20 de julho de 2017

Vitória para Putin: Trump encerra projeto da CIA que armava rebeldes islâmicos na Síria


Vitória para Putin: Trump encerra projeto da CIA que armava rebeldes islâmicos na Síria

Julio Severo
O presidente Donald Trump está encerrando um projeto secreto da CIA que entregava armas para os rebeldes islâmicos na Síria — um projeto que o presidente russo Vladimir Putin há anos acusa de ser ilegal.
O projeto recrutava militantes islâmicos, que a CIA dizia eram “moderados,” treinando-os e armando-os para derrubar o presidente sírio Bashar al-Assad.
O projeto foi lançado em 2013 por iniciativa da então secretária de Estado Hillary Clinton durante o governo de Barack Obama.
Ao encerrar o projeto, o governo de Trump está atendendo a uma reivindicação do governo russo, que despachou tropas em 2015 para ajudar o governo de Assad, que estava lutando em duas grandes frentes de batalha: contra o implacável ISIS e contra os rebeldes islâmicos de Obama.
“Se for verdade — e espero que não seja — seria uma capitulação completa para Assad e a Rússia,” disse decepcionado o senador republicano neocon Lindsey Graham.
Outro senador republicano neocon, John McCain, detestaria o que eles estão chamando de “capitulação de Trump.” No entanto, agora diagnosticado com câncer no cérebro, McCain, que está com 81 anos e não apoiou a eleição de seu colega republicano Trump, muito pouco pode fazer para pressionar Trump e avançar sua ideologia neocon, que foi o pior câncer da vida dele.
McCain foi o principal apoiador das intervenções do governo de Obama na Síria, especialmente para armar os rebeldes islâmicos. Ele chegou a ser louvado pelo ISIS.
O ataque que o governo americano cometeu contra o governo sírio em abril ocorreu depois que Trump capitulou para os neocons, especialmente McCain. Esse ataque, que foi elogiado por muçulmanos sírios, foi condenado por cristãos sírios e também por grandes apoiadores de Trump, especialmente a escritora Ann Coulter.
Autoridades do governo americano disseram que o encerramento do projeto secreto da CIA é parte dos esforços de Trump de melhorar as relações com o governo russo e um reconhecimento de que armar os rebeldes islâmicos já não tem tanta chance de êxito agora que Assad consolidou seu poder, com a ajuda da força aérea da Rússia.
Em 2015, Putin criticou o projeto da CIA como ilegal.
“Em minha opinião, dar equipamento militar para grupos ilegítimos viola os princípios das leis internacionais e da Carta da ONU,” Putin disse. “Apoiamos apenas governos legítimos.” Ele disse que o único exército legítimo na Síria era o exército de Assad.
Trump vem buscando melhores relações e negociações com a Rússia. Os dois presidentes tiveram uma reunião oficial em Hamburgo, na Alemanha.
Na terça-feira de noite, a Casa Branca confirmou que Trump e Putin tiveram também um segundo encontro, secreto, durante um jantar do G20.
O jornal New York Times relatou que o encontro durou uma hora.
Com informações do DailyMail.
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19 de julho de 2017

