29 de setembro de 2016

Trump, Obama, Hillary e OTAN


Trump, Obama, Hillary e OTAN

Julio Severo
Recentes manchetes importantes mostram o contraste entre Donald Trump e Barack Obama em suas posturas sobre a OTAN:
DailyMail: “Trump acusado de colocar em perigo o futuro da segurança da OTAN e da Europa ao colocar condições para defender outros membros contra a Rússia.”
Washington Times: “Donald Trump: Os EUA não necessariamente defenderiam países da OTAN atacados pela Rússia.”
CNN: “Obama une-se a líder da OTAN enquanto Trump zomba da OTAN.”
New York Times: “Obama Diz à OTAN que ‘Europa Pode Contar com’ EUA.”
Associated Press: “Presidente Obama faz duras críticas a Trump dizendo que os comentários de Trump sobre a OTAN mostram ‘falta de preparo’ no que se refere à política externa.”
O candidato republicano Donald Trump disse que os EUA não necessariamente defenderiam outros países da OTAN se fossem atacados pela Rússia e que a defesa da OTAN a seus países membros não é incondicional.
A Europa ficou “aterrorizada”!
Obama e elevados comandantes militares da OTAN rapidamente acusaram Trump de minar a mais importante aliança militar dos EUA.
James Stavridis, almirante aposentado de 4 estrelas da Marinha que serviu como o 16º comandante aliado supremo da OTAN, tuitou: “Trump sobre OTAN: muito perigoso, apavorará nossos aliados mais chegados.”
Os democratas também se juntaram ao ataque, dizendo: “Ronald Reagan teria ficado envergonhado. Harry Truman teria ficado envergonhado. Republicanos, democratas e independentes que ajudaram a construir a OTAN como a aliança militar mais bem-sucedida na história todos chegariam à mesma conclusão: Donald Trump é impetuoso, inepto e fundamentalmente mal-preparado para ser comandante supremo dos EUA.”
Em contraste, Obama disse que a candidata democrata Hillary Clinton tem suprema capacidade de tornar a OTAN mais forte.
Ele tem prometido compromisso inabalável na defesa da Europa, chegando a dizer que “em bons e maus tempos, a Europa pode contar com os Estados Unidos.”
Em 2014, sob insistência de Obama a OTAN criou um exército de reação rápida de 4.000 soldados para “contra-atacar uma Rússia ressurgente.”
Esse número insignificante de soldados da OTAN constitui muito mais provocação do que defesa. Se a Rússia fosse realmente uma ameaça, o número de soldados teria de ser 100 vezes maior antes que esse exército chegasse a começar a ter a capacidade de um exército defensivo. Qual é então o propósito de tal número insignificante de soldados da OTAN estacionados na fronteira da EU contra a Rússia? Só Obama e os neocons usando a UE e a OTAN para provocações desnecessárias, enquanto o inimigo real, a imigração islâmica, tem espaço livre para invadir a Europa.
No entanto, as elites europeias estão “aterrorizadas” não com as hordas islâmicas já invadindo a Europa, mas com a Rússia.
Igualmente “aterrorizados” estão os neocons americanos, que querem um presidente americano para tornar a OTAN mais forte contra a Rússia. Mas a atual esperança republicana para presidente está despedaçando seus sonhos de expansão militar.
Hillary é a única esperança neocon para a expansão da OTAN.
De acordo com o escritor conservador Michael Savage numa reportagem do WND:
“Os neocons… fazem muito dinheiro em cima de conflitos militares. Quando o mundo está em guerra, os neocons e a indústria bélica que trabalha com eles lucram enormes quantias de dinheiro. Os neocons não se importam de que lado você está, enquanto puderem trabalhar com você para criar uma situação política que eles consigam fazer crescer até virar guerra, e aí eles começam a tirar lucro.”
