluir que Macedo está seguindo alguma profecia ou revelação doida que o fez se desviar da Palavra de Deus. Na verdade, Macedo rejeita toda profecia e revelação para os dias de hoje. Ele acredita que tais manifestações do Espírito Santo estavam disponíveis apenas dois mil anos atrás e que hoje profecias e revelações são demoníacas. Com relação a profecias e revelações, ele segue a heresia cessacionista.
Se vier então uma profecia ou revelação ao Macedo dizendo “Macedo, pare de apoiar o PT. Pare de defender o aborto. Pare de se juntar aos esquerdistas para atacar meus servos que alertam contra a agenda gay” a resposta dele será: “Xô, Satanás! Expulso você de minha vida com todas as suas falsas direções.”
Eu creio em revelação e profecias cristãs como dons dados pelo Espírito Santo para equipar sua igreja. Mas preciso desses dons para rejeitar o PT, o aborto e a agenda gay? Claro que não. Nunca precisei desses dons para saber que o PT, o aborto e a agenda gay são malignos.
E como dizer que lutar contra essas agendas malignas não tem parte numa manifestação profética dos últimos dias? A profecia de Malaquias 4 diz que antes do grande Dia do Senhor, Ele vai enviar o profeta Elias, cujo ministério era lutar contra o culto ao deus Baal, que era permeado de sacrifício de bebês — equivalente hoje ao aborto — e sacerdotes homossexuais — que equivalem hoje ao estado atual do homossexualismo, que é considerado sagrado por leis imundas.
Isto é, o profeta Malaquias profetizou a restauração do ministério profético de Elias para os últimos dias. Ops, esqueci que Macedo não acredita em profecias…
Se Macedo não está seguindo profecias e revelações, então quem ele está seguindo? Na questão homossexual, ele está seguindo Bezerra, que é esquerdista. Mas não é de hoje que Macedo vem se abraçando com a Esquerda. Embora ele hoje condene pastores que levantam uma bandeira contra o movimento gay e contra o “casamento” homossexual, ele é famoso por seu apoio político a Lula e Dilma Rousseff. Há anos, Macedo vem levantando a bandeira do PT na IURD.
Usando o mesmo padrão de Macedo, eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria isso.
Embora ele declare que a IURD não impõe nada a ninguém, nenhum pastor da IURD parece se lembrar disso em época de eleição, quando impõem sobre suas congregações a escolha de apenas candidatos indicados pela direção nacional da IURD. E quando esses candidatos são eleitos, seu trabalho tem de estar alinhado com os mandos e desmandos do chefão da IURD. Se o chefão levanta a bandeira do PT, todos têm de imitá-lo.
Eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria isso.
E por acaso a bandeira principal do PT é aborto e homossexualismo. Com essa bandeira, o PT ataca qualquer pessoa que se opuser ao aborto e ao homossexualismo. Aliás, todo esquerdista fará o mesmo ataque. Por isso, Ed René Kivitz e outros evangélicos progressistas defendem os direitos gays e atacam Silas Malafaia e outros em suas posturas conservadoras contra o aborto e a agenda gay. Na mesma linha, Carlos Bezerra do PSDB e Macedo da IURD fazem os mesmos ataques.
Eu gostava mais quando a IURD, no final da década de 1970, tinha um foco agressivo para libertar as pessoas da opressão das religiões afro-brasileiras. Hoje, o foco agressivo da IURD é tirar o dinheiro das pessoas e investir nas fortunas dos salomões iurdianos, que são ricos em ganância, mas pobres em sabedoria e amor cristão.
Durante a década de 1980 e 1990 a IURD era conservadora e pró-vida. Em 1993 um jornal paulistano da Igreja Universal declarava:
Segundo os ensinos bíblicos, Deus deu o livre arbítrio a todos os seres humanos, ou seja, a capacidade de cada um escolher o que deseja fazer com a própria vida. Mas o direito de conceder ou retirar a vida de uma pessoa pertence somente a Deus. Primeiro Samuel 2:6 diz: “O Senhor que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir”. Nenhum caso de estupro, riscos de uma criança nascer com defeitos físicos ou mentais, dá direito ao ser humano de retirar a vida de alguém. A Bíblia ensina que tudo é possível ao que crê (Marcos 9:23). Portanto, os casos que aos olhos da ciência parecem impossíveis, tornam-se possíveis sob os olhos de Deus.