Bispo Macedo: Jesus nunca falou contra o homossexualismo


Bispo Macedo: Jesus nunca falou contra o homossexualismo

Julio Severo
As denominações evangélicas estão divididas, especialmente nos Estados Unidos, entre a postura liberal, predominante entre igrejas protestantes históricas, de apoiar a agenda gay e a postura conservadora, predominante entre igrejas pentecostais e neopentecostais, de fazer oposição a essa agenda predatória.
Essa divisão é tão intensa que recentemente quando o Rev. Eugene Peterson, criador da Bíblia “A Mensagem,” tentou apoiar o “casamento” homossexual (postura liberal que já é comum na sua denominação, a Igreja Presbiteriana dos EUA), a reação conservadora foi imediata, fazendo Peterson retroceder. Mas a Igreja Presbiteriana dos EUA, que é a maior denominação presbiteriana dos EUA, persiste nessa postura.
Outras denominações protestantes históricas nos EUA também estão adotando a postura liberal com relação ao pecado homossexual.
No Brasil, a única exceção neopentecostal tem sido a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que não critica a postura liberal, mas tem atacado a postura conservadora.
O site oficial da IURD anunciou em 2015 que seu fundador, Bispo Edir Macedo, disse:
“Há muitos crentes, pastores e igrejas levantando uma bandeira contra o movimento gay, contra o casamento de homossexuais. Eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria. Porque no tempo dEle já havia homossexuais e Jesus não falou nada. Jesus não levantou uma bandeira, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o homossexualismo, que é proibido, que não deve.’”
Depois dessa declaração, Macedo recebeu o Oscar Gay 2015, do Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, o maior ativista homossexual do Brasil.
Macedo também poderia dizer: “Quantas vezes Jesus falou sobre abuso sexual infantil? Quantas vezes Jesus falou contra os estupradores de crianças? Jesus não levantou uma bandeira contra o abuso sexual contra crianças, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o estupro de crianças.”
Na verdade, Jesus nunca falou contra o abuso sexual infantil e os estupradores de crianças.
Deveríamos então remover a agenda gay e o abuso sexual infantil das preocupações cristãs somente porque Jesus nunca mencionou diretamente essas questões?
Jesus só não atacou de frente a agenda gay porque essa não era a obsessão da sociedade judaica em que ele ministrou o Evangelho. Cada geração tem seus próprios desafios e ênfases. Sem o Espírito Santo para nos orientar na Palavra de Deus, é impossível dar uma resposta a esses desafios e ênfases.
Nesse ponto, é importante dar atenção às palavras de Lutero:
“Se eu professo com a mais alta voz e a mais clara expressão cada porção da verdade de Deus, exceto precisamente aquela pequena porção que o mundo e o diabo estão, neste momento, atacando, então eu não estou [realmente] confessando Cristo, por mais que eu cante de galo clamando que O estou professando.”
A pergunta importante é: Por que o bispo Edir Macedo não critica a postura liberal, mas tem atacado a postura conservadora que se opõe à agenda gay?
Parece que Macedo fez suas declarações polêmicas por pura pirraça, para não ser visto imitando o pastor assembleiano Silas Malafaia e outros líderes neopentecostais que estão encabeçando (“levantando uma bandeira”) a luta contra o “casamento” gay e outras exigências da agenda gay, inclusive a doutrinação homossexual de crianças exigida por predadores gays. Ele não quer ser visto como imitador de evangélicos conservadores.
Mas não existe nada de pioneiro no fundador da IURD “apoiando homossexuais.” A Igreja Presbiteriana dos EUA já faz muito mais que isso há anos. Ela casa homossexuais. Ela apoia o aborto — tal qual faz Macedo.
Mesmo que a IURD comece a casar homossexuais, não haverá nada de pioneirismo nessa apostasia. A Igreja Presbiteriana dos EUA está na frente e na vanguarda.
Macedo é apenas um imitador barato. Ele tem um apartamento de luxo nos EUA e viveu vários anos nos EUA. Parece que em sua permanência nos EUA, ele escolheu a influência dos evangélicos mais liberais, embora os EUA tenham muitos evangélicos conservadores finos.
Macedo tem também imitado o cessacionismo, uma doutrina herética predominante na Igreja Presbiteriana dos EUA. Essa doutrina extra-bíblica ensina que Deus não fala hoje por meio de profecias, revelações e sonhos. Teólogos calvinistas como John MacArthur nos EUA e Augustus Nicodemus no Brasil acreditam e promovem essa doutrina. Mesmo não sendo calvinista, Edir Macedo também acredita e promove essa doutrina.
Aliás, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde Nicodemus foi chanceler, tem professores homossexualistas e é defendida por ativistas gays.
Então, a postura cessacionista de Macedo é mera imitação das posturas cessacionistas de presbiterianos e calvinistas radicais.
O que sobrou de “pentecostalismo” na IURD foi talvez apenas a expulsão de demônios. Sua teologia da prosperidade é baseada totalmente em “determinar” com o Sola Scriptura (rejeitando totalmente profecias e revelações), muito lembrando o calvinismo antigo, que aliás via a prosperidade como sinal da eleição.
A IURD rejeita totalmente a possibilidade de um cristão ouvir a voz do Espírito Santo hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD rejeita totalmente o dom de profecia hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD rejeita totalmente a possibilidade de um cristão receber revelações do Espírito Santo hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD crê totalmente que profecias e revelações hoje são manifestações demoníacas porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD diz crer “só na Bíblia,” cuja tradução para o latim é “Sola Scriptura” — forma preferida pelos calvinistas, por parecer intelectualmente mais elegante. No final, a IURD e a Igreja Presbiteriana dos EUA usam o Sola Scriptura para apoiar o que Deus nunca apoiou nem apoiará: o aborto e o cessacionismo.
Aborto é matar uma vida inocente no útero da mãe. Cessacionismo é matar a vida espiritual na igreja. Nenhum cristão tem autoridade, teológica ou de outra natureza, para matar o que Deus dá.
A postura pró-homossexualismo e pró-aborto de Macedo é mera imitação das posturas esquerdistas da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Ainda que imperfeitamente, a Igreja Universal do Reino de Deus é, no que se refere ao cessacionismo e ao homossexualismo e ao aborto, uma imitação barata da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Coincidentemente, Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro e ex-bispo da IURD, escolheu para presidir uma secretaria de defesa de causas LGBT Nélio Georgini, um ativista homossexual presbiteriano, que tem como parceiro sexual outro homem. Crivella é parente de Macedo.
A Igreja Universal do Reino de Deus é uma quimera sincrética: é a primeira e única igreja neopentecostal cessacionista pró-aborto e pró-homossexualismo do Brasil.
Mas se Macedo quiser ser um imitador perfeito, ele terá de fazer muito mais do que só “apoiar homossexuais,” que para ele significa não combater o “casamento” gay e outras exigências da agenda gay, inclusive a doutrinação homossexual de crianças exigida por predadores gays. A Igreja Presbiteriana dos EUA já realiza cerimônias de “casamento” gay e já ordena pastores homossexuais.
Quando é que a IURD vai começar a realizar cerimônias de “casamento” gay e ordenar pastores homossexuais?
Fonte: GospelPrime
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17 de julho de 2017