Savage aponta que Obama e seus neocons, não conservadores, criaram uma revolução na Ucrânia para afastá-la da Rússia e colocá-la, eventualmente, na órbita da OTAN.
Obama e seus neocons querem a Ucrânia na OTAN e estão dispostos a fazer guerra para conseguir isso. Em contraste, Trump não tem mostrado, até agora, nenhuma disposição de seguir as paixões neocons para iniciar uma guerra na Ucrânia contra a Rússia.
Na semana passada, o presidente ucraniano Petro Poroshenko convidou Trump para uma reunião, mas, de acordo com o DailyMail, “o governo ucraniano diz que o candidato republicano não deu a mínima bola para eles.”
Entretanto, Hillary Clinton se encontrou com Poroshenko e lhe prometeu que ficaria do lado da Ucrânia contra a “agressão russa.”
Ela acrescentou que se eleita, ela espera aprofundar e intensificar a cooperação com a Ucrânia.
Outro grande apoiador da Ucrânia é o bilionário esquerdista George Soros, que investiu pesadamente na crise da Ucrânia. A revolução ucraniana foi mais que uma revolução do povo. Foi a revolução de Soros, e seu troféu especial. Foi sua coroa revolucionária.
Michael Savage também disse:
“O propósito original do governo dos EUA ao encenar um golpe na Ucrânia era afastar a Ucrânia da Rússia e levar a Ucrânia à União Europeia. Em outras palavras, os neocons e os “moderados” comprados do governo de Obama queriam tirar, à força, o controle da Ucrânia das mãos de Putin e ganhar controle econômico e energético sobre o país.”
O propósito original da OTAN nunca havia sido ganhar controle econômico e energético sobre nações. Mas agora, sob a força bruta dos neocons, inclusive Obama e Hillary, a OTAN é uma marionete que faz das nações marionetes dos interesses dos neocons. A OTAN se tornou uma ferramenta poderosa para a ganância dos neocons.
A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar americana criada para proteger a Europa da União Soviética e seu comunismo. Mas a União Soviética está extinta desde 1991, e uma nova ameaça poderosa está engolindo a Europa bem debaixo do nariz da OTAN: a invasão islâmica.
Há evidência abundante de que a ameaça islâmica é real: atentados terroristas são cada vez mais comuns nas nações europeias que só viam paz em décadas recentes. O islamismo e seus adeptos estão mudando dramaticamente o panorama europeu pacífico.
Além disso, há evidência abundante de que o influxo de imigração islâmica está aumentando o antissemitismo e a violência contra os judeus. O antissemitismo na Europa está historicamente ligado à grande violência contra os judeus, inclusive a Inquisição e o nazismo. A invasão islâmica está preparando o caminho para a reconstrução de ambas máquinas assassinas antijudaicas.
Há um movimento de judeus deixando a Europa por causa da violência antissemita diretamente ligada ao aumento da população de imigrantes islâmicos.
A OTAN não tem feito nada para proteger a Europa do islamismo. A OTAN não tem feito nada para proteger os judeus europeus do antissemitismo predominante dos invasores islâmicos. Aliás, o único membro islâmico da OTAN, a Turquia, tem tido uma aliança astuta com o ISIS e tem sido a principal porta para a invasão islâmica na União Europeia. A Turquia está inundando a Europa com islamistas.
Um amigo na Turquia me disse no ano passado que a Turquia fornece documentos e passaportes falsos para islamistas entrarem na Europa. Com a Turquia islâmica e com uma OTAN misteriosamente indisposta a combater a ameaça islâmica, é muito suspeito que o único foco da OTAN e dos neocons seja a Rússia.
Se hoje a OTAN fosse honesta em seus propósitos e necessária e útil em seus objetivos, focaria:
·         Na ameaça islâmica.
·         Em atrair a Rússia para ser membro da OTAN.