Em 1996, a Folha Universal (órgão oficial da IURD) dizia:
Esse procedimento (aborto), muitas vezes inconsequente, além de provocar a morte de um pequeno ser, que nem ao menos teve a chance de se defender, ainda pode levar a sua praticante à morte. Ora, ninguém tem o direito de tirar a vida de outra pessoa.
Contudo, depois a IURD começou a se aproximar do PT e a apoiar o aborto. Antes da eleição de Lula em 2002, o Bispo Rodrigues, que era um dos fundadores da IURD, fazia peregrinações políticas no meio das lideranças evangélicas, proclamando: “Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula… Por isso vamos adotar uma nova forma de fazer política. Trata-se do socialismo de resultados.”
Rodrigues chegou ao ponto de pedir perdão a Lula pelos anos de oposição que a IURD lhe havia feito.
Em 2003, ele cometeu outro erro fatal: pediu perdão aos adeptos do candomblé no plenário do Congresso Nacional por toda a “oposição” que a IURD lhes havia feito.  Não muito depois, Rodrigues foi tragado pelo redemoinho de escândalos políticos do PT.
A religião que mais abraça o pecado homossexual é o candomblé, juntamente com outras religiões afro-brasileiras e feitiçaria. Quando Rodrigues, como representante máximo da IURD no Congresso Nacional, pediu perdão a essas religiões, ele deu sinal verde para os demônios dessas religiões, inclusive a pomba-gira e outros demônios de homossexualismo.
Falta agora a IURD e o Macedo pedirem perdão para Luiz Mott e o movimento homossexual do Brasil por todos os demônios de homossexualismo que eles expulsaram de pais-de-santo durante décadas.
Macedo é uma ovelha negra no movimento de teologia da prosperidade com relação a questões de aborto e homossexualismo. Um dos pregadores mais proeminentes dessa teologia, o Dr. Myles Munroe, denunciou a agenda gay.
Contudo, para quem estranha agora Macedo levantando a bandeira da oposição aos evangélicos que lutam contra a agenda gay, vale recordar que o fundador da IURD carrega, há vários anos, a vergonhosa bandeira de apoio explícito ao aborto. Em 2013, Macedo disse: “Eu sou a favor do aborto sim, e digo isso em alto e bom som, e se eu estou pecando, eu cometo este pecado consciente, sim!”
Na biografia oficial “O Bispo: A História Revelada de Edir Macedo” (Editora Larousse do Brasil), publicada em 2007, Christina Lemos e Douglas Tavolaro revelam o que Macedo diz:
“Sou a favor do direito de escolha da mulher… Sou a favor do aborto, sim. A Bíblia também é… A mulher precisa ter o direito de escolher.”
Agora, ele é a favor de homossexuais terem um suposto direito de escolher um “casamento” homossexual, em detrimento da família natural.
Portanto, a nova postura dele sobre o homossexualismo em nada deveria causar estranheza, pois é apenas uma progressão natural de quem optou pela defesa do assassinato legal de bebês gestação. É o “progresso” da decadência.
Imagino que se Macedo vivesse na época do rei Acabe e Jezabel, ele lhes daria apoio político. Como sei disso? Porque ele tem apoiado o moderno Acabe (Lula) e a moderna Jezabel (Dilma).
Quanto ao profeta Elias, que tanta oposição fazia a Acabe e Jezabel, Macedo diria: “Deus não quer nada imposto. Há muitos ‘profetas’ levantando uma bandeira contra o culto a Baal, o sacrifício de bebês e os sacerdotes homossexuais…”
Macedo, que começou seu ministério expulsando demônios, agora precisa que demônios de aborto e sodomia sejam expulsos dele.
Versão em inglês deste artigo: Bishop Edir Macedo and Homosexuality
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