Frente Parlamentar Evangélica defende criminalização da “homofobia”


Frente Parlamentar Evangélica defende criminalização da “homofobia”

“Homofóbico tem que ir preso”, declara presidente da bancada evangélica

Julio Severo
O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) na Câmara dos Deputados desde abril, deu uma entrevista chocante ao HuffPost Brasil em junho, dizendo que a Frente Parlamentar Evangélica está pronta para aprovar a criminalização da “homofobia.”
Hidekazu Takayama
Ele também deixou claro: “Homofóbico tem que ir preso.”
Ao mesmo tempo, ele disse que a bancada evangélica é contra o “casamento” homossexual, explicando: “Amanhã ou depois vão abrir o padrão para dizer que pode fazer sexo com criança, pode fazer sexo com animal e tudo bem. Existe uma fronteira. E nós vivemos essa fronteira e pronto.”
Ele também tentou explicar que os evangélicos não são “homofóbicos,” dizendo: “Nós amamos o homossexual. Só não amamos a prática. Jesus disse: Eu amo o pecador. Ele não disse: Eu amo o pecado.”
A entrevistadora do HuffPost Brasil não se mostrou convencida nem se importou com a explicação dele e continuou apertando-o contra a parede.
Se o termo “homofobia” significasse apenas “violência contra homossexuais,” Takayama estaria certo. Mas esse sentido de violência só é entendido dessa forma por quem não o conhece.
Na visão homossexualista, o termo “homofobia” é muito mais abrangente, significando toda e qualquer contrariedade ao comportamento homossexual em ações, atitudes, palavras e opiniões. Isso inclui oposição ao “casamento” gay.
Não existe nenhuma lei criminalizando a “homofobia” no Brasil. Mesmo assim, por mais de 10 anos tenho sido abundantemente acusado de ser “homofóbico.” Quantos homossexuais matei e agredi? Nenhum.
Perdi a conta de quantas vezes os ativistas homossexuais me xingaram de “homofóbico.”
Em 2007, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) apresentou queixa no Ministério Público Federal contra Julio Severo por “homofobia.”
A queixa foi feita porque regularmente denuncio a conduta homossexual como imoral, e me oponho às metas do movimento homossexual.
Luiz Mott se regozijou então com a notícia. “Estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denúncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo,” ele foi citado como declarando numa lista homossexual de emails do Yahoo. “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra.”
No entanto, as ações do ativismo gay contra mim não se restringem apenas aos anos passados. Em 2011, uma campanha internacional de ativistas gays americanos pressionou com sucesso o PayPal para fechar a minha conta sob a acusação de “homofobia.” Minha conta foi de fato fechada, e hoje só posso receber contribuições de leitores através da conta de PayPal do Instituto Judaico de Consciência Global dos EUA.
Em junho de 2017, minha conta de Facebook foi bloqueada por 30 dias porque postei um artigo no Facebook tratando de um caso em que três vizinhos foram condenados por xingarem um homossexual, embora eu deixasse claro que sou contra xingamentos. Mesmo depois que o Facebook reconheceu ter cometido erro contra mim, o bloqueio permaneceu.
Em junho de 2017 The Advocate, a maior revista homossexual do mundo, ao tratar do assunto “homofobia,” incluiu o nome de Julio Severo, não porque eu seja assassino de homossexuais, mas exclusivamente porque tenho uma posição cristã contrária às aberrações e exigências do movimento homossexual, inclusive denunciando seus predadores.
Se eu fosse assassino de homossexuais, Luiz Mott, por suas muitas provocações, já estaria morto há uma década, inclusive por publicar meu suposto endereço na internet, numa tentativa insana de expor a mim e minha família a ameaças. Outros ativistas gays também buscam meu endereço. Será que toda essa obsessão é apenas para me trazer presentes?
Sem a existência de nenhuma lei criminalizando a “homofobia,” continuo enfrentando, em nível nacional e internacional, acusações de “homofobia.” Mesmo assim, Takayama quer a “homofobia” criminalizada, sem entender, ou fazendo de conta que não entende, as implicações de sua aprovação.