Provavelmente, isso nunca acontecerá, pois Obama quer uma OTAN forte contra a Rússia, não contra a ameaça islâmica.
Discordo de Trump em questões pró-família. Ele tem um histórico muito fraco nessas questões. Mas sua decisão de zombar da OTAN está correta, pois a OTAN tem sido inútil contra a invasão islâmica. Trump parece ser muito forte e resoluto contra essa ameaça.
Enquanto Obama recebe louvor mundial por sua defesa da OTAN, Trump acolhe louvores do presidente russo Vladimir Putin.
Um ex-diretor da CIA rotulou Trump como “agente russo” e disse que tem a intenção de votar em Hillary. Até mesmo o ex-presidente George H. W. Bush disse que vai votar nela.
Garry Kasparov, presidente da Comissão de Direitos Humanos, comparou Donald Trump com Vladimir Putin, num artigo no jornal Washington Post. Ele é o autor de um novo livro intitulado “O Inverno Está Chegando: Por que Vladimir Putin e os Inimigos do Mundo Livre Precisam ser Impedidos” e desempenhou um papel central no estabelecimento do Partido Outra Rússia, que é uma das principais oposições ao Partido Rússia Unida de Putin.
Kasparov disse: “Vi muito de Putin em 16 anos e demais de Trump em 1 só ano.”
Para ele, Putin e Trump representam destruição. Obama e Hillary seriam a única esperança?
Quem está certo? Obama e Hillary, que querem uma OTAN mais forte? Ou Trump, que não quer o que Obama e Hillary querem?
Se a OTAN tivesse seguido sua intenção original, ela existiria hoje?
O primeiro supremo comandante da OTAN, o general Eisenhower, disse em fevereiro de 1951 acerca dessa aliança: “Se em 10 anos, todas as tropas americanas estacionadas na Europa para propósitos de defesa nacional não tiverem retornado aos Estados Unidos, então esse projeto inteiro terá sido um fracasso.”
Hoje a única missão da OTAN parece ser expansão militar contra a Rússia. E entre os que avisaram contra a atitude da OTAN de avançar até as fronteiras da Rússia estava o maior geoestrategista dos EUA, o autor da política de contenção, George Kennan, que disse: “Expandir a OTAN seria o erro mais fatal da política americana na era pós-Guerra Fria. Previsivelmente, tal decisão impelirá a política externa da Rússia numa direção que decididamente os EUA não vão gostar.”
O que Kennan disse ficou comprovado como certo. Ao recusarem tratar a Rússia como trataram outras nações que repudiaram o leninismo, Obama, Hillary e os neocons estão criando a Rússia que eles dizem temer, uma nação que está se armando encrespada de ressentimento.
Doug Bandow, membro graduado do Instituto Cato, disse: “A principal aliança militar da Guerra Fria liderada pelos EUA deveria ter desaparecido depois da dissolução da União Soviética… A União Soviética não mais existe e não existe evidência de que o governo russo planeja encenar uma travessia pelo Oceano Atlântico com uma blitzkrieg… O modo brutal como a Rússia tratou a Georgia e a Ucrânia é essencialmente uma medida defensiva contra a expansão da OTAN, não uma medida ofensiva para tentar recriar o império soviético.”
Trump compreende essa realidade e ele está desafiando a mentalidade de uma elite de política externa cujo pensamento está congelado num mundo que desapareceu em torno de 1991.
O que não está congelado é a ameaça islâmica, que está cada vez mais ativa no mundo inteiro, especialmente na Europa. Na perspectiva dessa ameaça cultural e civilizacional cada vez maior, a OTAN tem sido inútil, e Trump poderia ajudar os EUA a seguir uma política realista, não os planos visionários de Obama, Hillary e outros neocons.
Com informações do WorldNetDaily, DailyMail, Associated Press, FoxNews, Washington Times, CNN, New York Times, Charisma News e George Soros.
Versão em inglês deste artigo: Trump, Obama, Hillary and NATO
Leitura recomendada:

28 de setembro de 2016

Pastor se mata depois de mandar por engano para membros de sua igreja suas fotos nuas que eram para sua amante


Pastor se mata depois de mandar por engano para membros de sua igreja suas fotos nuas que eram para sua amante

Hazel Torres
Foi um caso vergonhoso de “envio errado” que resultou na morte trágica de um pastor.
O Pr. Letsego da Embaixada de Cristo em Limpopo, África do Sul, se enforcou de vergonha depois de mandar por engano fotos de seus órgãos sexuais para membros de sua igreja usando o serviço de texto WhatsApp em celulares.
De acordo com a fonte noticiosa online Live Monitor, a intenção do pastor casado era mandar as fotos para sua amante que, disse a reportagem, é membro da mesma igreja.
Pior, a fonte noticiosa disse que o pastor enviou uma mensagem que diz: “Minha esposa está longe, a noite é toda sua” junto com as fotos.
Para seu assombro total, ele percebeu seu erro logo depois de apertar o botão enviar de seu celular.
Membros do grupo da igreja que receberam as fotos e a mensagem ficaram chocados e revoltados. Eles tentaram ligar para o pastor, que não queria responder. O pastor então deixou o grupo.
No dia seguinte, ele foi encontrado enforcado em sua igreja, que funcionava numa casa alugada, de acordo com a reportagem do Live Monitor.
“O jeito divertido do pastor sempre foi causa de preocupação. Ele era sempre visto na companhia de uma das diaconisas chamada Miriam e suspeitávamos que havia coisas secretas que eram mais que amizade,” disse um dos membros do Pr. Letsego que preferiu ficar anônimo.
“Questionado por sua esposa e membros, ele costumava ignorar as alegações e dizer que como pastor ele era um pai para todos e Miriam era sua filha favorita,” disse o membro.
Outros pastores também têm sido emaranhados em casos extraconjugais que da mesma forma terminaram em tragédia.
Em junho, acredita-se que um pastor de Indiana, nos EUA, cometeu suicídio depois de ter sido indiciado por buscar sexo com uma menor de idade, noticiou o Christian Post.
David James Brown, de 46 anos e pastor sênior da Primeira Igreja Cristã de Jeffersonville, Indiana, foi encontrado enforcado dentro da unidade de armazenamento Attic Self em Marietta, Georgia, EUA. Investigadores não acharam nenhuma evidência de que ele tivesse sido assassinado.
No ano passado, acredita-se também que John Gibson, pastor e professor do Seminário Teológico Batista de Nova Orléans, tirou a própria vida depois que seu nome foi exposto por hackers como um dos usuários do site de adultérios Ashley Madison.
“Ele falava sobre depressão. Ele falava sobre ter seu nome ali, e disse que estava muito, muito triste,” revelou Christi, a esposa de Gibson. “O que sabemos sobre ele é que ele dedicou sua vida por outras pessoas, e ele ofereceu graça, misericórdia e perdão a todos, mas de certo modo ele não conseguiu oferecer isso a si mesmo.”
Leitura recomendada:

27 de setembro de 2016

Charles Finney: O homem que redefiniu o caráter dos Estados Unidos


Charles Finney: O homem que redefiniu o caráter dos Estados Unidos

Richard Klein
Dos muitos pregadores corajosos, mas muitas vezes esquecidos, que cruzaram as regiões selvagens dos EUA, nenhum deles teve um impacto mais profundo do que o poderoso reavivalista Charles Grandison Finney. Numa época de grandes líderes, tanto seculares quanto religiosos, Charles Finney criou um legado que redefiniu o próprio caráter dos Estados Unidos.
Um jovem brilhante e talentoso, Charles Finney demonstrava muito cedo o potencial para grandes realizações em qualquer esfera. Ele escolheu a advocacia e logo se estabeleceu no pequeno vilarejo de Adams, em Nova Iorque. Finney era do tipo que gostava de atividade física, e adorava passear na região de mata imediatamente fora do vilarejo. Muitas vezes ele passava tempo ponderando nas muitas citações da Bíblia que ele havia achado enquanto examinava julgamentos e códigos legais de sua época. Ele havia recentemente começado a ler a Bíblia diariamente para aumentar seu estudo de direito. Para sua surpresa, Finney descobriu que a leitura da Bíblia havia provocado perguntas sérias sobre seu próprio destino eterno. Essa luta sobre seu destino chegou a um ponto crucial em certa manhã de outubro quando um versículo da Bíblia ficava se repetindo na mente de Finney:
“Então me invocareis e chegareis a mim para orar, e Eu vos darei toda a atenção. Vós me buscareis e me encontrareis, quando me buscardes de todo coração.” (Jeremias 29:12-13 King James Atualizada)