Sou visado há quase duas décadas, por ser o autor do livro “O Movimento Homossexual,” publicado pela Editora Betânia em 1998. Esse foi o primeiro livro do mundo evangélico e talvez até do mundo secular no Brasil denunciando o movimento homossexual e suas tramas.
No caso de Luiz Mott, que me quer “condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra,” ele é o mais importante promotor da agenda dos “direitos gays” no Brasil. Se ele e grupos homossexuais já queriam mais de dez anos atrás condenação e prisão para cristãos como eu, como é que uma lei criminalizando a “homofobia” hoje amenizará os antigos desejos deles?
O entendimento que vai prevalecer nesse tipo de lei não é a posição cristã, mas a postura homossexualista, esquerdista e ateísta de que toda oposição ao “casamento” homossexual e outras metas da agenda gay já constitui em si “homofobia.”
A influência de Mott tem sido fundamental para usar a ONU para pressionar o Brasil a criminalizar a “homofobia” — que inclui opiniões contrárias às práticas homossexuais.
Se a Frente Parlamentar Evangélica conseguir criminalizar a “homofobia” no Brasil, estará querendo ou não entrando em aliança com Luiz Mott, ONU e outras forças malignas que querem neutralizar o testemunho dos cristãos, inclusive com ameaça de cadeia.
Pela lei aprovada, qualquer pai ou mãe cristã que seguir as instruções da Bíblia de usar a vara da disciplina para filhos desobedientes será tratado como um criminoso comum. Agora, toda vez que um noticiário brasileiro trata de pais disciplinadores, chama sua disciplina de “agressão,” “maus-tratos” e “violência.” Mas quando esse mesmo noticiário trata de Maria do Rosário e outros militantes marxistas e ateístas apoiando o aborto, não se faz uma única menção de que o ato do aborto intencional sempre envolve real agressão e violência contra crianças.
Se o papel da FPE foi totalmente nocivo ao povo brasileiro na questão da Lei da Palmada, defendida por marxistas e ateístas, por que deveríamos estranhar a atitude igualmente nociva da FPE querer a criminalização da “homofobia”?
Depois da aprovação da Lei da Palmada com a ajuda pérfida da FPE, a conclusão de muitos foi que a existência da FPE é inútil. Com a criminalização da “homofobia,” essa conclusão se confirmará.
Hidekazu Takayama é pastor assembleiano e deputado federal do PSC (Partido Social Cristão), um partido que, apesar do nome cristão, está se abrindo para bruxos. Em São Paulo, o PSC tem membros umbandistas.
Em Brasília, o PSC tem Victorio Galli e Marco Feliciano que, apesar de não serem umbandistas, estão fazendo coisas de verdadeiros embruxados.
Ambos, que também são pastores assembleianos, andam louvando o maior astrólogo brasileiro, que demonstra contra os evangélicos a mesma hostilidade de um marxista e ateísta. Só um pastor kamikaze ou embruxado louvaria ou recomendaria tal esotérico antievangélico.
Nesse estado deplorável dos pastores pentecostais do Brasil, é perfeitamente compreensível que a Frente Parlamentar Evangélica aprove leis que vão contra os cristãos — desde a Lei da Palmada até a uma lei criminalizando a “homofobia.”
Talvez Takayama tenha acenado para a criminalização da “homofobia” apenas para fazer bonito para o HuffPost Brasil, que o entrevistou. O HuffPost Brasil é esquerdista.
Mas o cristão, seja deputado ou não, não está neste mundo para fazer bonito para os esquerdistas, para os ateus, para os ativistas gays e para os esotéricos e bruxos antievangélicos. É para Jesus que ele deve dar testemunho. É para Jesus e Sua Palavra.
Só uma bancada evangélica kamikaze ou embruxada aprovaria uma Lei da Palmada. E ela já fez isso.
Só uma bancada evangélica kamikaze ou embruxada quereria aprovar uma lei criminalizando a “homofobia.”
Só Deus pode libertar os pastores embruxados do PSC na bancada evangélica.
Só Deus pode libertar a bancada evangélica de suas ideias e ações suicidas.
Com informações do HuffPost Brasil.
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16 de julho de 2017

Bispo Macedo apoia o “casamento” gay? De acordo com GospelMais e VINACC, sim


Bispo Macedo apoia o “casamento” gay? De acordo com GospelMais e VINACC, sim

Julio Severo
A TV O Foco produziu matéria (http://archive.is/n4Pri) semana passada dizendo que o bispo Edir Macedo apoia o “casamento” gay. A TV O Foco usou como referência uma pregação de Macedo, supostamente feita no programa “Palavra Amiga” na quarta-feira passada (12 de julho).
Com base exclusiva na TV O Foco, o GospelMais (http://archive.is/L29qM) e a VINACC (http://archive.is/VFL0p) produziram artigos mostrando que Macedo apoia o “casamento” gay. O post de Facebook da VINACC sobre o assunto (http://archive.is/YNK2u) gerou grande repercussão.
Não que eu tenha simpatia pelo bispo pró-aborto, que aliás já fez uma declaração aberta sobre homossexuais em 2015 por pura pirraça contra Silas Malafaia, que está lutando contra a agenda gay. Mas, diferente da Igreja Presbiteriana dos EUA, que descaradamente apoia o “casamento” gay e ordena pastores gays, nunca vi Macedo chegar a esse ponto.
Mesmo assim, eu estava preparado para escrever uma matéria tipo “Bispo Macedo apoia ‘casamento’ gay.” Mas antes fui investigar nos sites da Igreja Universal para ver se Macedo realmente disse isso. Fui também investigar a matéria da TV O FOCO e o que encontrei foi nova matéria deles (http://archive.is/I233U) pedindo desculpas, porque em vez de ter como referência uma pregação recente de Macedo, a TV O Foco na verdade usou e “expandiu” o comentário de Macedo em 2015, dizendo o que Macedo não disse (apoio ao “casamento” gay).
Quem atirou primeiro e fez perguntas depois escorregou na lambança da TV O Foco. Foi uma grande “escorregada,” levando junto GospelMais e VINACC.
Se Macedo ainda vai apoiar diretamente no futuro o “casamento” gay, como faz a Igreja Presbiteriana dos EUA, é uma possibilidade, considerando que ele já apoia o aborto. Mas hoje ele ainda não apoia o “casamento” gay, e a TV O Foco já se retratou de colocar na boca do bispo pró-aborto o que ele não disse.
Fica a lição para o GospelMais e a VINACC. Não é necessário inventar nem se apoiar em matérias inventadas para criticar Macedo, que merece críticas. Agora, ou se retratam como fez a TV O Foco ou passam vergonha sustentando uma matéria da TV O Foco já desmentida.
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14 de julho de 2017

Eugene Peterson, criador da Bíblia “A Mensagem,” diz que a homossexualidade não é errada — e então volta atrás