A Presença de Deus

De repente, parecia como se Charles Finney estivesse na própria presença de Deus. Preste atenção às suas palavras: “Parecia como se eu tivesse me encontrado com o Senhor Jesus face a face… Prostrei-me a Seus pés e derramei minha alma a Ele… Sem nenhuma recordação de que eu já tivesse ouvido sobre isso mencionado por alguém no mundo, o Espírito Santo desceu sobre mim de uma maneira que parecia atravessar-me, corpo e alma… É impossível expressar com palavras o amor maravilhoso que foi derramado amplamente no meu coração.” Charles Finney abandonou a advocacia para entrar no ministério pastoral e logo recebeu licença oficial para pregar. Mas em vez de assumir residência numa igreja local, ele se sentiu atraído para o evangelismo itinerante, entre famílias pioneiras que estavam se mudando para o Oeste.
Finney era também pioneiro no que se referia à pregação. Em vez de ler a partir de um texto preparado, ele falava de modo improvisado, a partir de seu coração. Ele permitia que as mulheres dirigissem as orações e chamava publicamente os pecadores ao arrependimento — por nome, do púlpito! Suas muitas inovações eram chamadas de “Novas Medidas” e pareciam apavorar os pastores apegados às tradições. Mas seus métodos funcionavam!

Nove Anos de Poder

Uma série de reavivamentos começou a varrer o Nordeste dos EUA no que veio a ser conhecido como “Os Nove Anos de Poder” de evangelismo de Finney. Como um incêndio florestal, se espalhou pelas cidades de Evans Mill, Antwerp, Rome, Utica, Auburn, Troy, Wilmington, Filadéfia, Boston e Nova Iorque. Mas o reavivamento que eclipsou todos os outros ocorreu na cidade de Rochester no ano de 1830. E tudo começou com um simples encontro. A esposa de um proeminente jurista de Rochester havia convidado Finney para seu lar, esperando aprender mais sobre esse pregador que estava se tornando muito famoso. Secretamente, ela se preocupava que esse reavivamento, que parecia seguir o rastro de Finney por toda parte onde ele ia, arruinaria os bailes sociais da cidade. Ao falar com a mulher, Finney observou que o orgulho era a característica mais marcante do caráter dela. Ele sentiu um estímulo do Espírito Santo para repartir com ela um versículo específico da Bíblia: “Com toda a certeza vos afirmo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.” (Mateus 18:3 King James Atualizada)

Conversão da Alta Sociedade

A mulher da alta sociedade se sentiu cativada com o versículo, repetindo-o para si mesma quando Finney a convidou a orar. Silenciosamente, ele pediu que Deus desse a ela uma impressão da necessidade de se tornar filha de Deus e aceitar a salvação. Não demorou muito e ficou claro que a oração de Finney estava sendo respondida, pois a mulher dobrou os joelhos e ficou aos soluços. Quando abriu os olhos, ele viu a face dela cheia de lágrimas voltada para o céu. Finney soube instantaneamente que a Bíblia tinha se tornado viva: ela agora era filha de Deus! O que ele não sabia era o efeito dramático que essa conversão específica acabaria tendo. Em suas memórias, Finney escreveu:
“Deu para ver logo que o Senhor estava querendo a conversão das classes mais elevadas da sociedade. Minhas reuniões logo se encheram de multidões dessa classe… Enquanto o reavivamento ia varrendo a cidade, e convertendo a grande massa das pessoas mais influentes, tanto de homens quanto de mulheres, a mudança na ordem, sobriedade e moralidade da cidade era maravilhosa.”