Eugene Peterson, criador da Bíblia “A Mensagem,” diz que a homossexualidade não é errada — e então volta atrás

Julio Severo
Eugene Peterson, que é mais conhecido como criador de “A Mensagem,” uma Bíblia que usa linguagem contemporânea, assumiu que apoia o “casamento” homossexual, dizendo que realizaria uma cerimônia de “casamento” de mesmo sexo se lhe pedissem.
Eugene Peterson
Peterson é amplamente admirado entre várias classes teológicas, e sua mudança foi vista como importante. Agora com 84 anos, Peterson passou décadas como pastor da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, a qual permite “casamento” de mesmo sexo e pastores assumidamente homossexuais. Pesquisas de opinião pública mostram uma divisão dramática entre evangélicos mais jovens e evangélicos mais velhos dos EUA sobre a questão do “casamento” gay.
Mas depois de uma tempestade de críticas, inclusive boicotes possíveis de grandes livrarias e editoras, Peterson voltou atrás e disse que nunca realizaria uma cerimônia de mesmo sexo.
COMO A TEMPESTADE COMEÇOU. Numa entrevista para Jonathan Merritt ao Religion News Service (Serviço Noticioso Religioso) em 12 de julho de 2017, o autor de mais de 30 livros descreveu como suas opiniões sobre a homossexualidade mudaram durante sua carreira pastoral.
Merritt disse da entrevista:
É um dos assuntos mais quentes nas igrejas hoje, e considerando a influência vasta de Peterson entre pastores e membros, sei que sua opinião impactaria a conversa. Embora ele tenha uma longa carreira, não consegui encontrar sua posição no assunto em textos online ou impressos. Realmente descobri que “A Mensagem,” a paráfrase popular da Bíblia feita por Peterson, não usa a palavra “homossexual” e “homossexualidade” em textos importantes. Mas isso não é prova definitiva de nada. Afinal, essas palavras nunca aparecem em nenhuma tradução inglesa da Bíblia até 1946.
Então Merritt perguntou para Peterson:
Você é presbiteriano, e sua denominação está lidando com algumas das questões mais quentes que enfrentamos como cultura. Penso de modo particular na homossexualidade e casamento de mesmo sexo. Sua opinião mudou com o passar dos anos? Qual é a sua posição sobre a moralidade de relacionamentos de mesmo sexo?
Peterson, que pastoreava uma congregação da Igreja Presbiteriana dos EUA, respondeu:
Estive em congregações, quando eu era pastor-ajudante, em que havia vários [homossexuais]… Eles simplesmente aceitavam que eram tão cristãos como todos os outros na igreja.
Um dos jovens que havia crescido sob meu pastorado, ele era professor de ensino secundário e músico. Quando ele descobriu sobre uma vaga, ele apareceu na igreja um dia, se levantou e disse: “Gostaria de me candidatar ao emprego de diretor musical aqui, e sou homossexual.” Nós não tínhamos nenhum homossexual na congregação inteira. Olha, alguns deles não eram assumidamente homossexuais. Mas eu estava tão contente com a congregação. Ninguém me fez pergunta nenhuma sobre isso. E ele era realmente um bom músico.
Eu não teria dito isso 20 anos atrás, mas agora conheço muitas pessoas que são gays e lésbicas e elas parecem ter uma vida espiritual tão boa quanto eu tenho. Penso que esse tipo de debate sobre lésbicas e gays já deveria ter terminado. As pessoas que não aprovam isso provavelmente irão para outra igreja. Então estamos em transição e acho que é uma transição para melhor, para o bem. Não penso que é algo que você possa ostentar, mas não é uma coisa de certo ou errado no que me diz respeito.
Peterson foi o pastor fundador da Igreja Presbiteriana Cristo Nosso Rei (PCUSA) em Bel Air, Maryland, onde ele serviu por 29 anos antes de se aposentar em 1991.
No final, Merritt perguntou para Peterson:
Um reforço: Se você estivesse pastoreando hoje e uma dupla gay cristã de boa fé em sua igreja lhe pedisse que realizasse sua cerimônia de casamento de mesmo sexo, é algo que você faria?
A resposta enfática de Peterson foi “Sim.”
Sua resposta contradisse a Palavra de Deus. Contradisse até sua própria versão da Bíblia, “A Mensagem,” que diz:
“Não tenham relações com um homem como se tem com uma mulher. Isso é abominável.” (Levítico 18:22 A Mensagem)
“Eles fingem saber tudo, mas são ignorantes sobre a vida. Trocaram a glória de Deus, que sustenta o mundo, por imagens baratas vendidas na feira. Então Deus se pronunciou: ‘Se é isso que vocês querem, é o que terão.’ Não demorou muito para que fossem viver num chiqueiro, enlameados, sujos por dentro e por fora. Tudo porque trocaram o Deus verdadeiro por um deus falso e passaram a adorar o deus que fizeram no. lugar do Deus que os fez — o Deus a quem bendizemos e que nos abençoa. Loucura total! Então aconteceu o pior. Como se recusaram conhecer Deus, logo perderam a noção do que significa ser humano: mulheres não sabiam mais ser mulheres, homens não sabiam mais ser homens. Sexualmente confusos, abusaram um do outro e se degradaram, mulheres com mulheres, homens com homens — pura libertinagem, pois de modo algum isso pode ser amor. Mas eles pagaram caro por isso, e como pagaram: são vazios de Deus e do amor divino, perversos infelizes e sem amor humano.” (Romanos 1:22-27 A Mensagem)
Essas duas passagens de “A Mensagem” são claras: sexo entre homens é abominável. E só pessoas sexualmente confusas abusam um do outro e se degradam, mulheres com mulheres, homens com homens — por pura libertinagem.
É difícil entender como Peterson podia trair essas posturas sólidas sobre o pecado homossexual.
COMO PETERSON VOLTOU ATRÁS. Depois da tempestade de críticas, numa declaração ao jornal The Washington Post em 13 de julho de 2017, ele disse:
Recentemente, um jornalista me perguntou se minhas opiniões pessoais sobre a homossexualidade e casamento de mesmo sexo mudaram com o passar dos anos. Presumo que ele me fez essa pergunta por causa da minha carreira passada como pastor na Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, a qual recentemente legitimou a homossexualidade e começou a permitir que seus pastores realizassem cerimônias de casamento de mesmo sexo. Tendo me aposentado do pastorado mais de 25 anos atrás, reconheci ao jornalista que “não tenho tido muita experiência com isso.”
Para esclarecer, defendo uma visão bíblica de casamento: um homem e uma mulher. Defendo uma visão bíblica de tudo.
Ele foi claro em sua retratação.
No entanto, considerando que o mundo evangélico está discutindo sua entrevista polêmica e a retratação, vamos examinar como “A Mensagem” foi vaga numa passagem bíblica clássica contra o pecado homossexual:
“Não percebem que esse não é o caminho de se viver? Os injustos, que não se preocupam com Deus, não farão parte de seu Reino. Quem usa e abusa das pessoas, do sexo, da terra e de tudo que nela existe não se qualifica como cidadão do Reino de Deus. Estou falando de libertinagem heterossexual, devassidão homossexual, idolatria, ganância e vícios destruidores.” (1 Coríntios 6:9-10 A Mensagem)
A versão original americana em inglês não tem este trecho: “Estou falando de libertinagem heterossexual, devassidão homossexual, idolatria, ganância e vícios destruidores.
Talvez pelo fato de que a versão em inglês dessa passagem de “A Mensagem” seja tão ambígua os produtores da versão brasileira a tornaram longa.
No entanto, mesmo nesse caso, há problemas. A devassidão homossexual (orgia de homens com homens) é pecado assim como a libertinagem heterossexual (orgia de homens com mulheres) é pecado. Então se o casamento entre um homem e uma mulher (sem libertinagem e devassidão) não é pecado, por que (seguindo a lógica dessa passagem brasileira ambígua mais longa) o “casamento” entre um homem e outro homem (sem libertinagem e devassidão) deveria ser pecado?
A versão em inglês condena abusos sexuais vagos, e a versão brasileira tenta corrigir a condenação vaga acrescentando uma condenação que atinge a libertinagem e a devassidão, não a homossexualidade. Enquanto versões sérias da Bíblia condenam diretamente a homossexualidade — independente se está envolvida com libertinagem e devassidão — “A Mensagem,” em inglês e português, deixa de certo modo a porta aberta para a homossexualidade não envolvida com libertinagem e devassidão.
A versão em inglês deixou problemas que a versão brasileira não conseguiu resolver e esclarecer. Em vez disso, criou ambiguidades e problemas maiores. O sexo entre homem e mulher é pecado só quando envolvido com libertinagem e devassidão. Será que o sexo homossexual é semelhantemente pecado só quando envolvido com libertinagem e devassidão? “A Mensagem” americana e brasileira não respondeu a essa pergunta e essa ambiguidade está de acordo com a entrevista malfadada de Peterson.
Contudo, outras versões da Bíblia são muito mais claras:
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 NVI)
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
A entrevista de Peterson ao Religion News Service, exatamente como a Igreja Presbiteriana dos EUA está fazendo, seguiu “ilusões demoníacas,” conforme alertado por sua própria “A Mensagem”:
“O Espírito deixa claro que, à medida que o tempo passa, alguns desistirão da fé para seguir ilusões demoníacas ensinadas por profissionais da mentira.” (1 Timóteo 4:1 A Mensagem)
Outras versões da Bíblia dizem:
“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” (1 Timóteo 4:1 NVI)
“O Espírito Santo afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns se desviarão da fé e darão ouvidos a espíritos enganadores e à doutrina de demônios.” (1 Timóteo 4:1 KJA)
Só o Espírito Santo pode prevalecer contra “ilusões demoníacas, “espíritos enganadores” e “doutrina de demônios.”
A mesma Bíblia que alerta que nos últimos dias haveria uma explosão de apostasia também informa sobre um derramamento poderoso do Espírito Santo — uma “explosão” do Espírito Santo e seus dons sobrenaturais.
“‘Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão.” (Atos 2:17-18 A Mensagem)
A Igreja Presbiteriana dos EUA é um ambiente tão liberal que até um pentecostal ou presbiteriano renovado poderia cair na armadilha de suas posturas liberais sobre a homossexualidade. Muitas vezes o melhor conselho para cristãos em tal ambiente é deixar a Babilônia ou enfrentar decadência espiritual e apostasia. Permanecer é correr o risco de contaminação espiritual séria.
Talvez esse seja o caso de Peterson.
Uma igreja guiada por Cristo é um lugar em que os cristãos são capacitados pelo Espírito Santo para pregar o Evangelho para pecadores homossexuais, curar suas feridas e enfermidades e expulsar seus demônios. Mas a Igreja Presbiteriana dos EUA está cheia de ilusões demoníacas, “espíritos enganadores” e “doutrina de demônios” com relação ao pecado homossexual e outros pecados. As pessoas que estão abertas ou cheias do Espírito Santo e seus dons sobrenaturais deveriam, para sua própria sobrevivência, deixar esse ambiente de apostasia tão logo seja possível.
É só uma pena que Peterson não tenha deixado a Babilônia a tempo.
Sobre Trump, Peterson disse para Merritt: “Penso que estamos numa situação ruim. Realmente penso. Donald Trump é, no que me diz respeito, inimigo.”
Não que Trump seja inimigo da agenda homossexual. Seu Departamento de Estado tem demonstrado ser pró-sodomia e os EUA sob Trump continuam engrandecendo a sodomia. Mas ao que tudo indica, a entrevista de Peterson mostrou desgosto que o governo de Trump não seja tão venenosamente pró-sodomia quanto era o governo de Obama. Peterson se tornou um liberal empedernido “discreto”?
A Igreja Presbiteriana dos EUA, a qual é a maior denominação presbiteriana dos EUA, em seu liberalismo produziu tais sentimentos e ambiguidades em Eugene Peterson?
Peterson explicou sua queixa acerca de Trump, dizendo: “Ele não tem valores morais. Ele não tem nenhuma integridade.” O que Peterson esperava? Trump é membro de uma congregação da Igreja Presbiteriana dos EUA. Mas pelo menos ele tem estado aberto para orações de cristãos cheios do Espírito Santo.
Se não tivesse acontecido nenhuma tempestade de críticas, Peterson teria voltado atrás? O que acontecerá quando não houver tempestades de críticas conservadoras?
É só uma pena que Peterson não tenha deixado a Babilônia a tempo.
Com informações do Religion News Service, Charisma News e The Washington Post.
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