Cristianismo em todos os lugares

Charles P. Bush, natural da cidade de Rochester, se converteu durante o reavivamento. Mais tarde ele comentou: “A comunidade inteira ficou emocionada. O Cristianismo era o tema das conversas nas casas, nas lojas, nos escritórios e nas ruas… Os bares foram fechados, o domingo era honrado como Dia do Senhor, as igrejas se enchiam de pessoas que louvavam e adoravam com alegria… Houve uma redução maravilhosa nos crimes. Os tribunais tinham pouco trabalho, e a cadeia ficou praticamente vazia por vários anos depois.”
Os historiadores dizem acerca do reavivamento de Rochester que “os alicerces do lugar foram abalados.” Mais de 40 dos novos convertidos entraram no ministério pastoral e pelo menos 1.500 reavivamentos ocorreram em outras cidades como resultado de Rochester. Para seu crédito, Charles Finney deu toda glória a Deus:
“Este é um trabalho grande e glorioso — suficiente para encher os corações do povo de Deus com humildade e gratidão, e suas bocas com ações de graças!”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN: Charles Finney: A Nation’s Character Redefined
Leitura recomendada:

26 de setembro de 2016

Benjamin Netanyahu se encontra com Donald Trump, que promete que se eleito reconhecerá Jerusalém como capital de Israel


Benjamin Netanyahu se encontra com Donald Trump, que promete que se eleito reconhecerá Jerusalém como capital de Israel

Associated Press
Comentário de Julio Severo: Netanyahu é direitista. Embora ele prefira Trump, ele não pode manifestar apoio público, pois na última vez que ele se envolveu na eleição presidencial americana, o candidato que ele não apoiou (Obama) ganhou, e desde então o governo de Obama só faz cara feia para Netanyahu. (Se você achava que Obama só faz cara feia para Putin, você se enganou.) Infelizmente, Israel não é uma potência grande o suficiente para fazer frente a isso. Essa é a razão por que Netanyahu se encontrará também com a esquerdista Hillary Clinton. Quanto à promessa de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel, tais promessas são tradição entre candidatos do Partido Republicano e também do Partido Democrático. Mas nenhum deles nunca cumpriu. Existe uma tradição política americana de não cumprir essa promessa que é tão importante para Israel. Portanto, se Trump não cumprir essa promessa depois de eleito, ele só estará fazendo o que o evangélico conservador Bush e outros fizeram. Leia agora a reportagem, conforme saiu no WND (WorldNetDaily):
Donald Trump e Benjamin Netanyahu
No domingo, Donald Trump obteve algumas dicas do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu sobre como construir muros de fronteira.
Trump se encontrou com Netanyahu por 90 minutos em sua residência na Torre Trump em Manhattan, onde eles conversaram sobre “assistência militar, segurança e estabilidade regional,” de acordo com oficiais de Israel e da campanha de Trump.
Os dois discutiram profundamente o uso que Israel faz de um muro de segurança para ajudar a proteger suas fronteiras.
Trump propôs construir um muro ao longo da fronteira sul para impedir a entrada de pessoas e drogas ilegais e muitas vezes ele aponta para Israel como exemplo de como tais barreiras podem ter êxito.
A imprensa foi barrada de cobrir a reunião entre Netanyahu e Trump, mas a campanha de Trump disse numa declaração que os dois homens, que se conhecem há anos, discutiram “muitos assuntos importantes para ambos os países,” inclusive “o relacionamento especial entre os EUA e Israel e a ligação inquebrável entre os dois países.”
Trump também repetiu sua promessa de mudar a Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém se eleito presidente.
“O Sr. Trump reconheceu que Jerusalém tem sido a capital eterna do povo judeu há mais de 3 mil anos, e que os Estados Unidos, sob um governo Trump, finalmente aceitarão o antigo mandato do Congresso dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital unificada do Estado de Israel,” a campanha disse.
Essa promessa tem sido feita de várias formas desde pelo menos 1992. O Congresso dos EUA três anos mais tarde aprovou uma lei que mandava que a Embaixada dos EUA se mudasse para Jerusalém até 1999, mas presidentes de ambos os partidos [direitistas e esquerdistas] sempre evitaram implementar essa ordem.
George W. Bush prometeu no ano 2000 iniciar a mudança “logo que eu for eleito presidente,” mas não cumpriu.
Hillary Clinton também está para se encontrar com Netanyahu em Nova Iorque, às vésperas do primeiro debate entre os candidatos.
O líder israelense vem buscando projetar neutralidade desta vez depois de percepções de que ele favorecera Mitt Romney sobre o presidente Barack Obama em 2012.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Netanyahu talks ‘wall’ with Trump in NYC
Leitura recomendada:

25 de setembro de 2016

Ted Cruz dá apoio a Donald Trump


Ted Cruz dá apoio a Donald Trump

Ted Cruz, senador republicano do Texas, depois de uma amarga perda nas primárias para o candidato presidencial republicano Donald Trump, deu um discurso na Convenção Nacional Republicana onde, em fez de apoiar Trump, ele orientou os delegados a “votar conforme sua consciência.” Mas na sexta-feira Cruz prometeu votar no extravagante empresário de Nova Iorque que está empatado com a democrata Hillary Clinton em muitas pesquisas de opinião pública.
Donald Trump e Ted Cruz
“Depois de muitos meses de consideração cuidadosa, de oração e sondagem da minha própria consciência, decidi que no Dia da Eleição, votarei no escolhido pelo Partido Republicano, Donald Trump,” Cruz escreveu num post de Facebook.
“Um ano atrás, prometi apoiar o escolhido pelo Partido Republicano, e estou honrando esse compromisso. E se você não quer ver uma presidência de Hillary Clinton, incentivo você a votar nele.”
Online, Cruz escreveu: “Esta eleição é diferente de todas as outras na história dos EUA. Como muitos outros eleitores, lutei para decidir o curso certo de ação nesta eleição geral. Em Cleveland, exorto os eleitores: ‘Por favor, não fiquem em casa em novembro. Assumam sua postura, e falem, e votem conforme sua consciência, votem nos candidatos das chapas nas quais você confia que defenderão nossas liberdade e serão fiéis à Constituição.”
Ele disse que ainda que ele tenha tido uma “discórdia significativa” com Trump, “sob qualquer parâmetro Hillary Clinton é totalmente inaceitável — é por isso que sempre fui #NeverHillary [NuncaHillary].”
Traduzido e editado do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Ted Cruz endorses Donald Trump
Leitura recomendada:

23 de setembro de 2016

Ronald Reagan: um exemplo cristão contra o comunismo


Ronald Reagan: um exemplo cristão contra o comunismo

Julio Severo
Jesus disse: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam.” (Mateus 5:44 RC)
Reagan e líder soviético Gorbachev
O presidente americano Ronald Reagan proclamou 1983 como Ano da Bíblia. Mas a Bíblia tinha não só uma presença teórica na sua vida e presidência.
Ele combateu o aborto, um dos principais flagelos espirituais e morais na sociedade americana.
E ele combateu o comunismo — sem alimentar ódio em si mesmo e em seus inimigos. Nas batalhas furiosas com a União Soviética, que espalhava guerra, ódio e terror no mundo inteiro, Reagan queria se sentar e conversar à mesa com esses ditadores.
Um ativista anticomunista furioso jamais quereria conversar com os líderes vermelhos. Ele retribuiria ódio com ódio, como Hitler fazia. Mas Reagan realmente se sentou com eles. Aliás, ele levou Mikhail Gorbachev, o líder soviético, para seu rancho, para sentir sua vida de família e sua recepção calorosa.
Reagan trabalhou para extinguir o ódio soviético com consideração conservadora cristã.
Margaret Thatcher disse: “Reagan venceu a Guerra Fria sem dar um tiro.” O tiro dele foi seu rancho!
Reagan era firme e forte contra os comunistas soviéticos e suas ações. Mas ele estava sempre aberto para conversar, até mesmo em seu espaço não-político: seu rancho.
Uau! Geralmente, as pessoas levam para seus ranchos só seus amigos.
Reagan e líder soviético Gorbachev
Reagan levou Gorbachev para seu rancho porque ele queria cultivar amizade, não ódio. A União Soviética sabia cultivar ódio. Reagan sabia cultivar amizade.
Bem diferente do governo de Barack Hussein Obama, um nome inspirado numa ideologia religiosa de ódio. Obama, como marxista, não tem feito nenhum esforço para se sentar com o presidente russo Vladimir Putin, para conversar com ele e tê-lo como amigo em seu rancho. Seu governo tem cultivado ódio numa época em que a Rússia não é a União Soviética.
Se Reagan tivesse estado na presidência dos EUA nos últimos oito anos, tenho certeza de que Putin já teria desfrutado de seu rancho várias vezes a essa altura. Se foi “fácil” Reagan conversar com lideres soviéticos, seria mais fácil com Putin.
O movimento conservador precisa de mais Reagans, homens fortes e resolutos contra a ideologia marxista, mas sempre dispostos a cultivar amizade, não ódio.
Sem a Bíblia, é impossível fazer isso. Reagan fez porque a Bíblia era importante para ele.
Versão em inglês deste artigo: Ronald Reagan: A Christian Example against Communism
Leitura recomendada:

22 de setembro de 2016

Por que as igrejas tradicionais estão fechando e o movimento neopentecostal está crescendo na Inglaterra


Por que as igrejas tradicionais estão fechando e o movimento neopentecostal está crescendo na Inglaterra

Trevor Grundy
Fechamento de igrejas não é nenhuma novidade na Inglaterra.
Nos passados seis anos, 168 congregações da Igreja da Inglaterra fecharam as portas, junto com 500 metodistas e 100 igrejas católicas romanas.
“O Cristianismo na Inglaterra está sofrendo um declínio implacável nos últimos 100 anos,” diz Linda Woodhead, socióloga na Universidade de Lancaster.
Turistas que visitam a Inglaterra muitas vezes ficam chocados quando veem a condição de prédio de igreja que no passado eram magníficos.
Mas, nos seis últimos anos, para cada igreja anglicana que fechou, mais três igrejas pentecostais ou neopentecostais tomaram o lugar, de acordo com uma análise do jornal londrino The Times.
Essas igrejas pentecostais e neopentecostais estão atraindo jovens, negros, asiáticos e mestiços.
O pentecostalismo é um dos movimentos que mais cresce na Cristandade mundial, com um número estimado de 500 milhões de seguidores.
“Um século atrás, dava para se classificar a face da Cristandade europeia como branca, mas agora está cada vez mais se tornando multirracial,” disse ao Times Israel Olofinjana, um pastor londrino nascido na Nigéria.
Enquanto as congregações envelhecidas da Igreja da Inglaterra diminuem, as igrejas neopentecostais prosperam.
A Igreja Hillson de Londres realiza quatro cultos por domingo, frequentados por 8 mil pessoas no Teatro Dominion.
“Sente-se como num clube noturno de Deus, com músicas de amor para Jesus,” disse um rapaz africano que frequenta os cultos da noite.
Cristãos da Europa Oriental, principalmente a Polônia, onde as raízes católicas são profundas, estão entre os frequentadores. E o entusiasmo deles é contagioso.
“Está havendo uma mudança sísmica,” disse Robert Beckford, professor de teologia na Universidade Canterbury Christ Church. “O Cristianismo na Inglaterra se tornou muito mais diverso etnicamente como consequência da imigração da África Ocidental, Europa Oriental e, até certo ponto, América Latina.”
Elizabeth Oldfield, diretora de Theos, um dos principais institutos da Inglaterra, disse ao Times: “As igrejas têm de absorver imigrantes com mais seriedade. Elas estão tendo de escutar pessoas no corpo-a-corpo que estão se unindo a igrejas em números muito grandes, falando uma língua diferente, talvez vindo de diferentes formas de adoração e se esforçando para mudar. As igrejas estão sendo totalmente abaladas.”
O crescimento pentecostal está trazendo esperança renovada para muitos.
“Sou otimista que veremos a Inglaterra voltar para Deus,” disse o Pr. Agu Irukwu da Igreja Cristã Redimida de Deus. Essa igreja, fundada na Nigéria, agora tem 600 congregações em toda a Inglaterra.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Why These Closing Churches Are Fueling the Charismatic Movement
Leitura recomendada: